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domingo, 26 de outubro de 2014 Eleições | 18:44

Lula acompanhará resultado do segundo turno em Brasília

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff. (Foto: Divulgação)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff. (Foto: Divulgação)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva já embarcou para Brasília, onde deve participar do ato em que a presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff, fará seu pronunciamento sobre o resultado final das eleições.

Leia também: PT reforça segurança para receber militância em caso de vitória de Dilma

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Eleições | 17:41

PT reforça segurança para receber militância em caso de vitória de Dilma

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Segurança é reforçada para  pronunciamento de Dilma Rousseff no segundo turno. (Foto: Alan Sampaio / iG)

Segurança é reforçada para pronunciamento de Dilma Rousseff no segundo turno. (Foto: Alan Sampaio / iG Brasília)

O comitê petista reforçou o esquema de segurança para o pronunciamento da presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff sobre o resultado final das eleições.

A expectativa da campanha é de que a militância compareça em peso ao hotel onde estará a presidente, caso ela saia vitoriosa das urnas

Mais cedo, os militantes petistas assistirão ao início da apuração de votos na Torre de TV, no centro de Brasília, como feito em outras eleições.

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Eleições | 08:00

‘Dos temas de junho de 2013, prevaleceu a corrupção’, diz cientista política

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A cientista política e professora da Universidade Federal de São Carlos Maria do Socorro Souza Braga. (Foto: Arquivo Pessoal)

A cientista política e professora da Universidade Federal de São Carlos Maria do Socorro Sousa Braga. (Foto: Arquivo Pessoal)

Na opinião da doutora em ciência política e professora da Universidade Federal de São Carlos Maria do Socorro Sousa Braga, nenhum dos presidenciáveis que chegaram ao segundo turno soube incorporar, de fato, o sentimento levado às ruas do país em junho de 2013. “Dos vários temas difusos que foram apresentados, o único que prevaleceu ainda no segundo turno foi a corrupção”, diz Maria.

Em entrevista ao Poder Online, entretanto, a cientista política avalia que nenhum candidato se beneficiou particularmente das críticas à corrupção, sobretudo pela estratégia do PT de investir no discurso da credibilidade de instituições como a Polícia Federal. Maria do Socorro também acredita que uma humanização de Dilma durante os debates contribuiu para um bom desempenho. “Ela conseguiu pegar o jeito. No início, passava uma imagem de mulher durona e depois passou a rir, mostrar sensibilidade em várias questões”, elogia.

Por outro lado, na análise da professora, Aécio soube aproveitar o sentimento anti-PT, além de escolher temas estratégicos para conquistar outra parcela do eleitorado. “Uma grande sacada pra explicar tantos votos em Aécio é a questão da segurança pública e a defesa da redução da maioridade penal. Isso mexe com a população”, diz Maria do Socorro, “além desse sentimento anti-PT”.

“Eles representam dois projetos diferentes para o país”, diz a professora, apesar de reconhecer sinais de continuidade entre Dilma e Aécio. Desta vez, as semelhanças se dariam sobretudo na manutenção da lógica dos programas sociais, enquanto uma certa estabilidade na política econômica foi necessária na transição do ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso para seu sucessor petista Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002. Leia abaixo os principais trechos da conversa:

Neste último dia, o voto de indecisos pode influenciar significativamente a disputa presidencial. O que explica tanta gente ainda não ter decidido seu voto?
Na verdade, as últimas pesquisas mostram que o percentual de indecisos está reduzindo, o que significa que eles estavam mesmo em dúvida entre as duas candidaturas. Levando em conta que essa foi uma das eleições mais competitivas, se a gente olha desde 1989 pra cá, ainda havia uma certa insegurança quanto à candidatura do PSDB, pelo Aécio ser uma figura nova no cenário nacional. Tem também uma certa insegurança sobre a política mesmo do PSDB, considerando que em 2001 o Fernando Henrique Cardoso não conseguiu levar à frente o projeto que havia sido prometido, muito por causa daquela crise econômica. Mas há também uma grande crítica ao atual governo, que naturalmente é a principal vidraça.

Algum dos presidenciáveis que chegaram ao segundo turno soube dialogar com aquele sentimento das manifestações de junho do ano passado?
Na verdade, aqueles temas foram pouco debatidos. O único que prevaleceu ainda no segundo turno foi a corrupção. Mas, no fundo, a gente sabe que os dois partidos estão envolvidos em denúncias. Entre os vários temas difusos que apareceram, esse foi um dos poucos que voltou e esteve presente nas eleições. A gente praticamente não ouviu falar da questão da mobilidade urbana, por exemplo. A questão da saúde veio porque você tinha uma indecisa perguntando no último debate da Globo.

