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Posts com a Tag Roseana Sarney

quarta-feira, 29 de abril de 2015 Política | 15:19

Gastão Vieira troca PMDB pelo PROS para disputar prefeitura de São Luís

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O ex-ministro do Turismo, Gastão Vieira, candidato peemedebista derrotado ao Senado nas últimas eleições, está de saída do PMDB. Vieira passará a integrar oficialmente o PROS. Ele já comanda sua comissão provisória no Maranhão.

Vieira pretende se lançar candidato à prefeitura de São Luís, onde certamente terá um adversário do clã Sarney, possivelmente a ex-governadora Roseana Sarney.

O ex-ministro tem evitado falar sobre possíveis mágoas com o PMDB nacional, mas não esconde sua insatisfação com Sarney e com o PMDB do Maranhão.

“Meu problema é de espaço”, disse o ex-ministro. “É uma decisão muito dolorosa para mim porque há 30 anos sou parte do PMDB, desde quando era ainda o MDB. Dói, dói muito, mas não saio com mágoa do PMDB nacional”, disse o ex-ministro, que pretende anunciar oficialmente sua saída no início da próxima semana.

Peemedebistas contaram que ele estava em busca de uma indicação do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para uma vaga no segundo ou no terceiro escalão do governo, fatura por ter trabalhado com afinco para a eleição de Cunha.

Em meio à busca, Vieira precisou dar explicações ao vice-presidente, Michel Temer, que cuida da articulação política e das negociações para a distribuição de cargos, sobre sua filiação partidária.

Isso porque, ao saber da movimentação de Vieira, o ex-senador José Sarney (PMDB-MA) tratou de informar a Temer que Vieira, no Maranhão, havia assumido a presidência do PROS.

Vieira, por sua vez, tratou de desqualificar a “denúncia” feita por Sarney, informando ao vice-presidente que realmente havia assumido o comando do PROS no estado, mas por se tratar de uma comissão provisória, não deixou o PMDB.

“Fiquei com a comissão provisória do PROS e isso não exigia de mim a desfiliação do PMDB”, disse.

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quarta-feira, 22 de outubro de 2014 Eleições | 11:22

Roseana planeja renunciar antes de passar a faixa a Flávio Dino

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A governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), deve renunciar ao mandato no início de novembro. O que se diz no círculo próximo à peemedebista é que ela não tem a menor intenção de passar diretamente a faixa ao governador eleito e ex-presidente da Empresa Brasileira de Turismo (Embratur) Flávio Dino. Nos bastidores, diz-se que ela ficaria “extremamente constrangida” em ser obrigada a fazer a transmissão a um político da oposição.

Se Roseana seguir adiante com os planos, quem deve assumir o governo nesta reta final é o presidente da Assembleia Legislativa, Arnaldo Melo (PMDB). Um detalhe: Melo era candidato a vice-governador de Edison Lobão Filho (PMDB) e ficará sem mandato na próxima legislatura. Caso Melo assuma, após menos de dois meses de mandato, ele terá direito a uma aposentadoria vitalícia de aproximadamente R$ 25 mil.

 

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quarta-feira, 9 de abril de 2014 Eleições | 07:00

Ala do PT de Maranhão vai fazer encontro de apoio a Flávio Dino

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Uma das correntes do PT de Maranhão, a Resistência Petista, promove no fim de semana, em São Luís, um encontro em apoio ao pré-candidato do PCdoB ao governo do estado, Flávio Dino. O slogan da reunião: “Sou Lula, Dilma e Flávio Dino – O PT fazendo parte da mudança do Maranhão”.

Flavio Dino (Foto: Divulgação)

Flavio Dino (Foto: Divulgação)

A direção nacional do PT -que atualmente é aliado da governadora Roseana Sarney (PMDB-MA)- ainda não bateu o martelo sobre o apoio no estado e sofre pressão para rever a aliança. O PMDB lançará candidato para a sucessão de Roseana.

