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domingo, 8 de fevereiro de 2015 Congresso | 06:00

‘Quero deixar minha marca’, diz Clarissa Garotinho

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Com um caldinho de legumes, Clarissa Garotinho (PR-RJ) encerrou sua primeira semana de deputada federal. Entre uma colherada e outra, a carioca se recuperava da gastrite e revisava emendas de sua autoria que teriam de ser apresentadas no mesmo dia. “Já tem um mês que consegui cortar totalmente o glúten e a lactose!”, comemorou. Em poucas horas, embarcaria para o Rio de Janeiro, onde terá outro gabinete.

A deputada federal Clarissa Garotinho (PR-RJ). Foto: Divulgação

A deputada federal Clarissa Garotinho (PR-RJ). Foto: Divulgação

“Quem pensa que deputado federal não trabalha, se engana”, desabafa. “Quarta-feira eu cheguei 9h da manhã e trabalhei até meia-noite. Até botei uma foto no Facebook”, diz Clarissa, ao mostrar os mais de dois mil compartilhamentos alcançados pela publicação. “Quando eu vim pra cá, até pensei ‘ah, de repente vou fazer algum curso na UnB’, mas acho que não vai dar tempo.”

De fato, a tirar por seus primeiros dias na Câmara dos Deputados, a nova rotina de Clarissa parece ser agitada. Recém-chegada, ela já foi escalada para presidir a comissão que couber ao seu partido, o PR. Filha do ex-governador Anthony Garotinho (PR-RJ), também avisou que pretende participar ativamente das discussões nas bancadas feminina e evangélica, além de trabalhar pela aprovação de projetos de sua autoria.

“Não é nem que exista uma cobrança das outras pessoas, mas existe uma cobrança minha mesmo. Existe uma expectativa”, explica. “Meu pai foi governador, candidato a presidente da República, é evidente que ele tem uma experiência muito maior e muito diferente da minha, mas eu quero deixar minha marca aqui também e poder corresponder à expectativa de 335.061 eleitores que me elegeram.” Leia abaixo os principais trechos da entrevista.

De uma forma geral, sua chegada em Brasília tem despertado bastante atenção. Não só pelo histórico familiar, mas pela sua trajetória no Rio de Janeiro. Mas, uma vez aqui, como fazer para se diferenciar em meio aos 513 deputados que disputam visibilidade?
Essa é realmente uma diferença que tem aqui. Eu já fui vereadora e deputada estadual num universo menor de parlamentares, onde você pode se pronunciar mais vezes. Aqui, por exemplo, eu me pronunciei duas vezes no primeiro dia, fiz minha inscrição no segundo e me disseram que quem não tinha falado ainda teria prioridade. Aí, quando eu me inscrevi, eu tava na vaga 39 e, de repente, quando eu olhei o painel de inscrição, tinha sido jogada pra 56. Não ia dar mais tempo de falar. Realmente é difícil. Mas eu acredito que quem realmente trabalha tem formas de mostrar isso. Tanto no plenário, como dentro da bancada. Além disso, no partido já tem um entendimento para que eu assuma a bancada que nos couber.

Assumir uma comissão já no primeiro ano de mandato não é simples. Como foi essa negociação?
Na verdade, a bancada do Rio de Janeiro tem uma força grande na bancada nacional. Rio e São Paulo têm seis deputados federais, sendo que, proporcionalmente, seis deputados do Rio têm mais representatividade. Então, nós reivindicamos a presidência de uma Comissão e a bancada do Rio acordou que o nome que representaria o grupo seria o meu. O partido viu isso com bons olhos, também. Acho que é bom, é meu primeiro mandato, né? Tem gente que às vezes fica muitos anos por aqui e não consegue presidir uma comissão. Acho que é um voto de confiança. Sendo jovem, mulher e no primeiro mandato é um grande desafio. Mas eu gosto de desafios!

A senhora sente uma pressão maior por ser filha do ex-governador Anthony Garotinho?
É a primeira vez que eu vou ocupar um cargo que meu pai também ocupou, né. Eu fui vereadora do Rio, ele não foi. Fui deputada estadual e ele só tinha sido há muitos anos atrás, em um Parlamento completamente diferente. Aqui eu vou conviver com pessoas que foram deputados com ele e agora vão ser deputados comigo. Não é nem que exista uma cobrança das outras pessoas, mas existe uma cobrança minha mesmo. Existe uma expectativa. Meu pai foi governador, candidato a presidente da República, é evidente que ele tem uma experiência muito maior e muito diferente da minha, mas eu quero deixar minha marca aqui também e poder corresponder à expectativa de 335.061 eleitores que me elegeram. Cada um tem importância.

