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Posts com a Tag Salvador

quinta-feira, 5 de março de 2015 Partidos | 13:00

PTB e DEM retomam conversas sobre fusão

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O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM-BA). Foto: Divulgação

O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM-BA). Foto: Divulgação

Nesta quinta-feira, as bancadas do DEM e do PTB se sentam para retomar as conversas sobre uma possível fusão.

Na bancada do PTB, o clima é mais favorável à movimentação, que resultaria no quarto maior partido do Congresso Nacional. Fala-se em manter a sigla do Partido do Trabalhista Brasileiro e o número eleitoral 14.

O DEM ainda tem certa resistência – motivo que levou, inclusive, à ida do prefeito de Salvador e um dos principais expoentes da sigla, Antônio Carlos Magalhães Neto, para Brasília.

Leia também: DEM descarta plano de fusão com PSDB

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quinta-feira, 13 de março de 2014 Congresso | 12:00

Após bate-boca em comissão, petista critica Lei de Licitações

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Um debate acalorado entre os deputados Nelson Pellegrino (PT-BA) e Onyx Lorenzoni (DEM-RS) marcou a reunião desta quarta-feira na Comissão Mista sobre a  Medida Provisória (MP) 630/2013, que estende o Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC) a obras do sistema prisional.

Depois de críticas de Lorenzoni ao relatório da senadora Gleisi Hoffman (PT-PR), o baiano acusou o DEM de incoerência e uso irregular do RDC citando o prefeito de Salvador ACM Neto.

“Era um dos que mais  condenaram o RDC. Agora, como prefeito de Salvador, mudou completamente o discurso. Está fazendo uma obra de R$57 milhões sem licitação, pelo regime do RDC e já está anunciando uma outra de R$100 milhões pelo RDC também”, disse o petista

O correligionário do prefeito baiano respondeu o petista tem dor de cotovelo por ter perdido a eleição para ACM Neto.

Depois do bate-boca, Pellegrino reforçou sua defesa do RDC e criticou a Lei de Licitações.

Assista:

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quarta-feira, 20 de março de 2013 Congresso | 13:38

ACM Neto critica União e antecessor por dificuldade financeira de Salvador

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O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), não perdeu a chance de criticar seu antecessor, João Henrique (PP), pela situação financeira da cidade.

ACM Neto, que esteve em Brasília para o encontro de prefeitos com os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RS), também mirou no governo federal.

Segundo o prefeito de Salvador, existe uma concentração de receitas nas mãos da União que acabaria por limitar a capacidade de investimento dos municípios.

Entretanto, ACM Neto afirmou que em alguns caso, a má gestão contribuiu para agravar a situação. Perguntado se era o caso de Salvador, ele sorriu. “Sei a dificuldade que estou tendo para arrumar a casa”.

Assista:

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quarta-feira, 21 de novembro de 2012 Brasil | 12:29

A última missão de ACM Neto

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O prefeito eleito de Salvador viaja na quinta-feira para sua última missão como deputado federal.

ACM Neto (DEM-BA) integrará comitiva do presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), que vai a Nova Iorque para visita à ONU, debate sobre os Brics e uma rodada de bate-papo com empresários estadunidenses.

ACM Neto deixa o cargo de deputado em 1º de janeiro, quando toma posse no Palácio Tomé de Sousa, sede da prefeitura de Salvador.

Atual líder do DEM na Câmara, ACM Neto está tratando de sua sucessão pessoalmente.

O mais cotado é Onyx Lorenzoni (DEM-RS), amigo do baiano.

Os dois chegaram juntos à Câmara, em 2003, e desde o começo ficaram próximos.

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segunda-feira, 5 de novembro de 2012 Brasil, Cidades | 11:00

Desafios de ACM Neto

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Prefeito eleito de Salvador, ACM Neto (DEM) não terá vida fácil na tarefa de tentar ajeitar a cidade, que passa por uma grave crise.

Em conversas com amigos, tem  revelado a série de problemas que enfrentará.

Há queda no turismo não tem poupado o Carnaval – no período, a cada ano, a presença de visitantes tem sido de 10% a 15% menor.

A cidade, que conta com cerca de 3 milhões de habitantes, tem um orçamento em torno de  4 bilhões. Só para comparar: no Rio há o dobro de moradores, mas a prefeitura tem cinco vezes mais dinheiro em caixa.