A senhora acredita que o debate sobre corrupção colou mais em algum candidato?
Quem está no governo geralmente é mais vidraça e tem que responder mais pelos atos, isso é comum acontecer. Teve o mensalão, a Petrobras… Mas eu não penso que pegou mais no PT não, porque Dilma soube responder com o fato de terem levado à prisão os condenados e de ter aberto investigações. A Polícia Federal foi uma protagonista nessa questão e mostrou que as instituições funcionam, o que é bem visto não só pelos eleitores, mas fora do país também. Se a corrupção tivesse colado mais na Dilma, o Aécio é que estaria subindo entre os indecisos. Mas é o contrário, o que é explicado principalmente por essa resposta de que “há corruptores em qualquer governo, mas estamos tentando punir”.

De uma forma geral, a senhora diria que alguém soube aproveitar melhor os debates?
Acho impressionante como a Dilma cresceu no debate, essa segurança com a qual ela passou a defender todos os programas de transferência de renda e o próprio governo, as instituições. O Aécio ficou no “leviana” e na agressividade, que foi muito criticada pelos eleitores. Ela conseguiu pegar o jeito. No início passava uma imagem de mulher durona e depois passou a rir, mostrar sensibilidade em várias questões. Isso aproxima o eleitor, até porque ela não é nada carismática, quem é carismático é o Lula. Então ela reforçou a imagem de mulher gestora, com os números na ponta da língua, o que soava meio técnico, mas também foi passando firmeza, que é o que parte do eleitor queria ver.

Tem crescido um sentimento de que haveria pouca diferença, na prática, entre eventuais governos do PT e do PSDB. A senhora concorda com essa avaliação?
Não, não. Eles representam dois projetos diferentes para o país. Por mais que se aproximem na questão da macroeconomia, com uma continuidade que é importante para a democracia, existem duas diferenças centrais. Uma é ampliação dos programas sociais, essa questão de tirar tantas pessoas da linha da miséria, é uma marca do PT que o distingue do PSDB. Outra é a política externa. Enquanto o PT e forças próximas sempre defenderam uma relação muito próxima entre os países sul-sul e a valorização do Mercosul e de países mais à esquerda do Brasil, o PSDB prioriza relações sul-norte, com os Estados Unidos e países europeus.

Os eleitores conseguiram perceber essas diferenças?
Acho que sim, principalmente o eleitorado da Classe Média C e os setores mais empobrecidos e humildes, que conseguiram acesso a compra de imóveis, carro e outros bens de consumo como a ida ao cabeleireiro, por exemplo, que normalmente só era consumido por uma classe média mais alta. Os moradores das regiões mais afastadas do sudeste que vinham para o sudeste mudar de vida e agora não precisam mais deixar suas casas. Eles percebem no bolso.

Nestas eleições, o Aécio tem reivindicado até mesmo a autoria de programas de transferência de renda como o Bolsa Família. Seria uma postura eleitoreira ou a senhora acredita que esses programas de fato seriam incorporados numa eventual vitória tucana?
Eu penso que eles continuariam, sim, porque se você tira passa a ser impopular e eles muito provavelmente nem conseguiriam fazer um sucessor no próximo mandato. Talvez eles não ampliassem, ou se limitassem a construir programas próprios com portas de saída para os programas já existentes. Seria similar ao PT, quando pegou o governo em 2002 e manteve, de certa forma, os pilares da macroeconomia – o que só começou a mudar um pouco no governo Dilma, até porque se mudasse muito bruscamente o Brasil teria um baque.

Além das diferenças ideológicas entre petistas e tucanos, boa parte do voto no PSDB vem de um sentimento anti-PT. O que representa, hoje, o voto em Aécio?
Uma grande sacada pra explicar tantos votos em Aécio é a questão da segurança pública e a defesa da redução da maioridade penal. Isso mexe com a população. Além desse sentimento anti-PT e várias críticas ao governo Dilma. Algumas decisões econômicas do PT geraram reação muito forte por alguns setores da sociedade. Fora que a mídia tradicional é extremamente crítica ao governo e assumiu uma postura muito radical. Tem aí uma critica também de setores da classe média a essa política de distribuição de renda da forma como é feita, além dos chavões que ficaram de Bolsa Esmola e Bolsa Preguiça. Mesmo com a defesa do Aécio, a gente sabe que parte desse eleitorado é muito crítica aos programas. Só que esses programas são muito populares, ser contra tira muito voto. A gente sabe que as pessoas mais críticas ao investimento nos serviços públicos e nesses programas são aqueles eleitores de uma classe que não usa esses serviços.

