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Posts com a Tag Trabalho

segunda-feira, 30 de abril de 2012 Governo | 10:23

Dilma reúne-se com PDT para vencer resistências a Brizola Neto como ministro do Trabalho

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Brizola Neto (Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil)

A presidenta Dilma Rousseff está neste momento reunida com o presidente do PDT , Carlos Lupi, no Palácio do Planalto.

Dilma tenta vencer resistências do PDT ao anúncio, ainda hoje, do deputado Brizola Neto (PDT-RJ) como ministro do Trabalho.

O objetivo é tornar a nomeação parte das comemorações do Dia do Trabalhador, o 1º de maio.

Brizola Neto tem o apoio somente de parte da bancada de seu partido e enfrenta resistências do próprio Lupi, que deixou o comando dessa mesma Pasta em dezembro.

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segunda-feira, 9 de abril de 2012 Governo | 10:02

Dilma deixa nomeação de Brizola Neto em banho-maria

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E Dilma Rousseff não nomeou Brizola Neto como ministro do Trabalho na semana passada, como planejava.

A expectativa agora no PDT é de que só o faça na volta da viagem aos Estados Unidos.

Se acalmar a briga interna no partido.

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quinta-feira, 15 de março de 2012 Governo | 06:01

Como Vaccarezza e Ideli se atrapalharam na indicação do ministro do Trabalho

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A história circulou na imprensa assim:

A presidenta Dilma, em vez de um pedetista, quase colocou no comando do Ministério dos Trabalho o deputado Hugo Leal (RJ), apadrinhado pelo seu partido, o PSC,  e pelo PTB.

Mas ontem à noite —  como forma de ilustrar o mau relacioamento entre a coordenadora política do governo, Ideli Salvatti, e o recém-afastado líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza — o deputado Silvio Costa (PTB-PE) contou ao colega Miro Teixeira (PDT-RJ) como teria sido a tal quase-nomeação de Hugo Leal.

— Foi o seguinte —  disse Silvio Costa, completando: —  Após a votação do Funpresp (Fundo de Previdência Complementar dos Servidores Públicos), ao notar que o PDT votou em peso contra o governo, o Vaccarezza procurou-nos no PTB para dizer que o PDT não teria mais o Ministério do Trabalho. Pediu que nós e o PSC indicássemos um nome comum, e chegamos ao hugo Leal. O Vaccarezza falou com a Ideli ao telefone na minha frente, e marcou um encontro. Fomos todos ao Palácio do Planalto, como eles disseram. Pois é: a Ideli nem nos atendeu. Dá para entender um negócio desses?

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segunda-feira, 12 de março de 2012 Governo | 20:19

Líderes do PDT fazem viagem perdida ao Planalto

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Os líderes PDT na Câmara, André Figueiredo (PDT-CE), e no Senado, Acir Gurgacz (PDT-RO), que estiveram no Palácio do Planalto para tentar tratar da substituição do ministro do Trabalho, fizeram uma viagem perdida.

Quando chegaram na ante-sala da ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, eles foram informados pela assessoria da ministra que uma reunião de emergência havia sido convocada para tratar da queda de Romero Jucá (PMDB-RR) da liderança do PMDB no Senado.

Segundo eles, Ideli prometeu recebê-los amanhã.

Os líderes são contrários à posse do deputado Brizola Neto (PDT-RJ) como representante do partido no comando do Ministério do Trabalho.

Mas a presidenta tem acenado aos pedetistas que este é o nome de sua preferência.

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quinta-feira, 1 de março de 2012 Governo | 17:23

Brizola Neto ganha força junto ao Planalto

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O deputado Brizola Neto (PDT-RJ) estava que era só alegria, ontem à noite no restaurante Piantella de Brasília.

Somente ele e o deputado Marcos Medrado (PDT-BA), no partido, votaram pela aprovação na Câmara do Fundo de Previdência Complementar do Funcionalismo Público (Funpresp).

Com isso, Brizolinha e Medrado tornaram-se os únicos entre os deputados pedetistas em condições de assumir o comando do Ministério do Trabalho.

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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012 Partidos | 16:44

Auxiliares aconselham Dilma a tirar o PDT do Ministério do Trabalho

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A presidenta Dilma ouviu hoje de seus principais articuladores políticos a opinião de que ela não deve mais manter o PDT no comando do Ministério do Trabalho.

O argumento é de que o PDT tem votado contra o governo em todos os projetos que o Palácio do Planalto apontou como fundamental o apoio de sua base de apoio no Congresso.

Foi o que ocorreu agora na votação do Fundo de Previdência Complementar doas Servidores Públicos (Funpresp).

E que se o partido for para a oposição, não muda nada. Afinal, disseram, o PDT já está fazendo oposição há muito tempo.

Dilma, no entanto, não deu sinais de que se decidira. Nem pela permanência, nem pela saída.

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domingo, 26 de fevereiro de 2012 Partidos | 06:01

Ex-ministro Carlos Lupi anuncia que o PDT agora é aliado de Dilma e do tucano Geraldo Alckmin

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Carlos Lupi (Foto: Elza Fiúza - Agência Brasil)

O ex-ministro do Trabalho Carlos Lupi deixou o governo em meio às denúncias de irregularidades em sua pasta e reassumiu a presidência do PDT. Mas não abandonou as polêmicas.

Acaba de ser nomeado e exonerado do cargo de assessor especial do prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB). Pouco antes, quando reassumiu o comando do PDT, bateu de frente com o deputado Brizola Neto (RJ).

Agora está de malas prontas para São Paulo.

Tem encontro marcado nesta segunda-feira com o governador Geraldo Alckmin (PSDB) para acertar o apoio do PDT ao governo tucano.