“O Brasil mudou com os governos de Lula e Dilma, mas o Maranhão continua preso ao sistema oligárquico, que compromete a qualidade de vida dos maranhenses. O Maranhão, como há cinquenta anos, ostenta alguns dos piores indicadores sociais do Brasil, em educação, saúde, saneamento básico e outros. Para acompanhar o Brasil, o Maranhão precisa mudar. E, pra mudar o Maranhão é preciso mudar a política do Maranhão, o governo do Maranhão”, diz o convite para o encontro, que terá a presença de Dino.

Leia também: Crise no Maranhão eleva pressão por candidatura forte do PMDB

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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014 Estados | 17:16

Manifestantes planejam ‘Bloco da Lagosta’ em frente à sede do governo do MA

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manifestação-Maranhão

Manifestantes estão organizando um ato em frente ao Palácio dos Leões, sede do governo do Maranhão.

Apelidado como “Bloco da Lagosta”, o ato faz uma ironia com as compras que o governo do Maranhão planejava fazer em meio à crise no Presídio de Pedrinhas.

A página do protesto, agendado para este sábado, recebeu 281 confirmações de presença.

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Eleições | 15:00

Assembleia do Maranhão arquiva pedido de impeachment de Roseana

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O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Arnaldo Melo (PMDB), arquivou o pedido de impeachment da governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB) feito por uma comissão de advogados no início dessa semana. Na decisão divulgada hoje no Diário Oficial do Estado, Melo toma como base pareceres de assessores jurídicos da casa, segundo os quais, o pedido de impeachment de Roseana não tinha base legal.

A decisão foi tomada na manhã de quarta-feira em uma reunião das lideranças da Assembleia maranhense. Conforme o iG apurou, antes da reunião, Melo recebeu uma ligação do pai de Roseana, o senador José Sarney (PMDB-AP), recomendando o arquivamento do processo. Pessoas próximas a Melo o alertaram do desgaste político de uma decisão como essa, mas prevaleceu a recomendação do ex-senador Sarney.

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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014 Política | 20:04

Grupo de advogados pedirá impeachment de Roseana na Assembleia do Maranhão

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Um grupo de advogados ligados à área de Direitos Humanos vai protocolar na terça, na Assembleia Legislativa do Maranhão, uma denúncia por crime de responsabilidade com pedido de perda do cargo da governadora Roseana Sarney (PMDB-MA).

Segundo o grupo, formado por 20 advogados de diversos estados, o pedido se baseia em graves violações dos direitos humanos no Centro de Detenção Provisória do Complexo Penitenciário de Pedrinhas e pela omissão da governadora no caso, que configuraria crime de responsabilidade por não impedir a onda de violência em Pedrinhas.

Os advogados também pedem que a Assembleia crie em até 15 dias uma comissão especial, respeitando a proporcionalidade partidária, para emitir um parecer sobre a representação.

Leia também: Sarney: crise no sistema prisional é “campanha contra o Maranhão”

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Eleições | 09:00

Flávio Dino pega embalo em crise dos presídios no Maranhão

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Flavio Dino (Foto: Divulgação)

Flavio Dino (Foto: Divulgação)

Principal adversário da governadora do Maranhão, Roseana Sarney, o presidente da Embratur, Flávio Dino (PCdoB), já avisou ao governo que deixar o cargo na estatal assim que retornar das férias. Dino está em Minas Gerais, acompanhando à distância a crise dos presídios no estado.

A ordem no círculo próximo a Dino é evitar qualquer tipo de exposição relacionada à crise no atual momento. Os comunistas entendem que a polêmica envolvendo a violência em Pedrinhas é mais do que suficiente para abalar por si só o desempenho de Roseana e da família Sarney no estado.

Mas, obviamente, o plano é apenas esperar para capitalizar tudo isso mais adiante.

*Com Nivaldo Souza e Wilson Lima, iG Brasília

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domingo, 12 de janeiro de 2014 Brasil | 07:00

‘Falta dignidade no tratamento dos presos no Brasil’, diz promotor

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Promotor das Execuções Penais do Ministério Público do estado de Pernambuco, Marcelo Ugiette é taxativo ao dizer que o Brasil é incompetente não apenas ao tratar os presos, mas em cumprir a Lei de Execuções Penais. Segundo ele, a superlotação e a falta de agentes penitenciários são as duas principais causas para a ocorrência de situações como a que ocorreu no Presídio de Pedrinhas, no Maranhão, onde uma disputa entre facções rivais resultou na matança de presos, muitos deles degolados.

