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Posts com a Tag suplente

quinta-feira, 4 de outubro de 2012 Congresso | 08:30

Kátia Abreu entra de licença

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A senadora Kátia Abreu (PSD-TO) requereu licença do Senado até janeiro.

Na terça-feira a vaga foi preenchida pelo suplente, o empresário Marco Antônio Costa, também do PSD, que já havia exercido o cargo por três meses em 2008.

Por conta disso, o novo senador foi dispensado da posse oficial em Plenário.

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quarta-feira, 25 de julho de 2012 Eleições | 13:59

Réu no mensalão, Genoíno pode voltar ao Congresso

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Um dos réus na ação penal do Mensalão, que começa a ser julgada na semana que vem, José Genoíno vive a expectativa de voltar ao Congresso após as eleições.

Ex-presidente do PT, Genoíno não se reelegeu para o mandado de deputado federal por São Paulo, em 2010, mas conseguiu ficar como primeiro suplente da legenda.

De seu estado, dois deputados são candidatos a prefeitura: João Paulo Cunha (PT-SP), que disputa a prefeitura em Osasco, e Carlos Almeida (PT-SP), que é candidato em São José dos Campos.

Caso um dos dois seja eleito, Genoíno é o primeiro da lista do partido para voltar a Câmara dos Deputados.

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sexta-feira, 2 de março de 2012 Congresso | 11:02

Novo Código do processo Civil ameaçado

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Outro suplente na Câmara Federal da coligação governista da Bahia que está quase indo a nocaute por causa da posse de José Sérgio Gabrielli como secretário de Planejamento é o deputado Sérgio Barradas Carneiro (PT).

Trata-se do relator do Código do Processo Civil, que está com seu parecer praticamebnte pronto.

É que o chefe da Casa Civil de Jaques, João Leão, já havia se lançado como pré-candidato a prefeito de Salvador pelo PP.

Com isso, era certo que ele se desincompatibilizará até abril e reassumirá seu mandato de deputado federal.

Mas Sérgio Barradas Carneiro esperava ficar no cargo ainda como suplente de Zezéu. Ou seja, com a saída de João Leão, só perderia o mandato o segundo suplente, Arcelino Pópó de Freitas.

Mas como Jaques Wagner resolveu também mandar Zezéu de volta à Câmara para dar posse a José Sérgio Gabrielli, Sérgio Carneiro está marcado para também acompanhar Popó de volta à planície.

Nesse caso, a relatoria do Código passa a outro deputado, que possivelmente vai querer mexer no texto deixado por Sérgio Carneiro. Mesmo se o novo relator não mexer, o suplente baiano não poderá subir à tribuna para defender seu texto.

— É uma pena. Na reta final da votação do Código, estou me sentindo como quem vai para o cadafalso — reclama o relator.

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terça-feira, 7 de junho de 2011 Congresso | 18:44

PMDB sai ganhando com ida de Gleisi Hoffmann para Casa Civil

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A bancada do PMDB no Senado é quem saiu ganhando com a ida da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) para a Casa Civil, em lugar de Antônio Palocci.

É que o suplente de Gleisi, que assumirá sua cadeira no Senado, é o advogado Sérgio de Souza, integrante do PMDB e apadrinhado político do ex-governador do Paraná Orlando Pessuti.

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terça-feira, 26 de abril de 2011 Congresso | 09:02

Suplente de Marta Suplicy diz que ele é como um “vice”

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Na iminência de se tornar senador, o suplente da senadora Marta Suplicy, Antônio Carlos Rodrigues, já tem um discurso pronto para aqueles que defendem, como uma das prioridades da reforma política, a proibição do preenchimento de vaga por suplente que não tenha recebido nenhum voto:

– Suplente de senador é como o vice. Se mudar para senadores, também teremos que alterar o sistema [de escolha] do vice-presidente e dos vice-governadores, que também foram eleitos sem voto.

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quinta-feira, 14 de abril de 2011 Estados | 16:24

Leandro do KLB perde vaga de deputado

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Leandro entre os irmãos Kiko e Bruno (Foto: Euclides Oltramari Jr./AE)

Leandro Scornavacca (DEM), o “L” do KLB, não precisará mais quebrar a cabeça para conciliar a vida parlamentar com a artística. Prestes a lançar um CD e um DVD em comemoração aos dez anos do grupo, ele não assumiu uma cadeira de deputado estadual na Assembleia Legislativa de São Paulo.

