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Posts com a Tag Sérgio Guerra

quinta-feira, 6 de março de 2014 Eleições | 12:08

Sérgio Guerra articulou a aliança entre Eduardo Campos e Aécio Neves

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Os pré-candidatos à Presidência da República, Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB), estarão juntos no velório do ex-presidente do PSDB, Sérgio Guerra, em Recife.

Amigo pessoal de Miguel Arraes, avô de Eduardo Campos, Sérgio Guerra foi o principal articulador da aliança informal entre Campos e Aécio para derrotar Dilma Rousseff (PT) nas eleições deste ano.

Ex-filiado do PSB, o economista Sérgio Guerra foi secretário nos dois governos de Miguel Arraes. Ele comandou as pastas da Indústria, Comércio e Turismo, e de Ciência e Tecnologia do governo pernambucano. Em 1999, deixou o PSB e se filou ao PSDB.

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terça-feira, 7 de janeiro de 2014 Eleições | 19:25

PSDB tenta conter deputados resistentes à aliança PSB em Pernambuco

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O deputado e presidente do PSDB pernambucano, Sérgio Guerra, convocou os deputados do partido na assembleia para contornar o mal-estar que se instalou no partido após o anúncio da aliança com o PSB, do governador Eduardo Campos.

Deputado Sérgio Guerra (foto: José Cruz/ABr)

Deputado Sérgio Guerra (foto: José Cruz/ABr)

Segundo Guerra, o apoio ao PSDB teve aprovação “praticamente unânime” do diretório estadual. Ele apresentou números de eleições anteriores aos deputados, que ficaram com os ânimos mais calmos.

Pelos cálculos do presidente tucano, Campos vai ter aproximadamente 60% dos votos no Estado, enquanto que o candidato do PSDB à Presidência, senador Aécio Neves (MG), terá cerca 10%. Enquanto isso, em Minas Gerais, os números deverão ser invertidos. Para haver segundo turno, é preciso que a oposição esteja unida.

“Não compensa politicamente, financeiramente, estrategicamente, nos arriscarmos por 10% de votos. Nós vamos apoiar o PSB em Pernambuco e eles irão nos apoiar em Minas Gerais”, afirmou Guerra.

Leia também: Líder do PSDB em PE rejeita aliança com Campos e se diz ‘independente’

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segunda-feira, 2 de setembro de 2013 Congresso | 18:00

‘Vale tudo contra este vale-tudo’, diz deputado sobre UFC

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O deputado José Mentor (PT-SP) ganhou um aliado em sua campanha para banir as transmissões do UFC da televisão aberta.  Trata-se do Pastor Eurico (PSB-PE), que tem mostrado enorme vigor em retirar da programação da televisão as lutas do UFC.

Leia também: Petista diz que MMA é como cigarro e cachaça

“Vale tudo contra este vale-tudo miserável que está sendo levado para as nossas crianças”, disse Eurico sobre as lutas de MMA.

Pelo menos dois deputados já se posicionaram claramente na outra ponta da discussão e defendem as transmissões do UFC na TV: o ex-presidente do PSDB, Sérgio Guerra, e Hugo Leal (PSC-RJ), qua admitiu ser apreciador de artes marciais.

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sexta-feira, 30 de agosto de 2013 Congresso | 08:00

Em defesa do UFC, ex-presidente tucano diz que novelas são piores que lutas

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O ex-presidente do PSDB, deputado Sergio Guerra (PE), se colocou contrário à proposta do petista José Mentor (SP) de banir as transmissões do UFC da televisão brasileira.

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Guerra chamou de falsa a discussão sobre o tema e afirmou que, comparativamente, as novelas são piores que as lutas no sentido de incentivar “desequilíbrios”.

“As novelas muitas vezes incentivam, de forma objetiva, uma série de desequilíbrios muito mais efetivos, simbólicos do que uma luta submetida a regras e transmitida pela televisão”, disse o tucano.

