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quinta-feira, 23 de abril de 2015 Governo | 18:03

Para petistas, Padilha é o ‘ministro das duas pastas’

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O ministro Eliseu Padilha. (Foto: Agência Brasil)

O ministro Eliseu Padilha. (Foto: Agência Brasil)

Com a viagem do vice-presidente, Michel Temer (PMDB-SP), para Portugal e Espanha, nesta semana, o ministro da Secretaria de Aviação Civil, Eliseu Padilha, acabou assumindo informalmente as funções de articulador do governo.

Padilha, que integra a coordenação política do governo e que rejeitou o convite da assumir a extinta pasta de Relações Institucionais, acabou se mudando para o gabinete da Vice Presidência, onde recebeu parlamentares e cuidou das relações com o Congresso.

Na “gestão” de Padilha, no entanto, o governo experimentou duas derrotas impostas pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ): a aprovação da proposta que cria regras para a terceirização e a admissibilidade da proposta que limita em 20 o número de ministérios.

Ainda irritados com o fato de a presidente ter entregado a articulação ao PMDB, alguns petistas apelidaram o ministro nos bastidores. Só se referem a ele como “o ministro das duas pastas”.

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segunda-feira, 12 de janeiro de 2015 Congresso | 07:30

Eduardo Suplicy ainda espera reunião com Dilma

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Senador Eduardo Suplicy (PT-SP). Foto: Divulgação

Senador Eduardo Suplicy (PT-SP). Foto: Divulgação

A algumas semanas de encerrar oficialmente seu mandato como senador, Eduardo Suplicy (PT-SP) tem dito que ainda aguarda uma reunião formal com a presidente Dilma Rousseff.

“Ela me prometeu que até o dia 31 nós nos reuniríamos, para que eu pudesse apresentar nossa proposta de transição do Bolsa Família para a Renda Básica de Cidadania”, diz o petista, “estou esperando”.

De autoria do senador, a lei que institui a chamada Renda Básica de Cidadania foi sancionada em 2004, mas ainda não entrou em prática. Entre as sugestões de Suplicy, está a criação de um grupo de trabalho interministerial para estudar a aplicação de uma renda básica mensal para toda a população.

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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015 Congresso | 19:30

Paulo Teixeira já atende como secretário de Chinaglia

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Paulo Teixeira (Foto: David Ribeiro / Agência Câmara)

Deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP). Foto: David Ribeiro / Agência Câmara

Nos últimos dias, deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) já passou de integrante da coordenação da campanha para “secretário” de Arlindo Chinaglia (PT-SP).

É que, diante da agenda apertada em função da disputa de Chinaglia pela presidência da Câmara, Teixeira tem ficado responsável por administrar o telefone do colega, durante as reuniões.

Ao atender, o próprio petista faz questão de se apresentar como secretário do candidato, até reconher o interlocutor.

Assista: ‘Não queremos fazer dessa campanha um oba-oba’, diz Sibá Machado sobre disputa na Câmara

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sexta-feira, 22 de agosto de 2014 Eleições | 10:30

‘Freire forçou a barra’ diz Suplicy sobre afirmação de que Marina apoiaria Serra

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Senador Eduardo Suplicy (PT-SP). Foto: Divulgação

Senador Eduardo Suplicy (PT-SP). Foto: Divulgação

Na opinião do senador e candidato à reeleição Eduardo Suplicy (PT-SP), o presidente nacional do PPS, Roberto Freire, “colocou palavras na boca de Marina Silva” ao afirmar que a presidenciável deixaria de apoiá-lo para defender o ex-governador tucano e também candidato ao Senado, José Serra.

Leia também: PSB pedirá ajuda de Renata Campos para conter debandada na campanha de Marina

“Não posso falar pela Marina. Mas nós nos encontramos no avião, no último sábado, e eu agradeci pela declaração de que, se ela votasse em São Paulo, votaria em mim”, contou Suplicy, que aproveitou o encontro para mostrar a Marina as últimas pesquisas do DataFolha, que indicam um empate técnico entre ele e José Serra. “Ela reagiu com muita simpatia. Acho que o Roberto Freire forçou a barra, ao dar aquelas declarações”, disse o senador.

Entre os compromissos assumidos por Marina Silva para substituir o presidenciável Eduardo Campos (PSB), vítima de um acidente aéreo na última semana, está o respeito pelos acordos regionais realizados inclusive à sua revelia. O PSB concordou, no entanto, que Marina só subirá nos palanques em que se sentir confortável.