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de considerar que a Lei da Ficha Limpa não é válida para 2010 fez com que Leandro, que era primeiro suplente na coligação PSDB-DEM, caísse para a terceira posição na fila.

Com a validação dos votos dados a candidatos antes barrados e, consequentemente, com um novo coeficiente eleitoral, os dois primeiros suplentes da coligação passaram a ser os tucanos Welson Gasparini e Geraldo Vinholi. Eles foram empossados nas vagas de Bruno Covas e Paulo Alexandre Barbosa, que deixaram a Assembleia para ir para o secretariado de Alckmin.

Agora, Leandro só poderá ser chamado de deputado caso mais um deputado do PSDB ou do DEM se licencie do cargo.

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domingo, 6 de março de 2011 Estados | 07:08

Leandro do KLB protesta contra o STF: “querem inventar novas regras depois da eleição”

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Leandro entre os irmãos Kiko e Bruno (Foto: Euclides Oltramari Jr./AE)

Pelo menos por enquanto, está tudo certo para que Leandro Scornavacca (DEM), o “L” do KLB, assuma uma cadeira na Assembleia Legislativa de São Paulo no próximo dia 15. Porém, decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) a respeito da regra de suplência têm deixado uma pulga atrás da orelha do cantor.

Primeiro suplente na coligação PSDB-DEM, Leandro pode ficar de fora caso vingue a determinação do STF de que a vaga é do partido, e não da coligação. “Existe essa briga meio insana pela cadeira. As pessoas querem inventar novas regras depois da eleição.”

O Poder Online conversou com o cantor, que por indicação de sua assessora, começou a ler O Príncipe, de Nicolau Maquiavel, para entender o mundo político. “Mas só comecei, ainda estou na segunda página.”

Você e o seu irmão, Kiko, estão pensando em sair do DEM para ir para o partido que o prefeito Gilberto Kassab pretende fundar?

Não tem nada conversado sobre isso. Eu não sei nem o que o Kassab está fazendo, quais os caminhos que ele vai tomar. Ele tem, sim, o meu apoio, mas não tem nada certo. Acho que só lá na frente, se realmente o partido surgir, poderemos pensar nisso. Pretendo cumprir o meu mandato na Assembleia pelo DEM, mas o Kassab tem meu total apoio, não só político, mas como amigo também.

Como está se preparando para assumir a cadeira na Assembleia?

Estou muito feliz com o resultado, com os números de votos que eu tive. Existe essa briga meio insana pela cadeira. As pessoas querem inventar novas regras depois da eleição. Mas acho que as pessoas que têm a capacidade de julgar isso, devem saber o que é correto e devem decidir pela coligação. E espero que essa decisão continue. Senão, também estariam prejudicando as quase 63 mil pessoas que confiaram e votaram em mim.

Está apreensivo e com frio na barriga?

Frio na barriga tenho mais quando vou fazer show, embora eu esteja acostumado a estar há mais de dez anos na estrada. Mas acho que na Assembleia nem cabe frio na barriga. Tenho muitas causas que eu defendo há muitos anos e agora tenho essa oportunidade que foi conquistada dentro do legislativo paulista para fazer as tramitações, as emendas que acredito que precisam ser enviadas. O que tem, no caso, é uma expectativa. Mas frio na barriga não.

Você continuará trabalhando pela bandeira de combate à pedofilia?

Não é só uma bandeira. É uma das coisas que me deixou bem revoltado a ponto de fazer com que eu e meu irmão nos candidatássemos a um cargo público. Somos membros da CPI da Pedofilia há quatro anos, desde que ela foi instaurada. Já vimos muitas coisas ruins. Apesar de sermos membros voluntários, tivemos acesso a vídeos, por meio do deputado Magno Malta (PR-ES). Quisemos conhecer a fundo e repudiamos demais o que vimos. Foi isso que nos deu o start para a gente tentar uma carreira pública e também se sentir bem como ser humano.

Você está lendo O Príncipe, de Nicolau Maquiavel. O que está achando?