Existe um certo cansaço da polarização entre PT e PSDB e parte do eleitorado foi conquistada pela ex-senadora Marina Silva, com o discurso da chamada “terceira via”. Se aliar ao Aécio seria a derrota política desse discurso?
Sim, com certeza. E na minha opinião, começou bem antes, quando Marina entrou no PSB. Sei que ali era porque ela não tinha condição de ter uma candidatura própria e eles abriram espaço para ela defender muitas coisas. Ao se aliar com Aécio, ela se desconstruiu mais ainda. Em uma eventual vitória do Aécio, ela ainda poderia ocupar algum cargo e ter visibilidade pública nos próximos anos, para se fortalecer. Como provavelmente não vai ser isso que vai acontecer, ela vai ter dificuldade de se recuperar. Mas ela se desconstruiu sozinha, ao dar essa guinada, ao mudar de opiniões sérias em um mesmo dia. Ela perdeu tanto votos dos evangélicos como do eleitorado mais progressista, por isso que ela teve uma votação muito próxima da de 2010. Não consigo ver muito futuro para Marina não.

Boa parte da vantagem de Dilma é atribuída à militância de esquerda, nas ruas. Existe chance de isso levar a um maior diálogo entre a presidente e os movimentos sociais, num eventual segundo mandato?
A expectativa é essa. Imagino que quanto maior o número de votos que a militância trouxer, maior será a interlocução com esses setores, porque ela dependeu muito dessa militância que, realmente, só cresceu no segundo turno. Havia um afastamento muito grande da militância e no segundo turno o PT conseguiu essa guinada.

Mas, com a nova composição do Congresso Nacional, não será difícil conciliar as expectativas da militância com a governabilidade? A senhora enxerga algum tema reivindicado pelos movimentos sociais no qual ela tenha chances reais de avançar?
Realmente, a governabilidade vai ser difícil porque ela vai pegar um Congresso ainda mais conservador. Mas acho que uma das questões que os jovens mais queriam em junho era a passagem gratuita. Talvez ela consiga avançar nessas políticas de mobilidade urbana.

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quinta-feira, 23 de outubro de 2014 Eleições | 14:08

Ministros do TSE estimam que abstenção será menor que em 2010

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Entre os ministros do Tribunal Superior Eleitoral é praticamente um consenso que deve ocorrer uma redução no índice de abstenção do segundo turno, em comparação com as eleições de 2010.

Na opinião dos ministros, o acirramento da disputa política entre a presidente Dilma Rousseff e seu adversário tucano, Aécio Neves, deve estimular a ida da população às urnas, neste domingo.

Nas últimas eleições, o índice ficou em 21,5%, na disputa final entre Dilma e o então presidenciável José Serra (PSDB). Desta vez, a previsão dos ministros é que a abstenção fique entre 18% e 20%. Os mais otimistas falam até mesmo em 15%.

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segunda-feira, 6 de outubro de 2014 Eleições | 18:39

Após cirurgia, Siqueira é dúvida para reunião do PSB sobre 2º turno

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Carlos Siqueira (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

Carlos Siqueira (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

O ex-coordenador-geral de campanha do presidenciável Eduardo Campos (PSB), Carlos Siqueira, passou nesta segunda-feira por uma cirurgia e pode ficar de fora da reunião da executiva nacional do PSB que decidirá se o partido estará com Aécio Neves, Dilma Rousseff ou se vai liberar seus filiados para se posicionarem, no segundo turno eleitoral.

Siqueira, que é o primeiro-secretário do PSB, sofreu um descolamento de retina e muito provavelmente ainda estará em recuperação na próxima quarta-feira, quando ocorre a reunião.

Após desentendimentos, o socialista esteve ausente da campanha de Marina Silva, tão logo ela assumiu o comando da candidatura. No PSB, Siqueira é visto como um dos maiores críticos ao governo de Dilma Rousseff.

