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Posts com a Tag The Economist

quinta-feira, 14 de novembro de 2013 Política | 13:43

‘The Economist’ chama aliança de Campos com Marina de ‘golpe publicitário’

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Depois de passar a ser conhecido nacionalmente, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, pré-candidato do PSB à Presidência, lança voos internacionais. Em sua temporada na Europa, Campos concedeu uma longa entrevista  para a revista britânica “The Economist”.

Marina e Eduardo Campos (Foto: Alice Vergueiro/Futura Press)

Marina e Eduardo Campos (Foto: Alice Vergueiro/Futura Press)

A publicação diz que o governador é um “gestor moderno” e “chefe de político antiquado”. E chamou sua aliança com a ex-senadora Marina Silva de “grande golpe publicitário”.

A revista também aborda a questão do agronegócio, diz que é um ponto de discórdia entre ele e Marina. O governador sai pela tangente, diz que os dois sabem da importância do setor para o futuro do país e que “não há conflito”. “Quando eu servi no governo Lula como ministro da Ciência e Tecnologia , eu trabalhei junto com Marina para monitorar o desmatamento (na Amazônia)“, respondeu à revista.

Bandeira de Aécio, Campos também defendeu a descentralização da federalização, criticou o sistema tributário brasileiro, disse ser a favor das parcerias públicos-privadas e comentou sobre os protestos de junho: “se eu não fosse governador, também teria ido às ruas”.

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sexta-feira, 27 de setembro de 2013 Economia | 18:28

‘The Economist’ fará evento em SP com Joaquim Barbosa e Gustavo Franco

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A revista britânica The Economist vai promover um seminário sobre noves condutores para o crescimento econômico do Brasil (Brazil Summit 2013 – New drivers of economic growth) no dia 24 de outubro, em São Paulo, para um “diálogo inteligente sobre o futuro do progresso social e econômico “.

Entre os convidados estão o ministro Joaquim Barbosa,  presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central e presidente do Conselho de Administração da Rio Bravo Investimentos, os governadores Marconi Perillo (PSDB-GO) e Antonio Anastasia (PSDB-MG), o publicitário Nizan Guanaes e o chef Alex Atala.

O Brasil é tema da reportagem de capa, de 14 páginas, da revista que questiona Has Brazil blown it? (“O Brasil estragou tudo?”, em tradução livre). A presidente Dilma Rousseff criticou a abordagem da publicação.

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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012 Eleições | 09:10

Tucanos fazem apelo para Serra ser candidato

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O ex-governador José Serra (Foto: Fábio Guinalz/AE)

Tucanos ligados ao governador Geraldo Alckmin pretendem se reunir com o ex-governador José Serra ainda esta semana. A missão é tentar, mais uma vez, convencê-lo a ser o candidato do PSDB a prefeito de São Paulo.

O movimento acontece dias depois da entrevista do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso à revista britânica The Economist, na qual afirmou que o senador Aécio Neves é o candidato óbvio à Presidência em 2014. A declaração foi vista pela cúpula tucana como uma forma de emparedar o ex-governador.

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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012 Eleições | 11:01

Petistas comemoraram entrevista de FHC sobre Aécio

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Petistas de carteirinha comemoram a entrevista do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ao blog Americas View, da revista britânica The Economist. FHC afirmou que o senador Aécio Neves é o candidato óbvio  à Presidência em 2014.

O secretário de comunicação do PT, deputado André Vargas (PR), afirmou, em tom irônico, que FHC acertou na escolha do nome do PSDB para a disputa presidencial. Segundo ele, Aécio é um quadro tucano sem discurso.

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terça-feira, 24 de janeiro de 2012 Partidos | 11:18

Como os serristas entendem recado de FHC

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O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o ex-governador José Serra durante a primeira reunião do conselho político do PSDB (Foto: Celso Junior/AE)

Há algumas semanas, o ex-governador de São Paulo José Serra passou ao partido um recado: pretende sair candidato a presidente da República de qualquer maneira. Seja pelo PSDB, seja por outra legenda. O PPS, por exemplo, está à disposição.

Com isso, emparedou seu principal adversário na legenda, o senador Aécio Neves (MG).

Com Serra concorrendo por outra partido, haveria o risco de Aécio ficar em terceiro lugar numa disputa presidencial — ou pior ainda se verde Marina Silva também for candidata. Isso seria um desastre para os planos futuros do senador e para o próprio PSDB.

Mas a entrevista do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso ao blog Americas View, da revista britânica The Economist, foi entendida pelo tucanato como uma resposta a Serra que tirou Aécio do emparedamento.

Ao declarar que é a vez de o ex-governador de Minas Gerais ser o candidato pelo partido, e que o temperamento de Serra isolou os tucanos na disputa contra Dilma Rousseff em 2010, FHC mostrou que está disposto a partir para a briga com Serra, se este deixar o partido.

Alguns dos tucanos alinhados com o ex-governador de São Paulo já tinham deixado claro, dentro do partido, que já não estariam muito dispostos a sair da legenda junto com Serra. E, agora, estão menos propensos ainda a um enfrentamento com Fernando Henrique Cardoso.

O recado de FHC tirou Aécio do emparedamento.

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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012 Economia | 06:02

A hora de Dilma Rousseff enfrentar a questão do etanol

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Depois de obter a vitória de mercado livre para o etanol brasileiro nos Estados Unidos, com o fim das barreiras tarifárias em 31 de dezembro, a União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica) espera colher os frutos no governo Dilma Rousseff.

O embate entre a tributação do álcool contra a gasolina (sob controle rígido desde 2005 para impedir alta da inflação), segundo a Unica, é o que está impedindo a expansão do setor pois deixa o etanol sem competitividade.

Se Lula propagava o etanol pelo mundo, Dilma faz vista grossa.