Eu só comecei [a ler]. Me indicaram esse livro e disseram que ele é a bíblia dos políticos. Aí eu falei: ‘pô, deixa eu começar a ler’. Mas só comecei, ainda estou na segunda página. Foi a minha assessora quem me indicou. Quando ela perguntou se eu já tinha lido, disse que não e que não tinha nem ideia do que era. Ela falou que já que eu estava entrando nesse mundo era importante eu ler para entender muita coisa do que vou fazer lá. Todo conhecimento é bem vindo.

O KLB está prestes a lançar um CD e um DVD em comemoração aos dez anos de carreira. Como vai conciliar a vida parlamentar com a artística?

Acho que não vou ter muitos problemas, não, porque geralmente os shows são de fim de semana e a Aseembleia não funciona de fim de semana. Se tiver qualquer tipo de ajustes nas agendas, serão por conta dos programas de televisão que a gente tem que cumprir durante a semana, mas eu acredito que com uma agenda ajustadinha, com os compromissos já agendados, não vai ter problema nenhum. Não vou ficar fora da música jamais.

Você já foi até a Assembleia para conhecer seu gabinete?

Já. Eu estive lá há duas semanas para uma reunião com a liderança dos Democratas. Estive com o Estevam Galvão (DEM) e também com o presidente da Assembleia, o deputado Barros Munhoz (PSDB). Eles gostam muito de mim, não só porque a gente se conhece há muito tempo. Barros Munhoz eu já vi muito em missas. Ele é uma pessoa muito séria. O Estevam é também um amigo. E eles são pessoas muito sérias. E pessoa séria é sempre bom. Eu fui lá para visitar, para ver o gabinete e também para abraçar os amigos que fazem parte da bancada. E os outros que também não estão na bancada. Tenho amigos em outros partidos. O que importa são as pessoas, não as siglas que elas representam.

Está preparado para o assédio que uma celebridade deve provocar na Assembleia?

(Risos) Imagina. Eu estou focado no trabalho porque lá a cobrança é muito séria. Temos uma responsabilidade muito grande, embora eu seja brincalhão muitas vezes, lá é um lugar que não tem espaço para brincadeira, nem de beleza. Mas eu espero fazer um ótimo mandato e representar cada pessoa que depositou um voto de confiança em mim. No mínimo, eu vou tentar fazer o máximo que eu puder para ajudar as pessoas que confiaram em mim e levantar as bandeiras e fazer o que tem que ser feito em cima daquilo que eu acredito.

Brasília está nos seus planos?

Por enquanto, não. Eu acredito que eu vá tentar na próxima eleição a reeleição para ser estadual, mas pode ser daqui a uns anos. Mas eu acredito que o legislativo paulista é o que mais me agrada.

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terça-feira, 11 de janeiro de 2011 Estados | 09:01

Rogério Rosso não larga o osso

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O ex-governador de Brasília Rogério Rosso assumiu um mandato tampão com a cassação de José Roberto Arruda e a renúncia do vice, Paulo Octavio.

Agora resolveu aceitar outro mandato-tampão.

Desta vez, como deputado federal suplente do novo vice-governador de Brasília, Tadeu Filippelli. Rosso ficará na Câmara dos Deputados só até o dia 1º de fevereiro.

Em tempo: Rosso está suspenso do PMDB por ter apoiado a candidatura de Weslian Roriz ao governo, contra Agnelo Queiroz.

Obs.: Correção feita a partir do comentário do internauta abaixo.

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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010 Partidos | 17:20

O senador verde

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Se o senador Garibaldi Alves (PMDB-RN), como é provável, aceitar o convite para o Ministério da Previdência, o PV ganhará uma vaga no Senado Federal em 2011.

O único senador verde seria Paulo Davim, suplente de Alves. Médico cardiologista, é ex-petista.

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quinta-feira, 2 de setembro de 2010 Eleições | 10:03

Lírio Parisotto, um megainvestidor no Senado

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Lírio Parisotto

O Senado Federal deve ganhar um megainvestidor na próxima legislatura. O bilionário Lírio Parisotto, dono da Videolar e do fundo Geração L. Par FIA, já está preparando a mala para assumir em fevereiro.

Parisotto é o primeiro suplente do ex-governador do Amazonas Eduardo Braga (PMDB), favorito para a primeira vaga ao Senado no estado, e tido como um cotadíssimo ministeriável, caso Dilma Rousseff vença a eleição presidencial.

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