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sábado, 27 de outubro de 2012 Eleições | 16:30

O nome dele é Adenildo

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Dennis Dauttmam, do PCdoB, que disputa neste domingo o segundo turno da eleição para prefeito de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, não se chama Dennis nem é descendente da família Dauttmam.

O nome eleitoral deste baiano de Ibicarai tem a ver com seu ofício: filho de uma costureira e modista, ele se tornou estilista e montou uma confecção.

O empresário achou que seu nome de batismo – Adenildo Braulino dos Santos – não seria lá muito bom para estimular as vendas. Daí o recurso ao apelido com sotaque estrangeiro.

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segunda-feira, 22 de outubro de 2012 Eleições, Partidos | 15:07

PT quer Lula em Pelotas

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva gravou mensagem pedindo votos ao candidato do PT à Prefeitura de Pelotas, Fernando Marroni, única cidade em que haverá eleição no Rio Grande do Sul no segundo turno e outro palco de embate entre petistas e tucanos.

Com as pesquisas apontando empate técnico, Pelotas, terceiro colégio eleitoral do estado, é a esperança do PT para tentar diminuir o estrago do partido em outros grandes redutos gaúchos. Por isso, os petistas ainda insistem que, apesar da importância da eleição em São Paulo, Lula deveria abrir espaço na agenda para uma passagem rápida pelo palanque de Marroni.

Foi em Pelotas que Lula cometeu uma de suas mais célebres gafes políticas. Em 2006, sem saber que estava sendo gravado, Lula, ao ajeitar o paletó de um correligionário, soltou a frase que os adversários divulgariam durante toda a campanha: “Pelotas é pólo, né?”. Diante da concordância do interlocutor, Lula emendou: “É exportador de veados”. O interlocutor era justamente Marroni, que agora disputa com o tucano Eduardo Leite.

O governador Tarso Genro, o presidente da Câmara, Marco Maia e toda a bancada petista estarão concentrados em Pelotas nesta reta final. Lula ainda não confirmou e nem descartou o convite.

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quinta-feira, 6 de setembro de 2012 Eleições | 13:01

O que fazer no segundo turno de São Paulo?

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No caso de Celso Russomanno ir mesmo para o segundo turno, PT e PSDB estarão em apuros.

Nos dois partidos já se começa a discutir, em caso de derrota, o que é pior: apoiar Russomanno ou o arquiinimigo PT/PSDB?

No PSDB, uma ala não tem dúvidas: os aliados do governador Geraldo Alckmin já trocam figurinhas há muito tempo com o PTB, que cedeu o vice para Russomano.

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segunda-feira, 1 de novembro de 2010 Eleições | 18:51

Até onde vai a culpa de Aécio

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Itamar Franco, Aécio Neves, José Serra e Antônio Anastasia (Foto: Leo Drumond / Nitro)

A manifestação de Xico Graziano em relação ao resultado da eleição em Minas Gerais divide o PSDB, alguns concordam com a crítica do ex-deputado ao senador eleito Aécio Neves. Mas a cúpula tucana pensa diferente pelo simples motivo de que Minas Gerais sempre foi o grande empecilho para a vitória de José Serra. E Aécio nunca escondeu isso.

Essa história de Minas começou no ano passado, numa reunião do PSDB e do DEM, no Palácio dos Bandeirantes, quando discutia-se as chances da candidatura Serra ainda ouvindo os violinos das pesquisas favoráveis.

Surgiam argumentos a favor e contra até que o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, fez o ex-ministro Luiz Carlos Santos repetir publicamente sua avaliação feita no dia anterior em encontro da Executiva do DEM.

– Minas esgotou. Não vai votar em paulista. Não quer ser vice nem coadjuvante. Isso enterra as chances da candidatura  – disse o mineiro Luiz Carlos à platéia composta por Serra, FHC, Sérgio Guerra e ainda Jorge Bornhausen, Rodrigo Maia, entre outros.

Persona non grata entre os tucanos, o ex-ministro não foi levado a sério. Mas o PSDB sabia que Aécio já havia deixado claro as dificuldades que Serra teria em Minas.

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Eleições | 13:09

Staff da campanha de Dilma “lavou a alma” em restaurante nordestino

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A equipe de apoio da campanha de Dilma Rousseff comemorou a vitória da petista ontem no restaurante Xique-xique, localizado Asa Sul, em Brasília. Cerca de 100 integrantes da campanha receberam o convite para o jantar à moda nordestina.

— Vamos lavar a alma. É tudo por nossa conta! – dizia a organização.

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