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Posts com a Tag Senado

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013 Congresso | 08:00

Senadores tentam ressuscitar CPI da CBF no Senado

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O senadores Mário Couto (PSDB-PA) e Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) querem tentar mais uma vez protocolar um pedido de CPI no Senado para apurar a atuação da CBF.

Em outubro, Couto chegou a reunir 34 assinaturas (são necessárias 27 para protocolar o pedido de CPI) em seu requerimento, mas viu diversos colegas retirarem seu apoio à instalação da comissão após articulação que envolveu o governo federal.

Agora, Randolfe diz que o responsável maior pelo movimento de esvaziamento da CPI, o senador Zeze Perrela (PDT-MG), está fragilizado e não teria o mesmo poder de influenciar os demais senadores.

Assista:

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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013 Congresso | 11:00

Pessimista quanto à votação do Orçamento, senador petista voltará a Brasília depois do Natal

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Um dos principais articuladores na composição do Orçamento do próximo ano não anda lá muito otimista com a possibilidade de definição e votação da proposta.

O senador petista Walter Pinheiro (BA) disse já ter reservado uma passagem para voltar a Brasília depois das comemorações do Natal.

Há quem diga que, diante de impasses acerca do Orçamento Impositivo, existe uma chance de que a proposta orçamentária não seja votada neste ano.

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sexta-feira, 29 de novembro de 2013 Eleições | 11:00

Pedro Simon fala de Walter Pinheiro em clima de ‘já ganhou’

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O senador Pedro Simon (PMDB-RS) não economiza elogios para a eventual candidatura de Walter Pinheiro (PT-BA) ao governo da Bahia.

Ele afirma que, se Pinheiro for o escolhido do PT para a disputa no estado em 2014, não seria nada bom para o PMDB. Ele disse isso sem constrangimento ao próprio petista.

“O senhor não é um candidato bom para nós (PMDB)”, avaliou Simon, que emendou uma previsão para lá de otimista. “Para ganhar (a eleição na Bahia) é Vossa Excelência (quem deve disputar)”, disse o senador.

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quinta-feira, 28 de novembro de 2013 Eleições | 19:52

Sarney diz que decidirá sobre candidatura no ano que vem

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O ex-presidente José Sarney (PMDB-AP) diz que ainda não definiu o que fará de sua carreira política. Questionado, usou um bordão que repete com frequência: “o futuro a Deus pertence”.

Entretanto, questionado sobre uma eventual candidatura à reeleição, o senador sinalizou que não deverá se aposentar.

“Vou definir isso no próximo ano”, resumiu um lacônico Sarney. Sobre sua saúde, Sarney disse somente que “está lutando”.

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quarta-feira, 27 de novembro de 2013 Congresso | 08:00

Voto aberto fez até Jader Barbalho romper silêncio

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O calor da votação da PEC do voto aberto foi capaz de tirar o habitual silêncio o senador Jader Barbalho (PMDB-PA).

Ele tem adotado uma postura mais discreta ultimamente, entra e sai do plenário quase sem ser notado. Os discursos são raridades.

Tudo mudou na noite de ontem. “Com grande alegria e satisfação, registro meu voto não”, disse Barbalho.

Assista:

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terça-feira, 26 de novembro de 2013 Congresso | 22:46

Faixa por voto aberto irrita Renan e Aloysio

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Pouco antes de ser proclamado o resultado da votação do segundo destaque da PEC do voto aberto, na noite desta terça-feira, em Brasília, senadores que defendiam as votações abertas ensaiavam a abertura de uma faixa no plenário.

A faixa continha os dizeres “Voto aberto” e nem chegou a ser mostrada corretamente pelos senadores, mas provocou uma reação  do tucano Aloysio Nunes (SP), que era contrário ao voto aberto em todas as modalidades.

“Demagogos! Escondam essa faixa”, esbravejou Nunes.

O presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), também manifestou sua irritação com o gesto dos colegas.

Assista como foi:

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Congresso | 14:57

Tucano diz que experiência pessoal pesou em decisão de alterar PNE

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O senador Alvaro Dias (PSDB-PR) propôs alteração na meta 4 do Plano Nacional de Educação, abrindo espaço para que crianças portadoras de deficiência intelectual possam estudar em colégios especiais.