Nesta primeira semana, já foi possível perceber a diferença entre as rotinas de deputada estadual e federal?
Olha, essa rotina ainda tá sendo estabelecida, em uma semana ainda não posso dizer que já tenha uma rotina. Mas aqui é… quem pensa que deputado federal não trabalha, se engana. Acredito até que, se algum não quiser trabalhar, não trabalha. Mas, quarta-feira, eu cheguei 9h da manhã e trabalhei até meia-noite. Até botei uma foto no Facebook, mostrando que tava levando trabalho pra casa. Anteontem, teve sessão até onze e meia. Isso porque as comissões e as CPIs não começaram a funcionar ainda. Foi a primeira semana e já teve muito trabalho. Quando eu vim pra cá, até pensei ‘ah, de repente vou fazer algum curso na UnB’, mas acho que não vai dar tempo.

Como a senhora avalia a chegada do Eduardo Cunha (PMDB-RJ) à presidência da Casa?
Olha, eu fui oposição porque discordo dos métodos dele. Essa prática de vender dificuldades para colher benefícios. Acho que o Brasil perdeu. Mas a Câmara escolheu, o Plenário é soberano e ele é o presidente da Casa. Nós vamos precisar ter uma relação institucional, embora eu continue com as minhas divergências.

Parte da bancada religiosa tem demonstrado um certo entusiasmo com a chegada de um evangélico à Presidência. Como a senhora, que também é evangélica, enxerga isso?
Acho que, como presidente da Casa, ele representa uma instituição. E ele mesmo fez bem essa separação, numa entrevista que ele deu, dizendo que ali ele representava a Câmara dos Deputados, embora tivesse suas opiniões pessoais. É evidente que a bancada vai acompanhar, mas eu mesma ainda não participei de nenhuma discussão, porque ainda não começaram as reuniões. Como eu não tava aqui no ano passado, nem sei que posição a bancada evangélica tem hoje. Mas eu não votei nele, porque não acredito no tipo de política que ele faz.

A senhora pretende participar ativamente da bancada evangélica?
Ah sim, eu pretendo ir nas reuniões.

Tem algum projeto específico voltado para essa área?
O primeiro projeto que a gente está trabalhando é mais voltado para a área de educação, terceira idade e jovens. Como eu ainda não os apresentei, não queria falar sobre projetos agora. Ainda estamos escrevendo, fechando os detalhes.

A senhora assinou o requerimento para a instalação da nova Comissão Parlamentar de Inquérito da Petrobras. Esse deve ser um dos assuntos acompanhados pelo mandato?
Eu acho que uma nova CPI é válida, mas ainda não sei se vou participar porque dentro do partido precisamos ver como será a divisão de espaço. De qualquer forma, surgiram novos fatos, sem contar que ano passado foi um ano eleitoral então, inevitavelmente, o debate das eleições contaminou um pouco a discussão. Agora, todo o povo brasileiro quer respostas sobre a Petrobras e nós, do Rio de Janeiro, ainda mais. Porque a sede da Petrobras é no nosso estado, onde fica um volume enorme de recursos. Existe lá a construção do Complexo Petroquímico, o Comperj, instalado em Itaboraí, que era motivo de esperança pra população carente de São Gonçalo. Só que ela foi iniciada há nove anos e ainda não tem previsão de conclusão. Não apenas precisamos de uma CPI da Petrobras, mas de explicações sobre a construção das novas refinarias. O Sérgio Cabral e o atual governador (Luiz Fernando Pezão, ambos do PMDB) são citados na Lava Jato. Nós queremos resposta.

O Congresso Nacional pode realmente contribuir com essas investigações ou a CPI será mais um palanque político?
Eu acho que o Parlamento não pode ficar de fora. A Polícia Federal e o Ministério Público estão fazendo um excelente trabalho e quanto mais a sociedade cobra, mais nós precisamos dar respostas.