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domingo, 10 de agosto de 2014 Congresso | 08:00

‘Não queremos ir com muita sede ao pote’, diz petista sobre CPI do metrô

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Mesmo sem ter sido oficializado como relator da CPI do Metrô, o deputado federal Renato Simões (PT-SP) já se adiantou para não perder tempo até setembro e pretende visitar ainda neste mês os órgãos onde já correm inquéritos relativos à prática de cartel em licitações do metrô de São Paulo e no Distrito Federal. Os processos servirão de base para a investigação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que foi instalada na última quarta-feira.

Deputado federal Renato Simões (PT-SP). Foto: Agência Câmara

Deputado federal Renato Simões (PT-SP). Foto: Agência Câmara

Em entrevista ao Poder Online, porém, Simões diz discordar de que a instalação da CPI dois meses antes das eleições vá ser utilizada em outubro. “Se nós tentarmos usar eleitoralmente, eles vão esvaziar as reuniões e não teremos quórum. Os tucanos não querem só evitar o uso eleitoral da CPI, eles querem evitar uma investigação que os coloque na cadeia”, diz o deputado paulista. “Não trocaremos três denúncias antes das eleições por uma investigação que possa desmontar o esquema do PSDB”, explica.

De acordo com Simões, a CPMI terá de ser conduzida de maneira a evitar “constrangimentos” com os partidos que compõem, ao mesmo tempo, a base aliada da Dilma no Congresso Nacional e a do governador tucano Geraldo Alckmin, em São Paulo.

Leia a seguir os principais trechos da entrevista:

Poder Online:  Deputado, o senhor já deu entrada em alguns requerimentos na semana passada, mesmo sem a CPMI ter definido a presidência e a relatoria. O que mais o senhor pretende fazer até setembro?
Renato Simões (PT-SP): Por uma contingência da reunião de quarta-feira, que foi extremamente desgastante e não conseguiu eleger nem a presidência, nem a relatoria, estamos com um funcionamento precário e a única atividade possível até dia 02 de setembro é a apresentação de requerimentos e a eventual realização de diligências e reuniões de trabalho informais, pra não perder o mês de agosto.

E qual o objetivo desses requerimentos? Que solicitações estão sendo feitas?
Uma coisa importante que a CPI pode fazer – e por isso já protocolamos esse requerimento – é criar uma integração e uma circulação de informações entre os vários inquéritos que já existem. Nós queremos centralizar as informações dispersas de inquéritos abertos em cinco grandes instituições no Brasil: no Ministério Público Federal, no Ministério Público Estadual de São Paulo, na Política Federal, na Corregedoria Geral da Administração do Governo de São Paulo e no Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Além dos inquéritos no exterior.

A CPMI também vai pedir acesso aos inquéritos de fora do Brasil?
Os requerimentos que apresentamos, inicialmente, têm a ver com os inquéritos que já são de conhecimento nosso com relação às instituições no Brasil. Mas, quando tivermos acesso aos inquéritos do MPF veremos que parte deles é decorrente de inquéritos no exterior. A Justiça suíça, por exemplo, já tem inclusive algumas condenações, algumas contas no exterior bloqueadas de tucanos aqui de São Paulo. A parte brasileira desse inquérito corre no Ministério Público Federal. Essa foi a grande polêmica que teve: a Suíça pediu o apoio do MPF e ficaram durante três anos aguardando uma resposta que não foi implementada. Chegaram a romper relações que só depois foi recuperada.

E quais visitas já estão programadas?
Como membro da CPMI, pretendo visitar pessoalmente o Ministério da Justiça, além dessas cinco instituições, para conhecer os titulares dos inquéritos e já estabelecer uma primeira relação. Até para o caso de eu ser confirmado como relator, já incorporar essas informações ao meu plano de trabalho.

Existe alguma possibilidade de o senhor não ser confirmado como relator ou de o senador João Alberto (PMDB-MA) não assumir a presidência?
Na verdade, nesta semana lideranças do PT e do PMDB vão ter de sentar para bater o martelo. O senador João Alberto nem era membro da CPMI e foi designado na quarta-feira de manhã, em substituição ao senador Casildo Maldaner (PMDB-SC). Então é importante a gente se organizar para chegar com os votos articulados, porque essa anti-candidatura do (deputado federal, Fernando) Francischini (SDD-PR), que vem só para desmoralizar a CPMI, pode se aproveitar do vácuo. Nós não trabalhamos 20 anos esperando uma investigação independente para entregar na mão da base de sustentação do Alckmin – como é o Solidarierdade.