A meta 4, da forma como o texto deixou a Comissão de Constituição e Justiça, previa que alunos com esse tipo de deficiência estudassem em escolas comuns.

A alteração teve até certo ponto uma inspiração pessoal, segundo o senador. Dias tem um sobrinho com deficiência intelectual e viveu problemas de adaptação em escolas comuns.

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segunda-feira, 25 de novembro de 2013 Congresso | 17:38

‘O voto secreto é para esconder o mau hálito do parlamento’, diz Requião

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O senador Roberto Requião (PMDB-PR) estima que 80% dos senadores do seu partido votarão contra a PEC do voto aberto, cujo texto será apreciado amanhã pelo Senado.

Leia também: ‘Vitória do voto aberto será muito difícil’, diz Rodrigo Rollemberg

Ele destaca que a mudança de posição do PSDB deverá ser decisiva para a derrota da PEC.

Os tucanos fecharam questão em torno da proposta de Aloysio Nunes (PSDB-SP), que restringe o voto aberto para que ele não seja realizado, por exemplo, em apreciação de vetos presidenciais.

“Creio que 80% do PMDB votará contra. O voto secreto é para esconder o mau hálito do parlamento”, disse Requião, que afirmou que votará a favor do voto aberto, apesar de dizer que acha improvável que a PEC seja aprovada.

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domingo, 24 de novembro de 2013 Congresso | 06:00

‘Vitória do voto aberto será muito difícil’, diz Rodrigo Rollemberg

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Escalado como um dos principais estrategistas para a votação da PEC do voto aberto no Senado, Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) faz previsões pessimistas para o futuro da proposta. “Será uma votação muito difícil. Se não houver uma pressão muito grande da opinião pública até lá, a vitória do voto aberto em todas as modalidades de votação será muito difícil”, diz Rollemberg.

O senador Rodrigo Rollemberg (Foto: Agência Senado)

O senador Rodrigo Rollemberg (Foto: Agência Senado)

Ele culpa principalmente o PSDB, que fechou questão em torno da proposta de Aloysio Nunes (PSDB-SP), que prevê algumas exceções ao voto aberto, como para casos de apreciação de vetos presidenciais. “Com a mudança de posição, com o fechamento de questão do PSDB, perdemos muitos votos e isso dificultará nosso trabalho”, acredita ele.

Os defensores do voto aberto total planejam agora uma série de ações regimentais para tentar dobrar a resistência daqueles que não querem a PEC aprovada, movimento que tem apoio do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

Rollemberg fala ainda de sua pré-campanha ao governo do Distrito Federal com otimismo, apontando a formação de uma chapa com Reguffe (PDT-DF). “Temos conversado bastante e ele acha que o anúncio desse posicionamento formal deve ser feito depois do carnaval”, afirma o socialista.

Poder Online – O que o senhor espera da votação da PEC do voto aberto na próxima terça-feira?
Rodrigo Rollemberg – Será uma votação muito difícil. Se não houver uma pressão muito grande da opinião pública até lá, a vitória do voto aberto em todas as modalidades de votação será muito difícil. Já tínhamos uma situação muito apertada e esta semana o PSDB fechou questão em torno de uma posição do voto secreto para apreciação de vetos. Com isso, ficou muito mais difícil aprovar o voto aberto em todas as modalidades de votação.

Então, o que deve ser aprovado na terça-feira? Um voto aberto possível?
Eu diria que, com segurança, o plenário aprovará o voto aberto para apreciação de cassação de parlamentares, mas vamos tentar avançar no sentido de aprovar o voto aberto total. Se não for possível, pelo menos o voto aberto para outras modalidades de votação. Vamos tentar chegar a um ponto da votação em que os senadores terão de optar pelo voto total ou nada.

Como será isso?
Por táticas e enfrentamentos regimentais como fizemos na votação passada, quando conseguimos eliminar os destaques. Com isso, conseguimos aprovar em primeiro turno a PEC do voto aberto para todas as modalidades de votação. Mas com a mudança de posição, com o fechamento de questão do PSDB, perdemos muitos votos e isso dificultará nosso trabalho.