Já nesta primeira semana, foi possível observar um desgaste inicial dentro da bancada feminina (leia mais aqui). Em que temas as mulheres poderiam avançar de forma conjunta?
Eu acho que a sugestão que eu dei foi muito bem aceita, para a gente pensar em projetos não individuais, mas sim coletivos, para ganhar força de tramitação. Eu perguntei se elas têm esse hábito de fazer isso aqui e me disseram que não. Mas acho que a gente ganharia força de tramitação porque, como ali a gente tem a representação de quase todos os partidos, se todas assinarem e pressionarem suas bancadas a gente consegue aprovar muita coisa. No final, isso que é o mais importante. É evidente que o primeiro processo, que é o processo eleitoral, traz divergências de método, mas não são divergências pessoais.

A senhora já tem algum projeto em mente, que poderia ser apresentado desta forma coletiva?
Tenho, mas prefiro discutir isso com a bancada feminina primeiro.

No final do ano passado, a bancada decidiu atuar como um “bloco parlamentar” em alguns momentos, para tentar garantir a presidência de determinadas comissões ou a relatoria de matérias estratégicas. Pode dar certo?
A deputada Luiza Erundina (PSB-SP) tem uma proposta que estabelece que haja pelo menos uma mulher na mesa, não é? Isso eu acho legal, porque é uma proposta específica. Nós temos que colocar isso como uma regra da Casa. Agora, organizar como bloco a votação é muito difícil, a menos que seja em temas voltados para a família, a mulher. Porque, em outros temas, nós temos orientações partidárias divergentes. Hoje, uma das mulheres que nós temos na Mesa (Mara Gabrilli, PSDB-SP) está lá não pela atuação em bloco da bancada feminina, mas porque houve um entendimento do PSDB de botar uma mulher na mesa. Foi fruto de uma escolha partidária.

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sexta-feira, 30 de maio de 2014 Eleições | 07:30

Romário preocupa Jandira Feghali em disputa por Senado

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Deputada federal Jandira Feghali  (Foto: Divulgação)

Deputada federal Jandira Feghali (Foto: Divulgação)

Pré-candidata ao Senado, a deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) tem examinado com atenção o resultado das pesquisas internas encomendadas, que analisam o cenário da disputa no Rio de Janeiro.

A mais recente, recebida na última quinta-feira, revela que a disputa estaria concentrada especialmente entre Jandira e o também deputado federal Romário (PSB-RJ).

O ex-governador Cabral, que confirmou recentemente sua candidatura ao Senado, seria menos preocupante devido aos altos índices de rejeição apresentados.

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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014 Eleições | 07:30

PMDB avalia que Pezão já tem metade do tempo de TV

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Pezao

Luiz Fernando Pezão (foto: divulgação)

Na sua estratégia de tentar isolar o PT no Rio de Janeiro, o PMDB comemora ter engatilhado acordo com 14 partidos no estado.

Com isso, peemedebistas estão saltitantes comemorando o tamanho do tempo de TV que Luiz Fernando Pezão (PMDB) terá na propaganda eleitoral.

Pelos cálculos do PMDB, Pezão já teria garantido metade do tempo disponível no horário eleitoral.

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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014 Eleições | 15:00

PMDB planeja lançar entre 18 e 20 candidatos a governos estaduais

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O PMDB pretende lançar entre 18 e 20 candidatos a governos estaduais na eleição de outubro.  A projeção do partido é de que há chances de levar a melhor em 10 estados.

Com a lista, o comando peemedebista deixou claro que baterá o pé na candidatura própria no Rio. Incluiu na conta o lançamento de Luiz Fernando Pezão à sucessão de Sérgio Cabral.

 

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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013 Eleições | 09:00

PMDB do Rio acredita que rejeição a Cabral não contaminará Pezão

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O PMDB do Rio de Janeiro trabalha com certo otimismo quanto a abordagem que terá de usar para evitar que a rejeição ao governador Sergio Cabral contamine seu sucessor, Luiz Fernando Pezão, atual vice-governador.

Nos bastidores, o partido se apoia em pesquisas internas para argumentar que a rejeição a Sergio Cabral (PMDB) é algo muito focado na figura do governador, não contamina o PMDB e, portanto, não deve ser o maior dos problemas para Pezão.

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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013 Eleições | 08:00

Para PMDB, campanha de Cabral permitirá defender gestão

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Sérgio Cabral

Sérgio Cabral

A cúpula do PMDB do Rio de Janeiro acredita que o governador Sergio Cabral terá a oportunidade e a exposição adequada para defender seu mandato durante o processo eleitoral do próximo ano.