O PT criticou muito a oposição por um suposto uso eleitoral da CPI da Petrobras e agora tem recebido a mesma crítica. O que o senhor acha disso?
Acho que a situação é diferente por duas razões. Primeiro que a principal contribuição que o PT quer dar a essa CPMI é que ela exista, porque nunca houve uma CPI que investigasse os tucanos. Então, não queremos ir com sede ao pote, nem estamos pressionados por uma situação de curtíssimo prazo – queremos que até dezembro nós possamos apresentar os resultados. É preciso que, mesmo num momento instável da política, a CPI possa cumprir sua finalidade constitucional de levar uma investigação séria ao povo de São Paulo sobre a corrupção tucana.

E a segunda razão?
É que a maior parte dos partidos da base aliada da Dilma no Congresso Nacional são da base aliada do (governador Geraldo) Alckmin, em São Paulo e não vamos poder criar constrangimento com esses partidos. Sem reforma política, é isso que acontece hoje, né. Temos que ir com muita responsabilidade nesse processo, para não inviabilizar a CPI – que é o objetivo dos tucanos. Se nós tentarmos usar eleitoralmente, eles vão esvaziar as reuniões e não teremos quórum. Os tucanos não querem só evitar o uso eleitoral da CPI, eles querem evitar uma investigação que os coloque na cadeia. Mas nós queremos investigar a corrupção tucana, até porque o cartel já está provado e as empresas envolvidas já são réus confessos. Não trocaremos três denúncias antes das eleições por uma investigação que possa desmontar o esquema do PSDB. O PT não está pressionado a curtíssimo prazo para ter resultados dessa CPI até a eleição de outubro, mas sim a dar uma resposta ao povo de São Paulo que espera há 20 anos por essa investigação.

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quinta-feira, 5 de junho de 2014 Eleições | 10:30

Tiririca tenta achar um novo slogan

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Deputado Federal Tiririca (PR-SP). Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil

Deputado Federal Tiririca (PR-SP). Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil

Famoso com o mote “pior que tá não fica”, o deputado federal Tiririca (PR-SP) ainda está definindo qual será o slogan adotado em 2014.

“Gravamos umas 40 chamadas, todas com esse tom de humor. Agora o pessoal vai ver qual que pega mais, que tem mais aceitação”, explica Tiririca. “Mas queremos falar também sobre o que fizemos no Congresso, nesses quatro anos”, completa.

A intenção da campanha, de qualquer forma, é seguir na linha humorística, com foco especial no público circense – escolhido como prioritário pelo próprio deputado, que também é artista de circo.

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domingo, 23 de março de 2014 Congresso | 07:00

‘Nem precisa de articulação para evitar’, diz Vicentinho sobre CPI da Petrobras

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Vicentinho (foto: divulgação)

Vicentinho (foto: divulgação)

Às vésperas de uma semana decisiva para o Congresso Nacional, o deputado federal Vicentinho (SP), líder do PT na Câmara, adota um discurso para lá de otimista.

Sobre a tentativa de instalar com urgência uma CPI para investigar as recentes denúncias contra a Petrobras, incluindo a compra da Refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, o líder petista é ousado em dizer que que “nem precisa de articulação para evitar”. “É uma tentativa eleitoreira, de desgaste. Até o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso já se posicionou contra a instalação de uma CPI, nesse momento”, diz.

A confiança do discurso de Vicentinho se estende também para a votação do Marco Civil da Internet. O petista acredita no esvaziamento do chamado Blocão e na solução da crise entre governo e base aliada. “Diria que 80% já está com a gente”, afirma ele.

Poder Online – Qual a estratégia do PT na Câmara para enfrentar a CPI da Petrobras?
Vicentinho –
Só o que existe é uma tentativa – que eu considero vã – de instalar essa CPI. Mas existe uma fila grande de CPIs para serem instaladas antes e eles não vão conseguir passar na frente. Esse pedido de urgência não tem o menor cabimento. Nem precisa de articulação para evitar. Essa história da Petrobras é um caso de oito anos atrás, que já está muito bem resolvido. É uma tentativa eleitoreira, de desgaste. Até o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso já se posicionou contra a instalação de uma CPI nesse momento. E a base também, eles já estão quase todos conosco.

A base está voltando? É o fim do blocão, então?
É a volta de quem nunca deveria ter saído, na verdade. Eu não posso te dizer quem, mas eu diria que 80% já está com a gente.

Mas essa crise ainda vai ter impacto nas eleições de 2014? A oposição vai conseguir se aproveitar disso?
Olha, eu espero que não. No Parlamento, a gente já sente que tem cada vez mais uma proximidade, prova disso é a votação do Marco Civil da Internet, na semana que vem, que já demonstra que a maioria está junta.