Ele criticou a iniciativa do colega e disse que limitar a transmissão das lutas do UFC é algo que “não tem pé nem cabeça”.

“A discussão sobre os limites da democracia brasileira e a ação da cultura popular que a televisão desenvolve sobre os atos dos brasileiros é uma discussão que vale a pena fazer. A ideia de fazer, com uma ação precária, pretender limitar a transmissão de um esporte, seja ele qual for, não tem pé nem cabeça”, declarou Guerra

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domingo, 4 de agosto de 2013 Partidos | 08:00

‘Prévia é possível, mas PSDB deve buscar consenso’, diz Sérgio Guerra

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Ex-presidente do PSDB e um dos principais articuladores da pré-candidatura presidencial do senador Aécio Neves (MG), o deputado Sérgio Guerra (PSDB-PE) afirma que, se o ex-governador José Serra insistir em se colocar internamente como pré-candidato ao Palácio do Planalto, o partido não se recusará a realizar prévias. Ainda assim, Guerra diz que o melhor para o PSDB é encontrar um nome de consenso para a disputa de 2014.

Sobre a movimentação de Serra para deixar aberta uma porta para sair do PSDB, Guerra afirma que seria “incorreto” ele  migrar para outro partido, com o objetivo de disputar a Presidência. O ex-governador e candidato derrotado à Presidência em 2010 tem trabalhado para amarrar um acordo que inclua PPS, PSD e o PV. Confira os principais trechos da entrevista de Guerra ao Poder Online:

Sérgio Guerra (Foto: AE)

Sérgio Guerra (Foto: AE)

Poder Online – O sr. acredita que essa disputa interna entre o ex-governador José Serra e o senador Aécio Neves prejudica a capacidade do PSDB de caminhar unido para a eleição?
Sérgio Guerra – Eu acho que não faz sentido falar na possibilidade de o Serra sair do partido. É correto ele desejar disputar uma prévia e se colocar como candidato à Presidência da República. Mas é incorreto sair do partido.

Mas há possibilidade de o PSDB aceitar uma prévia? 
Acho que há. A executiva do PSDB já, inclusive, firmou posição em favor de prévias lá atrás. Havendo mais de um candidato, é natural que haja prévia no PSDB. Mas claro que, em tese, eu acho que o partido deve caminhar para um consenso.

E o partido vai conseguir se unir em torno de um nome só?
Não é uma questão de pessoas, mas sim de forças políticas. E é uma questão de política. Do ponto de vista do PSDB, seguramente, as condições são muito fortes para que todos se unam em torno de um mesmo candidato.

Candidaturas como a de Marina Silva e Eduardo Campos ajudam ou atrapalham? E o governo, como fica diante desse cenário? 
É importante para a democracia que todos sejam candidatos. Hoje, o governo perdeu o favoritismo da eleição. Já não tem mais aquele favoritismo que antes tinha com a candidatura de Dilma Rousseff. A oposição deve ter mais de um candidato. E as eleições vão se decidir num segundo turno.

Se Serra ficar no PSDB e o partido chegar a um consenso, qual cargo o sr. acredita que ele deveria disputar? 
Não sei. Vai depender do que for melhor para a vitória do PSDB em São Paulo. Faz sentido ele ser candidato a senador. Mas o melhor é olhar para isso sob a perspectiva das eleições paulistas.

O cenário em São Paulo é difícil. Há medo de o PSDB perder o comando do maior colégio eleitoral do país?
Os governantes, de maneira geral, estão na defensiva neste momento. Mas acredito que a aprovação do Geraldo, somada aos que consideram seu governo razoável, garantem um certo favoritismo.

 

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quarta-feira, 26 de junho de 2013 Congresso | 14:00

‘Eu errei. Fazer o quê?’, diz deputado que errou voto na PEC 37

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Sérgio Guerra (Foto: AE)

O deputado Sérgio Guerra (PSDB-PE) passou a manhã desta quarta-feira tendo que esclarecer que não votou a favor da PEC 37 e sim contra a proposta, que restringiria o poder de investigação do Ministério Público.