O setor, agora, decidiu direcionar seus esforços para dar sua versão ao consumidor do porquê do preço do álcool subir tanto, mas também teme que a reação do governo seja aumentar o preço da gasolina e culpar os famosos usineiros.

Aliás, o índice de preços agrícolas, medido pelo governo de São Paulo, subiu 14,57% em 2011. A culpa? Da cana-de-açúcar que bateu 36,42%. A explicação técnica: os preços internacionais ainda estão em patamares elevados para o açúcar e a escassez relativa do álcool combustível no mercado interno.

A Unica garante que o que está determinando o aumento é a falta de competitividade com a gasolina e não o preço do açúcar que, segundo consultores, deve cair em 2012 devido à ampliação das exportações da Índia.

Seja lá o que for, Dilma Rousseff terá que sentar qualquer hora dessa para discutir a questão que ganha importância justamente no momento em que os brasileiros estão enchendo o tanque do carro para pegar a estrada nas férias. O Jornal Nacional, por exemplo, aproveitou o momento e colocou uma série de reportagem no ar sobre o tema.

A propósito: esse também é o tema de reportagem sobre o Brasil da revista The Economist desta semana.

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quinta-feira, 29 de setembro de 2011 Copa 2014 | 15:28

Briga de Dilma e Teixeira chega a Economist

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A briga de Dilma Rousseff e o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, ganhou as páginas da revista inglesa The Economist de hoje em reportagem sob o título Os objetivos pessoais do Senhor Futebol.

A matéria apresenta Teixeira como “um acusado de suborno há anos”, aborda a CPI do Futebol, contratos suspeitos e muitas histórias conhecidas pelos brasileiros. Mas chama a atenção por sair daquela prática de copiar o que a imprensa brasileira já publicou e ir a campo.

Embora cite veículos brasileiros – entre eles reportagem da Rede Record que está no calcanhar de Teixeira – The Economist assumiu a investigação do personagem para contar sua própria versão ao mundo.

A revista obteve cópias de contratos que mostram recebimento “de milhões” por Teixeira a título de propina pelo jogo Brasil e Portugal, em Brasília, em novembro de 2008. O caso já foi noticiado no Brasil, mas é relevante o fato de uma revista internacional de prestígio entrar na investigação.

Se a moda pega, será outra a cobertura da Copa do Mundo de 2014 pela imprensa internacional – com possibilidade de o Senhor Futebol dominar o noticiário ao lado das dúvidas sobre a organização do evento, como cita a revista.

Teixeira e João Havelange, presidente da Fifa, muito citado no texto, se recusaram a conceder entrevista a Economist.

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quinta-feira, 18 de agosto de 2011 Governo | 17:54

The Economist: “Dilma foi sugada pelo pântano político de Brasília”

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A revista The Economist foi ágil e na edição de hoje já traz a queda do ex-ministro Wagner Rossi da pasta da Agricultura e aborda a “tentativa” da presidenta Dilma Rousseff de enfrentar velhos esquemas políticos e a corrupção. Sob o título “Dilma tenta drenar o pântano”, a publicação inglesa explica assim a relação política do governo com a base aliada:

O principal interesse de alguns partidos menores da coalizão não é ideologia, mas extrair cargos e dinheiro – para ganho pessoal ou finança partidária – do governo. Eles estão revoltados porque Rousseff tem tentado mudar as regras do jogo”.

A revista conclui, porém, que a “faxina” pode ser muito popular na classe média, mas o mais relevante para garantir a popularidade de Dilma em alta é a economia – combater a inflação e impedir a estagnação. E alerta: a opção gradualista feita por Dilma pode estar fora do timing dos eventos da economia mundial.

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terça-feira, 7 de junho de 2011 Economia | 11:02

The Economist chama governo Dilma de “fanfarrão”

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O desgaste da imagem internacional da presidente Dilma Rousseff é grave. A revista inglesa The Economist, livro sagrado do mercado financeiro mundial, que já fez uma capa elogiosa ao Brasil, afirma, em editorial, que o governo brasileiro faz fanfarra ao gabar-se de sua política fiscal.

O texto usa o verbo brag, que tem um significado pejorativo, bem no sentido usado pelo Capitão Nascimento, do filme Tropa de Elite.

Segundo a revista, a economia brasileira anda mais frágil do que aparenta aos olhos dos investidores e Dilma propaga um aperto fiscal incompatível com o que ocorre na prática.

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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010 Economia | 13:02

Em qual idade as pessoas são mais infelizes? 46 anos

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Crianças do Butão: origem do Índice de Felicidade

O Índice de Felicidade Interna é um tema da agenda política em todo o planeta. Começou com a ideia do rei do Butão em medir a felicidade de seu povo e levá-la em conta nas decisões de política econômica em contrapartida a hegemonia do PIB que, como se sabe, só mede a riqueza material.

A Grã-Bretanha acaba de adotar a ideia e, por aqui, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) apresentou emenda constitucional, em junho, para incluir o índice no capítulo dos Direitos Sociais da Constituição. Em São Paulo, o índice virou bandeira do ex-deputado Fábio Feldmann (PV).

Enquanto isso, na academia surgem inúmeras pesquisas para alimentar as políticas públicas. Uma das mais recentes foi feita por dois pesquisadores da Dartmouth College em 72 países, como noticia The Economist. Eles perguntaram em qual idade as pessoas são mais infelizes. Resposta: entre 40 e 50 anos.

A média mundial ficou em 46 anos. Mas atenção: a grande novidade da pesquisa é que a felicidade, ao longo da vida, é uma curva em U. Ou seja, depois dos 46, a sensação de bem-estar só melhora. Um alento para a população economicamente ativa mundial que envelhece cada vez mais.

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