Como vai ser a votação de terça-feira? Tem algum artigo específico que teve de ser negociado?
A votação deve ser quase por unanimidade. Tem uma ou outra questão que ainda podem ser discutidas, como os datacenters, por exemplo. Mas da neutralidade a gente não abre mão. Existe um entendimento da importância histórica para o planeta, desse projeto, inclusive por deputados da oposição.

E com relação à Medida Provisória 627, sobre a tributação de multinacionais brasileiras no exterior, já existe algum consenso?
Ainda não. Na segunda-feira, haverá uma reunião com os técnicos das bancadas dos partidos e do Ministério da Fazenda para cristalizar bem as divergências e o entendimento do que é prioritário. A partir disso, devemos ter a votação na Comissão Especial, para depois ir ao Plenário.

A reunião da bancada do PT com o ex-presidente Lula, marcada para esta semana, pode ajudar a resolver a crise com a base aliada de uma vez por todas?
A conversa não vai mais ser nesta semana, porque o Lula terá de viajar e está muito cansado, mas pode ser na segunda-feira que vem. Será uma reunião com ele, o [Aloizio] Mercadante e o Rui Falcão. Eles acompanham melhor a conjuntura nacional e com certeza contribuirão para os posicionamentos da bancada, na Câmara. Inclusive sobre assuntos como Petrobras e as eleições de 2014, que fazem parte dessa conjuntura.

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domingo, 7 de outubro de 2012 Eleições | 13:38

Vitórias em São Paulo, Recide e Belo Horizonte pouco influirão em 2014, diz Marcos Coimbra

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Artigo do presidente do Instituto Vox Populi de pesquisas eleitorais, o sociólogo Marcos Coimbra, publicado hoje no jornal Correio Braziliense:

Três destaques

Sem desmerecer nenhuma, nestas eleições, o interesse nacional se concentrou em apenas três cidades.

Hoje à noite, saberemos o que nelas aconteceu – bem como em todas.

As eleições dos prefeitos de São Paulo, Belo Horizonte e do Recife motivaram mais discussões, receberam maior cobertura jornalística e foram mais atentamente acompanhadas que as outras. Mas não por ser as mais importantes.

É bom para qualquer partido, grupo político ou pretendente a candidato presidencial terminar a eleição como “vitorioso” nessas cidades. O que não quer dizer que seja inequívoco o significado da expressão “vitória”.

Tampouco é óbvio o impacto que sair-se bem nas três tem na política nacional ou estadual. Já tivemos tantas combinações de resultados que não faz sentido imaginar que só uma hipótese exista.

Em Belo Horizonte, por exemplo, o PT venceu a eleição de prefeito em 1992 com Patrus Ananias e o PSDB elegeu Eduardo Azeredo para o governo mineiro dois anos depois. O mesmo se repetiu em 2004 e 2006, com Fernando Pimentel e Aécio. O fato de o PT ter o prefeito da capital não foi garantia de sucesso na disputa seguinte para o governo do estado.

Assim como ocupar o Palácio da Liberdade não levou o PSDB à prefeitura da cidade.

Quanto às eleições presidenciais, a pouca vinculação entre escolhas locais, estaduais e nacionais fica evidente se lembrarmos que, em 2010, Marina Silva venceu o primeiro turno em Belo Horizonte, apesar do tamanho que PT e PSDB têm na cidade e em Minas.

A força de Eduardo Campos em Pernambuco não aumenta se o candidato que indicou, Geraldo Julio, vencer a eleição no Recife – hoje ou no segundo turno. Nem diminui se não.

Se vier a sofrer uma derrota (o que não parece provável), o governador continuará a principal liderança do estado. Se ganhar, apenas confirmará algo que ninguém discute.

E ele, mais que qualquer pessoa, sabe que não será o resultado do Recife que o tornará um presidenciável viável.

E São Paulo?

Não há exemplo maior da desconexão entre as eleições de prefeito e as outras que a vitória de Celso Pitta em 1996. O PSDB estava no governo do estado e na presidência da República, mas foi derrotado pelo herdeiro de Paulo Maluf.

Permanece no Palácio dos Bandeirantes desde 1994, apesar das mudanças na administração da capital.

Lula perdeu e ganhou eleições presidenciais com o PT na prefeitura. E as derrotas tucanas desde 2006 nada tiveram a ver com quem lá estava.

O que as eleições nas três cidades têm é importância política e simbólica. Nas sucessões estaduais e nacionais, não são decisivas.

O “grande duelo” deste ano, que ocorreria em São Paulo, tendo Lula de um lado e o PSDB do outro, não aconteceu – pelo menos por enquanto, pois não se pode excluir um segundo turno entre os dois. Celso Russomano alterou o jogo.

