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Posts com a Tag rota

sexta-feira, 29 de novembro de 2013 Cidades | 13:20

Câmara de SP dribla polêmica e faz homenagem à Rota

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Após a polêmica para aprovar a homenagem ao batalhão das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), o vereador coronel Telhada (PSDB) -autor da proposta- conseguiu formalizar a reverência em  sessão solene na Câmara de São Paulo, na noite de quinta-feira (28).

Homenagem aos policiais da Rota na Câmara (foto: divulgação)

Homenagem aos policiais da Rota na Câmara (foto: divulgação)

A corporação recebeu o colar Cruz de Honra Constitucionalista, honraria do Núcleo MMDC Leste, para celebrar os 122 anos da primeira carta constitucionalista após a revolução de 1932.

A homenagem segue nesta sexta-feira na Academia do Barro Branco, na zona norte de São Paulo. A corporação deve receber ainda, do vereador, a honraria Salva de Prata da Casa.

Leia também: Após polêmica, Telhada altera justificativa de homenagem à Rota

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quarta-feira, 30 de outubro de 2013 Política | 10:00

Rota ganha mais uma homenagem, desta vez na Assembleia paulista

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Depois do vereador paulistano coronel Telhada homenagear a Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) na Câmara, é a vez do deputado coronel Edson Ferrarini (PTB-SP) promover nesta quarta-feira (30), na Assembleia Legislativa de São Paulo, ato solene para a corporação.

Ferrarini vai entregar a Medalha Cidadão Policial aos policiais veteranos da Rota.  A homenagem é promovida pela Associação para Valorização Policial do Estado de São Paulo (AVPESP) e tem o objetivo de incentivar e motivar o cidadão policial.

Leia também: ‘Se não gosta de polícia, por que liga para polícia?’, diz tucano que tenta homenagem à Rota

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quarta-feira, 18 de setembro de 2013 Cidades | 07:30

Vereadores de SP aprovam homenagem a ex-comandante da Rota denunciado por emboscada

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Depois de aprovar, em meio a protestos e tumultos, a Salva de Prata para a Rota (Rotas Ostensivas Tobias de Aguiar) da Polícia Militar, os vereadores de São Paulo aprovaram a concessão da Medalha Anchieta e do Diploma de Gratidão da Cidade de São Paulo ao capitão da PM Dimas Mecca Sampaio. O ex-comandante da Rota foi denunciado na Operação Castelinho pela participação na morte de 11 supostos integrantes do PCC em 2002.

As duas homenagens foram propostas pelo vereador Coronel Telhada (PSBD), ex-comandante do batalhão. A data das duas solenidades ainda não foi marcada.

O pedido de votação nominal não aconteceu como nas três tentativas de votação da homenagem à Rota pois houve acordo para não trancar a pauta. A medalha para o capitão teve aprovação simbólica, apenas os vereadores Orlando Silva (PC do B), Toninho Véspoli (PSOL), Juliana Cardoso (PT), Alfredinho (PT) e Nabil Bonduki (PT) registraram voto contrário.

 

Com Natália Peixoto, do iG São Paulo
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sexta-feira, 30 de agosto de 2013 Política | 13:05

‘Se não gosta de polícia, por que liga para polícia?’, diz tucano que tenta homenagem à Rota

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Rumo à quarta tentativa de aprovar uma homenagem à ROTA na Câmara Municipal de São Paulo, na próxima terça (3), o vereador Coronel Telhada (PSDB) reclama da postura de alguns colegas de voto contrário. Entre as reclamações, o tucano, que é ex-comandante da ROTA, diz que “todos falam, mas na hora do aperto, ligam para a polícia”.

Leia também: Homenagem à Rota cai pela terceira vez enquanto vereador participava de programa na TV

Um dos 14 vereadores que se posicionam contra a Salva de Prata proposta pelo tucano, Gilberto Natalini (PV) admite ter ligado para Telhada quando foi assaltado há cerca de dois meses em frente à igreja de Cangaíba, na zona Leste da capital. “Telefonei para ele como amigo, não como político”, diz Natalini.

O vereador do PV afirmou que se a homenagem fosse para a Polícia Militar “no geral”, não iria se opor, mas que não é coerente para o presidente da Comissão da Verdade da Câmara se posicionar a favor da ROTA, que é “muito truculenta”. “O meu voto é político, de consciência. E sempre que ele precisar de mim, como profissional, como médico, estou à disposição.”

Telhada disse que assim que recebeu o telefonema acionou uma viatura para ajudar o vereador. “É a minha obrigação.” E dispara: “Mas se não gosta de polícia, por que liga para polícia?”

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Com Natália Peixoto, do iG São Paulo

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quarta-feira, 21 de agosto de 2013 Política | 20:24

Com votação nominal, homenagem à Rota na câmara paulistana vira fiasco

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O vereador de São Paulo Toninho Vespoli (PSOL) pediu na noite desta quarta-feira (21) que o projeto do vereador Coronel Telhada (PSDB) que concede a Salva de Prata — homenagem da Câmara de São Paulo cedida em sessão solene pelos relevantes serviços prestados a sociedade – à Rota fosse apreciado por votação nominal.

O líder do PSDB  na Câmara, Floriano Pesaro, tentou pedir adiamento, mas a proposta não foi aceita em plenário.

Em votação, 21 vereadores se posicionaram a favor, 11 contrários e três optaram pela abstenção -entre eles o presidente da Casa, José Américo (PT), que justificou dizendo que não votaria contra uma honraria. Para ser aprovada, a concessão da homenagem precisa de 37 votos favoráveis dos 55 vereadores.

Como esse tipo de projeto necessita de maioria, a proposta ficou pendente e será apresentada novamente em plenário na próxima terça-feira (27).