Quem o senhor diria que está se posicionando contrariamente ao voto aberto? O Renan Calheiros é contra o voto aberto?
Sim, ele é contrário ao voto aberto em todas as modalidades de votação. Ele, o PMDB, grande parte deles, e o PSDB e alguns outros parlamentares de outros partidos. Estão a favor do voto aberto o PSB, com seus quatro senadores, o PSOL, com o Randolfe (Rodrigues) e o PT, com praticamente todos os seus senadores.

O projeto do Aloysio Nunes não é tão restritivo ao voto aberto a ponto de reduzi-lo às votações de cassação de mandato. Ele aceitava voto aberto para outros casos, mas o restringia para a apreciação de vetos e autoridades. O senhor acha que esse é o meio termo possível?
Pode ser que o Senado opte por um entendimento em que concilie posições. Tudo é possível daqui até terça-feira.

O apelo popular pode ter algum peso para modificar esse cenário?
Gostaria que pesasse. Até sugeri ao presidente Renan Calheiros que colocasse na página do Senado um enquete para que a população pudesse  – já que o Senado dispõe desse recurso – se posicionar se quer o voto aberto em todas as modalidades ou se quer o voto aberto restrito. Infelizmente, não fui atendido porque o presidente Renan é contra o voto aberto total e ele sabe qual é a posição da população. A população é amplamente favorável ao voto aberto.

Como está evoluindo sua pré-candidatura ao governo do Distrito Federal?
Bem. Dedicamos um ano a estudar em profundidade o Distrito Federal. Implementamos 12 núcleos temáticos que estão estudando o Distrito Federal com profundidade. Realizamos dois seminários nas cidades discutindo políticas públicas e um terceiro ontem na cidade do Gama. Além disso, uma comitiva de quatro integrantes que está trabalhando na elaboração do plano de governo esteve em Pernambuco para conhecer o modelo de gestão do governador Eduardo Campos. Diria que estamos agregando muito valor a esse processo de reflexão sobre o Distrito Federal e de construção de políticas públicas.

O que o senhor pretende trazer da administração Campos em Pernambuco para o Distrito Federal?
O que nos impressionou bastante é o modelo de gestão, que é baseado em planejamento, execução, acompanhamento e ajustes e isso é feito de forma regular, permanente, de perto com a participação do governador, com definição clara de responsabilidades e que tem dado resultados claros em que a população reconhece o governador Eduardo Campos como o melhor governador do Brasil.

O senhor já definiu quem será o coordenador da campanha?
Não. Temos um coordenador do programa de governo, que é o professor Paulo Sales, um pós-doutor em ecologia, pela universidade de Edimburgo (Escócia), uma pessoa muito experiente.

E o Reguffe, vem para essa chapa ou não vem?
Tenho conversado bastante com o Reguffe, temos muita afinidade e essa é a disposição comum, de estarmos juntos numa única chapa em 2014.

E como está o diálogo entre Rede e PSB, o senhor pode detalhar um pouco isso?
O diálogo com a Rede está muito bom. Nesses seminários temáticos a Rede tem participado, tem mandado representantes e aqui no Distrito Federal o entendimento é o melhor possível.

O senhor acha então que será possível formar uma chapa conjunta com a Rede no Distrito Federal?
A Rede aqui já está participando. Não tenho dúvida de que a Rede gostaria muito, como nós do PSB também e tenho convicção de que o PDT também, de estarmos todos juntos. Reguffe e eu na mesma chapa é algo que atenderia a todos, PSB, PDT e Rede.

Como ele tem reagido a essa perspectiva?
Muito bem. Temos conversado bastante e ele acha que o anúncio desse posicionamento formal deve ser feito depois do carnaval.

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sexta-feira, 22 de novembro de 2013 Congresso | 11:00

Senadores pró-voto aberto já esperam derrota

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Senadores que defendem o voto aberto têm trabalhado com uma projeção nada animadora para a votação que deverá ocorrer na próxima terça-feira no Senado.

Leia mais: Ativistas cobram senadores por aprovação da PEC do Voto Aberto

Um levantamento feito pelos assessores do senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), por exemplo, aponta derrota da proposta, que receberia 41 votos a favor e 39 votos contrários. Para aprovar o voto aberto, a PEC precisa receber 49 votos favoráveis.

Os senadores trabalham agora contra o tempo para achar soluções regimentais que apoiem formas de impedir que o projeto seja reduzido ao fim do voto fechado somente para casos de cassação. Obstrução pode ser uma arma.

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