Qualquer que seja o resultado final, PT e PSDB sofreram com isso. Se um dos dois não estiver no segundo turno, mais que o outro. Mas nenhum terá a vitória que desejava.

No Recife, o PSDB ganha, mesmo se Daniel Coelho não vencer. Fez a coisa certa apostando na renovação, o que, em política, costuma gerar dividendos, se não no curto, no longo prazo. E o PT errou, confundindo-se em conflitos internos que impediram a manutenção da aliança com Eduardo Campos. Só por isso não estão juntos e não por “estratégia do PSB”, como alguns, equivocadamente, interpretam.

Quanto a Belo Horizonte, em qualquer cenário, o PT sai fortalecido da eleição. Pela primeira vez em vários anos, está unificado.

Mas não é mais hora de imaginar o que pode acontecer.

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quinta-feira, 4 de outubro de 2012 Eleições | 11:44

Russomano à vontade em festa da Record

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Muito querido na Record, Celso Russomano foi um dos convidados para o chá de bebê do filho de Vildomar Batista, principal diretor do núcleo artístico da emissora. A festa aconteceu em um buffet na Av. Ibirapuera, no fim da tarde dessa quarta-feira (3).

De olho no apoio das celebridades, Russomano não perdeu a oportunidade de aparecer e circulava entre os apresentadores da casa – entre eles Britto Jr, Giane Albertoni, Ana Hickmann, Val Marchiori, a Miss Brasil 2007 Natália Guimarães e Nicole Bahls – com bastante naturalidade.

No fim, nem precisou se esforçar muito, só sorrir: o próprio Vildomar não parava de aleardar pela festa “já cumprimentou nosso novo prefeito?”, “aqui está o nosso novo prefeito!”.

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quarta-feira, 3 de outubro de 2012 Eleições | 13:30

Cesar Maia: pode haver segundo turno em Belo Horizonte

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O ex-prefeito do Rio de Janeiro Cesar Maia (DEM) é candidato a vereador e pai de um dos candidatos a prefeito, Rodrigo Maia. Portanto, uma figura diretamente interessada nas eleições e que o mais das vezes embaralha seus interesses e divergências políticas com as análises que faz.

Mas de qualquer maneira é uma figura muito inteligente e especializado em análises de pesquisas eleitorais. Não pode ser ignorado.

É curiosa sua sua análise de hoje na newsletter eletrônica “O ex-Blog do Cesar Maia”:

IBOPE COMEÇA A MOSTRAR EFEITOS DA POLARIZAÇÃO COM CONFRONTO!

1. Em S. Paulo e Belo Horizonte os efeitos das polarizações com confronto começam a desequilibrar o quadro eleitoral anterior. Em S. Paulo, Serra e Haddad duelam e ficam parados. O que Russomanno perde (tendência antecipada pelo Twitter deste Ex-Blog), quem absorve é Chalita.

2. Chalita passou o primeiro mês de TV com 5% das intenções de voto e já chega a 10%. A diferença de Serra e Haddad para Russomanno de 8 e 9 pontos é a mesma da Chalita para Serra e Haddad. Mas com uma diferença: Serra e Haddad estão parados e Chalita cresce.

3. A probabilidade de Serra e Haddad alcançarem Russomanno é menor que a de Chalita alcançar Serra e Haddad. Por isso, a imprensa deveria incluir Chalita no quadro eleitoral que destaca. O vetor de crescimento de Chalita foi percebido por ele que em seu programa, em que chama a atenção para o confronto PT-PSDB e convoca  o eleitor para um voto útil, numa terceira via de harmonia. Vem dando certo.

4. Em Belo Horizonte, a polarização com confronto entre Lacerda e Patrus aproximou a ambos, mas para uma diferença que não será alcançada por Patrus. Mas essa diferença de 9 pontos abre a possibilidade, que não existia antes, de um segundo turno. Os demais candidatos (somando intenção de voto com números fracionários) já somam 5 pontos.

5. Isso ocorre pelo voto –nem um nem outro- que no caso de Belo Horizonte, infla os nanicos. Desta forma, há dois movimentos convergentes: crescimento de Patrus e crescimento dos nanicos. A diferença então passa a ser de 4 pontos para se chegar ao segundo turno, gerando uma possibilidade que não existia duas semanas atrás.

6. As duas demais pesquisas no Rio e em Curitiba ratificam a situação anterior. O crescimento dos líderes é apenas o efeito do voto –se vai ganhar marco ele- que sempre se dilui perto das urnas.

7. O cancelamento do debate em S. Paulo deve ter sido um alívio para a TV Globo, pelo risco do debate desempatar Serra e Haddad e a “culpa” ser da emissora.

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