A informação de que ele havia se enganado na hora de votar, durante a sessão que analisou a matéria na noite de ontem, logo tomou as redes sociais.

Por isso, Guerra usou o Twitter para  deixar claro que é “veementemente contra” a PEC 37 e que pediu a correção à mesa diretora da Câmara. “Eu errei. Fazer o quê?”, riu o parlamentar, em conversa com o Poder Online.

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quarta-feira, 5 de junho de 2013 Partidos | 20:00

Sem posse, Sérgio Guerra diz que se contenta com festa

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O novo presidente do Instituto Teotônio Vilela, ligado ao PSDB, Sérgio Guerra, diz dispensar qualquer tipo de festa em comemoração à nova função. “É posse para tudo, não tem a menor necessidade”, diz o tucano, que acaba de deixar o comanco nacional do partido, entregue ao senador e presidenciável Aécio Neves (PSDB-MG).

Mas se alguém quiser comemorar, Guerra diz nã ter nenhuma objeção: “Festa eu topo, é só combinar”.

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terça-feira, 30 de abril de 2013 Social | 15:20

“Foreign Policy” coloca Dilma e Sérgio Guerra entre os mais poderosos do mundo

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A revista norte-americana “Foreign Policy” traz na edição de maio/junho um ranking das 500 pessoas mais poderosas do mundo.

Entre os eleitos, 11 brasileiros: Celso Amorim (ministro da Defesa), Maria das Graças Silva Foster (presidente da Petrobras), Vagner Freitas (presidente nacional da CUT), Sérgio Guerra (presidente nacional do PSDB), Fernando Haddad (prefeito de São Paulo), Guido Mantega (ministro da Fazenda), Antonio Patriota (ministro das Relações Exteriores), presidente Dilma Rousseff, Joseph Safra (dono do banco Safra) e Alexandre Tombini (presidente do Banco Central).

Também estão na lista Mahmoud Abbas (presidente da Autoridade Nacional Palestina), Barack Obama (presidente dos EUA) e Dai Xianglong (presidente do banco central da China).

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quinta-feira, 18 de abril de 2013 Eleições, Partidos, Política | 15:26

Ordem no PSDB é apaziguar os ânimos em São Paulo

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A ordem no PSDB, após a tumultuada eleição do diretório municipal de São Paulo, é acalmar os ânimos e evitar o acirramento do conflito interno. Líderes municipais, estaduais e o presidente nacional do partido, Sérgio Guerra, têm conversado por telefone com os envolvidos na discussão desde terça-feira (16).

O vereador Andrea Matarazzo, cuja candidatura foi derrubada após articulação de secretários do governador Geraldo Alckmin para a vitória do ex-deputado Milton Flávio, foi um dos que conversou com Guerra.

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quinta-feira, 11 de abril de 2013 Eleições | 17:25

Guerra: ‘PPS não tem alinhamento automático conosco, nem com ninguém’

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O presidente do PSDB, Sérgio Guerra, nega que haja preocupação por parte do partido com o fato de o PPS demonstrar interesse numa aliança em torno de uma eventual candidatura presidencial de Eduardo Campos (PSB). Em entrevista ao iG, o presidente do PPS, Roberto Freire, afirmou que o alinhamento com os tucanos não é automático e afirmou que há, atualmente, simpatia dentro do partido pela entrada do socialista na disputa pelo Planalto.

Leia também: ‘PPS não tem perspectiva de candidatura de Serra’, diz Roberto Freire ao iG

“O PPS não tem alinhamento automático conosco, mas também não há com ninguém”, afirmou Guerra. “O PPS é um partido aberto. Se vai ficar ou não na aliança, isso veremos. Mas vamos trabalhar por isso”, emendou.

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