Para começar a organizar Salvador, Neto gostaria de aplicar uma versão do choque de ordem carioca – que inclui medidas como repressão a camelôs e a ambulantes nas praias – , mas teme por suas consequências sociais.

A informalidade por lá é ainda maior que a existente no Rio.

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sexta-feira, 2 de novembro de 2012 Brasil | 12:38

ACM Neto se encontra com Paes

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Prefeito eleito de Salvador, o deputado ACM Neto (DEM) esteve ontem, no Rio,  com o prefeito Eduardo Paes (PMDB).

Pediu algumas dicas sobre como tocar seus primeiros cem dias de governo.

Amigos, ACM Neto e Paes atuaram juntos na CPI dos Correios, que investigou o caso mensalão.

Depois, o carioca saiu do PSDB, foi para o PMDB, fez as pazes com Lula e entrou para a base aliada do governo federal.

O baiano continuou na oposição.

Por último: o ex-prefeito Cesar Maia, do mesmo partido de ACM Neto, não deve ter gostado do encontro – Paes, que começou a vida política com ele, hoje é seu adversário.

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quarta-feira, 24 de outubro de 2012 Brasil | 18:30

Cúpula da Fazenda larga Prefeitura de Salvador

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Há uma semana que a Secretaria de Fazenda de Salvador está sem comando. O secretário, Ruy Macedo, e a subsecretária, Liziane Guimarães, pediram pra sair – e saíram – depois de uma reunião pra lá de tensa com outros secretários.

No encontro, houve uma forte pressão para liberação de verbas para pagamento de fornecedores – afinal de contas, o governo de João Henrique (PP) está prestes a acabar e muita gente está querendo receber seu dinheirinho.

A controladora-geral do município, Herculina Martinez, e a contadora-geral, Simone Andrada Silva, seguiram o exemplo da cúpula da Fazenda e também largaram seus cargos.

O prefeito tenta segurar as pontas: nenhuma das demissões foi publicada no Diário Oficial.

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domingo, 14 de outubro de 2012 Eleições | 10:15

PMDB de Salvador apoia candidato do DEM, mas jura que estará com Dilma em 2014

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O deputado federal Lúcio Vieira Lima comanda o PMDB da Bahia junto com seu irmão, o ex-ministro da Integração Nacional Geddel Vieira Lima, que hoje ocupa uma diretoria da Caixa Econômica Federal.

Mesmo assim, o PMDB declarou apoio no segundo turno ao candidato do DEM para prefeito de Salvador, ACM Neto. E desfilou do partido o candidato a prefeito no primeiro turno, Mario Kertész, que manifestou apoio ao petista Nelson Pelegrino nesta segunda fase das eleições municipais.

Em entrevista ao Poder Online, Lúcio Vieira diz que isso é apenas uma decisão local, que não teme pelo cargo de seu irmão no governo. E que em 2014 o PMDB baiano estará até o pescoço lutando pela reeleição de Dilma Rousseff à Presidência da República.

Poder Online – Não foi uma atitude muito radical expulsar o Mário Kertész só porque ele manifestou apoio ao Pelegrino?

Lúcio Vieira Lima – Nós não o expulsamos. Ele se desligou do partido de comum acordo com a Executiva, já que tinha se filiado apenas para concorrer à Prefeitura. Ele havia declarado antes que, se perdesse, não continuaria na política.

Poder Online –Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula devem fazer campanha pelo Pelegrino. E o vice- presidente da República, Michel Temer, que é do PMDB, fará campanha  pelo candidato de vocês?

Lúcio Vieira Lima – Neste segundo turno estamos apoiando o candidato do DEM. Não estamos diretamente na disputa. Então não há essa necessidade da presença do Michel. Já no caso do Pelegrino, a Dilma e o Lula são do partido dele. É natural que façam campanha.

Poder Online – A imprensa noticiou que a presidenta Dilma encarregou o Michel de convencer o PMDB baiano a apoiar o Pelegrino.

Lúcio Vieira Lima – Não fomos procurados por ninguém.

Poder Online – Vocês não acham incoerente apoiar o ACM Neto com o Geddel tendo um cargo na diretoria da Caixa Econômica Federal. Não temem que isso acabe criando problemas para ele no governo.