Ele inclusive relativiza a corrupção dos agentes penitenciários neste contexto. “Pode haver corrupção, mas creio que o mal maior é a insuficiência de quadros para gerir as unidades e não deixar que isso fique nas mãos dos bandidos”.

Para Ugiette, o surgimento das facções dentro das cadeias é fruto da omissão do estado e contraria o argumento da governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), que disse que os atos de violência em Pedrinhas não tinha explicação. “Tudo que é relacionado a unidades prisionais tem explicação sim. E a explicação está relacionada com as condições do cárcere, que por vezes facilitam determinadas situações”, diz.

Poder Online – A governadora do Maranhão disse que o que aconteceu no presídio de Pedrinhas é inexplicável, o senhor concorda, realmente trata-se de algo inexplicável?
Marcelo Ugiette – Não. Tudo que é relacionado a unidades prisionais tem explicação sim. E a explicação está relacionada com as condições do cárcere, que por vezes facilitam determinadas situações. A questão histórica do estado brasileiro tem com relação aos seus presos, a falta de dignidade no tratamento do preso, a superlotação, isso tudo explica todo e qualquer evento que ocorra dentro e fora da unidade prisional. Isso aconteceu em São Paulo, no Rio de Janeiro, acontece todos os dias no Brasil todo. No Maranhão agora uma crise mais intensa, mas sem dúvida nenhuma a explicação é esse tratamento que os presos recebem de uma forma geral num espaço onde, no Brasil, temos cerca de 550 mil presos e 240 mil vagas, um déficit absurdo que faz com que a gente tenha esse tipo de situação. Infelizmente isso não é privilégio do Maranhão, mas tem explicação sim.

A raiz da questão é a superlotação?
Sem dúvida nenhuma a superlotação é um dos fatores importantes nesse contexto.

Falou-se também que o aumento da violência está relacionado com o avanço do consumo do crack, o senhor concorda?
Concordo.

Não é surreal pensar que drogas sejam transportadas para dentro das cadeias?
É surreal a gente confessar que o crack faz parte do dia-a-dia das unidades prisionais. E realmente o câncer da sociedade hoje é a droga. Estatísticas mostram que o homicídio é o sexto crime praticado no Brasil. Todos os cinco primeiros são crimes relacionados a drogas. O tráfico é o primeiro. Portanto, sem dúvida nenhuma a presença do crack, da droga, dentro da unidade prisional  gera o aparecimento de lideranças entre pessoas que têm dinheiro e que praticam o tráfico dentro da unidade prisional. É um dos fatores que desencadeia. O próprio celular dentro das unidades faz com que esse tráfico seja feito de dentro para fora e de fora para dentro, inclusive com ordens para assassinatos e coisas assim, como já tivemos exemplo em São Paulo e em outros estados da federação. E o pior, como essa droga entra, a ausência de agentes penitenciários em número suficiente, que faz com que a fiscalização seja precária. A droga é um mal e é um mal que se enraíza dentro das unidades, cria lideranças, cria dependência e não somente dependência física. As lideranças mandam nos presos viciados. E causam mortes por dívidas de drogas. É preciso enfrentar isso com responsabilidade e ações efetivas.

O senhor falou na falta de agentes que gera essa fiscalização precária, mas qual o papel da corrupção dos agentes nesta equação?
Na atual conjuntura de deficiência de pessoal em todo o Brasil é até difícil quantificar a importância ou de percentual para a importância corrupção. Pode haver corrupção, mas creio que o mal maior é a insuficiência de quadros para gerir as unidades e não deixar que isso fique nas mãos dos bandidos.