A renúncia de Cabral é mais do que esperada para que ele possa concorrer a uma vaga no Senado em 2014.

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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013 Eleições | 21:33

Filho do governador do Rio vira alvo de piada no PMDB

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Uma piada maldosa circula entre peemedebistas do Rio de Janeiro a respeito da candidatura de Marco Antônio Cabral, filho do governador Sérgio Cabral (PMDB), à Câmara dos Deputados.

É que toda vez que Marco Antônio aparece numa inauguração ao lado do pai, acaba alvo das mesmas vaias que ultimamente perseguem o governador fluminense.

Assim, a piada diz que se Marco Antônio quiser ser eleito deputado federal no ano que vem, deveria ficar em casa assistindo à sessão da tarde na TV e não teria nenhum problema em ganhar. Já se insistir nas aparições ao lado do pai, poderia correr o risco de perder a eleição.

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terça-feira, 3 de dezembro de 2013 Eleições | 10:00

Decisão sobre saída do PT-RJ de governo de Cabral fica para semana que vem

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O senador Lindbergh Farias (PT-RJ), que tenta viabilizar sua candidatura ao governo do Rio de Janeiro, foi até São Paulo encontrar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente nacional do PT, Rui Falcão, mas ainda não teve uma resposta definitiva sobre a saída do partido do governo de Sérgio Cabral (PMDB).

Lindbergh Farias (Foto: José Cruz/ABr)

Lindbergh Farias (Foto: José Cruz/ABr)

Leia também: Lula pede esforço ao PT para reproduzir a aliança nacional nos Estados

Lindbergh participou da reunião de Lula e Falcão com os presidentes eleitos dos diretórios estaduais. Ele teve uma rápida conversa reservada com os dois e ficou acertado que uma reunião entre eles e presidente do PT-RJ, Washington Quaquá, será marcada na semana que vem para resolver a situação. Lula teve que sair cedo do encontro por conta da morte do governador de Sergipe, Marcelo Déda.

Tanto Falcão quanto Quaquá afirmaram que a candidatura de Lindbergh é certa e irreversível. No entanto, o apelo feito pelo PMDB durante reunião na Granja do Torto para que o partido não deixasse o governo de Cabral até março fez com que o partido adiasse o posicionamento oficial.

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quarta-feira, 23 de outubro de 2013 Eleições | 13:58

Falando como candidato, Lindbergh cobra saída imediata do PT do governo Cabral

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O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) fala com desenvoltura e em tom de candidato: “Acho que o PT já deveria ter saído desse governo há muito tempo”.

Leia também: PT do Rio traça plano para tirar Crivella da disputa e alocá-lo na campanha de Dilma

O senador fluminense diz já ter o esboço do que pretende apresentar como discurso de campanha para a corrida eleitoral do próximo ano no Rio de Janeiro.

“A gente quer fazer no Rio o que o Lula fez no Brasil. Mudar as prioridades, olhar para os trabalhadores, para os mais pobres. Acho que há uma concentração muito grande dos investimentos nas áreas mais ricas do Rio de Janeiro”, criticou Lindbergh, para quem a administração de Cabral atua como “Robin Hood às avessas”. “Você tira dos pobres, para concentrar nas áreas mais ricas”, disse ele.

Lindbergh afirmou ainda que o legado das Olimpíadas será um Rio de Janeiro mais desigual.

Assista:

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terça-feira, 22 de outubro de 2013 Eleições | 17:46

Petistas reforçam discurso por ruptura com PMDB no Rio

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Tem crescido entre petistas fluminenses da Câmara dos Deputados o sentimento de que o partido deve entregar os cargos que têm na administração de Sérgio Cabral (PMDB) imediatamente.

Leia também: PT do Rio traça plano para tirar Crivella da disputa e alocá-lo na campanha de Dilma

O diretório fluminense do PT tem reunião marcada para o próximo dia 25 de novembro para definir o que fará em relação à participação do partido no governo Cabral (PMDB).

O fracasso na tentativa de entendimento na reunião desse final de semana entre o presidente nacional do PT, Rui Falcão, e Cabral, fez crescer a tendência para que o PT saia do governo o quanto antes, sem esperar o próximo ano.

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