Lúcio Vieira Lima – O ex-ministro Geddel virou diretor da CEF devido à competência administrativa demonstrada quando comandou a pasta da Integração nacional no governo Lula. E também devido ao apoio que demos à eleição da presidenta Dilma em 2010. Essas são eleições municipais. Nada têm a ver com o quadro nacional  Estamos apoiando o ACM Neto porque achamos que Salvador e a Bahia querem mudança. Tanto que ACM Neto saiu na frente no primeiro turno. E tanto que, segundo as pesquisas, o governador  Jaques Wagner (PT) tem cerca de 3% de ótimo na avaliação popular enquanto a presidenta Dilma tem 67%.

Poder Online – Vocês aqui estão contra o PT. Em 2014 apoiarão a reeleição da Dilma como candidata do PT à Presidência da República?

Lúcio Vieira Lima – Claro! Não há outra hipótese. Aqui na Bahia o PT fez um péssimo trabalho. Mas, no governo federal, com a presidenta Dilma à frente, tem feito um excelente trabalho. Até porque tem tido a ajuda do PMDB e do vice-presidente Michel  Temer. Nós estaremos engajados na reeleição da Dilma e do nosso Michel. Não há outro caminho.

Poder Online – E as mágoas com a participação de Lula e Dilma nas campanhas de Salvador e da Bahia contra os candidatos do PMDB local?

Lúcio Vieira Lima – Não há mágoas. São questões políticas, envolvendo a política local. Não sei porque o país olha a Bahia como algo estranho. Aconteceram casos assim no país inteiro nestas eleições. E no passado também. O Jaques Wagner, por exemplo, esteve na Convenção do PSDB apoiando a candidatura do tucano Antônio Imbassahy a prefeito. Foi incoerência?

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segunda-feira, 8 de outubro de 2012 Eleições | 19:05

Temer escalado para amansar Geddel

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O presidente do PMDB, Michel Temer, é quem vai tentar convencer o peemedebista Geddel Vieira Lima da necessidade de o partido apoiar, no segundo turno das eleições em Salvador, o candidato do PT, Nelson Pelegrino, que disputará contra ACM Neto, do DEM.

Principal cacique do PMDB baiano, Geddel está incompatibilizado com o governador Jaques Wagner (PT).

Mas o candidato do partido que foi derrotado na disputa pela Prefeuitura, Mario Kertész, não gostaria de apoiar o neto do ex-governador Antônio Carlos Magalhães.

Se não conseguir o apoio de Geddel para o PT, Temer pedirá que, pelo menos, o PMDB fique neutro.

Ex-deputado, Geddel ocupa uma diretoria da Caixa Econômica Federal.

De fato, seria complicado para um funcionário do Poder Executivo sair em campanha aberta por um candidato de oposição.

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Eleições | 05:01

PSB já ameaça tomar espaço do PMDB, afirma Geddel Vieira Lima

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Com dois prefeitos de capitais — importantes como Belo Horizonte e Recife — eleitos no primeiro turno e outros três disputando o segundo turno, o PSB do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, teve um resultado igual o do maior partido do país, o PMDB.

Mas com uma diferença: o PSB só elegeu três prefeitos de capitais em 2008 e poderá chegar a cinco nessas eleições de 2012.

Já o partido do vice-presidente da República, Michel Temer, diminuiu.

Eram seis peemedebistas  prefeitos de capitais em 2008 e, nestas eleições, no máximo serão cinco: Rio de Janeiro e Boa Vista (AC), onde o PMDB foi vitorioso no primeiro turno, e outras três capitais em que disputa o segundo turno.

— O problema não é só numérico. É também de estratégia. O PSB cresce e toma espaço porque tem projeto de poder, ameaça com a candidatura do Eduardo Campos a presidente da República. O PMDB está há várias eleições presidenciais sem apresentar candidato, sem se colocar como possibilidade de poder – reclama o ex-deputado e ex-líder na Câmara Geddel Vieira Lima (PMDB-BA).

Geddel acaba de amargar uma derrota em Salvador, com o candidato de seu partido, Mário Kertesz, não chegando aos 10% dos votos para prefeito.

Agora Geddel terá que decidir entre apoiar no segundo turno um arquiinimigo histórico — o DEM do candidato ACM Neto –, ou apoiar o novo grande inimigo, o PT do governador Jaques Wagner, que tem como candidato Nelson Pelegrino.

— O PMDB pagou nessas eleições o preço de estar há tantos anos a reboque dos outros. O DEM fez isso. Ficou a reboque do PSDB e agora está praticamente acabando. Espero que o meu partido reveja sua estratégia.

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