Após o adiamento, o PSDB passou a obstruir a votação dos outros projetos da pauta, que eram de autoria do Executivo. O líder do PT na Câmara, Alfredinho, registrou voto contrário e pediu que a bancada do partido fizesse o mesmo. Antes do projeto ser levado ao plenário, sete dos 11 vereadores petistas tinham assinado favoravelmente.

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terça-feira, 14 de maio de 2013 Política | 17:07

Vereador coronel Telhada vai lançar autobiografia

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O vereador coronel Telhada (PSDB) começou a escrever a sua autobiografia. Ele, que já tem dois livros publicados -A Polícia de São Paulo nos Campos da Itália e Quartel da Luz, Mansão da Rota- deve lançar o livro sobre a história da sua vida pessoal e profissional no batalhão das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) até o final do ano.

Coronel Telhada e o apresentador Silvio Santos (Foto: Divulgação)

Telhada afirmou que há muito tempo é cobrado para que escrevesse sobre sua vida.

“Estou compilando ocorrências antigas, reportagens do jornal, fotografias e alguns posts do Facebook. Vou falar da PM, afinal são 33 anos de serviço, mas também vou falar da minha família e encerro com a eleição. Fiquei muito envaidecido em ser eleito com tantos votos, fazendo uma campanha sem dinheiro porque não tive o apoio prometido do partido”, afirmou o vereador, que disse ser fã do Facebook.

Uma das ocorrência atendidas pelo vereador que irá constar em seu livro é o trote que o deputado Paulo Maluf (PP-SP) passou na Polícia Militar em 1998.

“Maluf perdeu a eleição para o (Mário) Covas (PSDB) por causa de mim. Ele ligou falando que estava sendo roubado, ao lado de uma repórter, para tentar provar que a polícia era incompetente. Mas eu estava na rua aquele dia e três viaturas chegaram na casa dele muito rápido. E o Maluf ainda teve que responder na Justiça por falsa comunicação de crime”, contou Telhada.

O registro do seu encontro com o apresentador Silvio Santos, no último sábado (11), também estará no livro. “Admiro muito o Silvio Santos”.

O vereador afirmou que já foi procurado por algumas editoras mas ainda não fechou com nenhuma.

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quinta-feira, 21 de março de 2013 Cidades | 17:00

Homenagem à Rota por atuação na ditadura foi aprovada em Comissão

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A assessoria do vereador coronel Telhada (PSDB) informa que ao contrário do que foi publicado na nota “Câmara paulistana homenageará Rota por atuação na ditadura”, o projeto de decreto legislativo 02-00006/2013, de autoria do tucano, ainda não foi aprovado no plenário.

A informação havia sido passada pela assessoria de Telhada. No entanto, o projeto foi aprovado, por enquanto, pela
Comissão de Constituição e Justiça.

Antes de ser votado pelos vereadores no plenário da Câmara Municipal de São Paulo, a proposta ainda passará pelas comissões de Educação, Cultura e Esportes e Orçamento e Finanças na próxima quarta-feira.

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Cidades | 08:00

Câmara paulistana homenageará Rota por atuação na ditadura

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A Câmara de São Paulo aprovou a concessão da Salva de Prata — homenagem da Casa cedida em sessão solene pelos relevantes serviços prestados a sociedade — ao batalhão das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota).

O projeto de decreto legislativo 02-00006/2013, de autoria do vereador coronel Telhada (PSDB), justifica a homenagem, dentre outras coisas, pelas “campanhas de guerra”, como os feitos da companhia chamada Boinas Negras que atuou durante a ditadura militar perseguindo guerrilheiros da esquerda como Carlos Lamarca e Carlos Marighella.

Na justificativa, Telhada diz que a Rota se destacou no que a Polícia Militar chama de campanha do Vale do Rio Ribeira do Iguape, em 1970, “para sufocar a Guerrilha Rural instituída por Carlos Lamarca”.

O texto de Telhada aprovado pelos vereadores, retirado do portal da PM, também conta a história da origem dos Boinas Negras.

A sessão em que será feita a homenagem ainda não tem data marcada.

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quarta-feira, 14 de novembro de 2012 Brasil | 13:01

Coronel detalha novo perfil do PCC

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Em depoimento à Comissão de Segurança da Câmara, o coronel da reserva da Polícia Militar paulista, Elias Miler, deixou uma preocupante avaliação sobre o PCC, a organização que está escancarando a fragilidade do estado brasileiro com a matança de policiais e cidadãos.

“Antes eles (os criminosos) eram presos; depois eles passaram a trocar tiros; agora eles estão executando os policiais”, disse o coronel para definir: a polícia paulista já considera o PCC um grupo preparado para a guerrilha urbana, com ramificações incipientes em partidos políticos.

Com dados sobre a cronologia dos ataques, Miler ressaltou que as ações de envergadura ocorrem sempre às vésperas de eleições. E afirmou que o direito ao voto estendido ao preso sem condenação definitiva e a adolescentes infratores virou uma ferramenta do PCC nos presídios paulistas.

As táticas de planejamento, organização, execução e domínio de territórios foram, segundo o militar, copiadas do convívio com o Comando Vermelho e com os criminosos que sequestraram o empresário Abílio Diniz.

Um dos líderes do PCC, Marcos William Herbas Camacho, o Marcola, esteve preso na Penitenciária do Estado, no extinto Complexo do Carandiru, em São Paulo no mesmo período em que lá cumpriram pena sequestradores de Diniz. Todos eles pertenceram a organizações da esquerda armada da América Latina.

O coronel diz que o despreparo e a maneira confusa com que os governos vêm tratando a segurança está ocasionando um fenômeno: “o estado está ajudando a organizar o crime desorganizado”.

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