O senhor acha que deveria haver intervenção federal no Maranhão?
Quando falamos em intervenção, isso nos remete a uma questão que é básica, que é justamente saber por quanto tempo isso continuará. É uma intervenção que resolverá o problema ou é algo pontual para esse momento específico? Creio que o ideal seria que o estado brasileiro e os estados da federação pudessem implementar ações efetivas e que sejam programas de Estado e não de governo para que haja continuidade dessas ações. Acho a intervenção uma questão muito pontual. Num momento de crise você tem uma intervenção, mas esse problema voltará. Como a transferência dos presos para unidades federais, acho que é uma medida emergencial adequada, mas se não houver uma continuidade de ações de integração, tanto do Judiciário, quanto do Ministério Público, Executivo, no sentido de resolver a demanda, daqui a pouco teremos novas lideranças, novas perspectivas de crise e teremos de intervir de novo. Acho que intervenção não é solução. A intervenção tem de ser no sentido de criar, planejar e efetivamente implementar ações de continuidade para que não volte a acontecer.

A governadora Roseana Sarney deu uma declaração polêmica ao dizer que o crescimento da violência no estado está relacionado com o crescimento da riqueza no Maranhão. O senhor concorda?
Se o crescimento de qualquer estado não contempla as camadas menos favorecidas da sociedade, sem dúvida que o crescimento não gerará melhoria na relação sociedade/criminalidade, mas acho que não é só isso. Acho que tem uma série de aspectos que envolvem o estado com um todo. A culpa não é só do Executivo numa situação dessas. Temos uma parcela de responsabilidade, tanto o Ministério Público quanto a Defensoria Pública e o Judiciário.

Como lidar com as brigas das diferentes facções dentro dos presídios?
Em primeiro lugar, não deixar criar essas facções. Não pode deixar criar lideranças. Elas só se instalam pela omissão do Estado. Quando o Estado é omisso na gerência do sistema prisional, quando ele vai deixando, vão se criando lideranças e elas vão adquirindo influência e passam a mandar nas unidades prisionais. Evidentemente isso faz com que apareçam facções e grupos fortes que acabam nessa situação. Então creio que o principal é atacar, como se atacou, colocando (os líderes) em unidades federais, mas se não cuidar da situação nas unidades estaduais, novas lideranças se formarão porque o embrião está lá, que é toda essa carência de estrutura e pessoal no sistema prisional.

O estado brasileiro tem sido incompetente ao lidar com a questão dos presos?
Incompetente sim, mas além de tudo, não é só incompetência, mas não ter o compromisso de se cumprir a lei de execução penal. É uma lei que olha para o futuro, que olha para quando esse preso voltará (à sociedade). Então, sem dúvida, o Estado brasileiro, além de incompetente, ainda não assumiu o compromisso de cumprir a lei de execução penal na íntegra. E isso é um fator que certamente evitaria toda essa demanda de problemas no sistema prisional e mais, diminuiria a reincidência que hoje beira 30% e todo o Brasil.

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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014 Política | 20:30

Ministra reclama que oposição está se aproveitando de crise no Maranhão

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A ministra Maria do Rosário (Direitos Humanos) reclamou que a oposição está se aproveitando da crise no Maranhão para atacar o governo federal após a reunião do Conselho de Direitos Humanos.

A afirmação foi feita após o deputado ex-petista Domingos Dutra (SDD-MA), que foi relator da CPI do sistema carcerário, em 2008, dizer que as mortes no presídio de Pedrinhas era uma “tragédia anunciada” e que “condições políticas para intervenção (federal) tem, agora se tem conveniência política é outra história”.

Dutra também afirmou que a governadora Roseana Sarney (PMDB-MA) só ganhou as últimas eleições após intervenção do PT no Maranhão. Na época, a direção nacional do partido determinou que o partido apoiasse Roseana e não lançasse candidato próprio.

Leia também: Ministro da Justiça vai ao Maranhão se reunir com Roseana Sarney

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Brasil | 12:00

Oposição atraiu nome forte de Roseana para segurança pública

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Em meio à crise nos presídios do Maranhão, a equipe do candidato do PCdoB, Flávio Dino, comemora o fato de ter atraído para a legenda um nome que já esteve entre os principais articuladores da família Sarney para a área de segurança pública.

O deputado estadual Raimundo Cutrim rompeu com o governo de Roseana Sarney e filiou-se ao PCdoB depois de se desentender com o atual secretário de Segurança Pública, Aluísio Mendes.

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