Mas, em entrevista ao Poder Online, Lupi jura que não apoiará o candidato do PSDB a prefeito da capital, seja ele José Serra ou quem for.

Diz que o partido não abre mão da candidatura própria, e que o deputado federal Paulinho da Força Sindical “está candidatíssimo”.

E que, no plano federal, o PDT continua na base de apoio ao governo petista de Dilma Rousseff.

Tanto que ele anuncia para esta semana ou a próxima a definição do pedetista que assumirá como novo ministro do Trabalho.

Os mais cotados são o deputado Vieira da Cunha (PDT-RS) e o secretário-geral da legenda, Manuel Dias.

Na entrevista, Lupi sugere que a Comissão de Ética da Presidência deu paracer contrário à sua permanência como ministro porque  o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Sepúlveda Pertence, presidente da comissão, brigou com Leonel Brizola quando atuou como advogado do ex-governador do Rio na disputa pela sigla do PTB. Ele perdeu para a ex-deputada Ivete Vargas por atraso na apresentação do registro. “O Brizola perguntava: Esse Sepúlveda, a quem pertence?” conta Lupi.

Poder Online –   O senhor deixou o Ministério do Trabalho, reassumiu a presidência do PDT. E já entrou nessa  polêmica do cargo de assessor especial do prefeito do Rio.

Carlos Lupi –O PDT no Rio já estava praticamente  decidido a apoiar a reeleição do prefeito Eduardo Paes, independentemente de qualquer cargo.  Mas o Eduardo é meu amigo de longa data, e achava que eu poderia contribuir  trabalhando com ele. Ocorre que a mídia resolveu pegar no meu pé. Então eu senti que isso poderia causar constrangimento ao prefeito e pedi para desfazer a nomeação.  Foi isso o que ocorreu.

Poder Online –   O senhor se acha perseguido pela mídia?

Carlos Lupi – Quando o ex-governador Leonel Brizola era vivo, tivemos uma passagem que me marcou muito. Fui seu secretário de Transportes durante um período e resolvi promover uma campanha de trânsito que foi muito elogiada pela imprensa. Cheguei lá no Brizola, todo contente, com a manchete do jornal “O Globo” na mão dizendo: “Olha só, governador!” Ele pegou o jornal, leu, franziu a sobrancelha, sorriu  e respondeu: “Alguma coisa você fez de errado para ‘O Globo’ estar elogiando assim”. Desde então, quando a mídia me critica muito, fico pensando: Onde será que eu acertei?

Poder Online –   Verdade?

Carlos Lupi – É uma brincadeira. Acho a mídia muito importante para a democracia. Acho que a crítica é importante. Mas não concordo com linchamentos, com notícias baseadas em “indícios de irregularidades” sem provas. Não posso concordar com julgamentos sumários. Foi isso o que a mídia fez comigo. Eu pedi apuração de tudo o que foi denunciado junto ao Ministério Público e à Corregedoria- Geral da União (CGU). Estou esperando o resultado na certeza de que não haverá nada. Aí vou começar a cobrar de um por um o direito de resposta.  Não dá para mancharem uma pessoa e depois darem o caso por esquecido. Daquilo tudo, hoje, não sobrou nenhuma acusação. As pessoas só lembram daquele “Dilma, eu te amo!”, que falei quando estive na Câmara. Outro dia, um motorista de taxi gritou para mim: “Lupi, i love you!”.

Poder Online –   O senhor acha que nada será apontado quanto àquelas denúncias sobre irregularidades envolvendo  ONGs (Organizações Não Governamentais) que teriam se beneficiado do Ministério do Trabalho? E sobre aquele caso do jatinho que lhe deu carona?

Carlos Lupi – Tenho certeza. Não tive qualquer envolvimento com essas ONGs e, no caso do jatinho, já está provado que a empresa que o pagou nada tinha a ver com o Ministério do Trabalho. E nem eu sabia direito de quem era. Apenas peguei uma carona em parte de um trajeto que fiz dentro Maranhão, onde cheguei num vôo de carreira. E a CGU, inclusive, mandou devolver o dinheiro que eu havia entregue ao governo a título de ressarcimento pela passagem. Segundo a CGU, porque usei numa missão ministerial.

Poder Online –   Mas a Comissão de Ética se manifestou contra o senhor.

Carlos Lupi – Pois é, ela falou em “indícios de irregularidades”. Suspeito que ali há indícios de ódio. Lá atrás, em 2002, a Comissão havia dito que eu não podia ser ministro e presidir o PDT ao mesmo tempo. Mas não disse nada a respeito do então ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, que presidia o PR. Neste caso dos “indícios de irregularidades”, eles abriram um procedimento e tomaram a decisão em poucas horas. E ainda informaram à imprensa antes mesmo de comunicar à Presidência da República. A Dilma ficou furiosa.

Poder Online –   Mas o presidente da Comissão, Sepúlveda Pertence, não tem proximidade com o PDT?

Carlos Lupi – Proximidade? Ele foi o advogado do Brizola naquela ação para ficarmos com o registro da sigla do velho PTB  (Partido Trabalhista Brasileiro), também reivindicada pela Ivete Vargas. O Golbery do Couto e Silva (ministro-chefe da Casa Civil do governo do general Ernesto Geisel)  não queria ver o Brizola com uma legenda tão forte nas mãos. E o Brizola perdeu porque o Sepúlveda deu entrada no pedido de registro do partido 15 minutos depois da Ivete. O Brizola tomou ódio do Sepúlveda. Perguntava sempre: “Esse Sepúlveda, a quem pertence?”

Poder Online –   Outra polêmica sua há pouco foi com o deputado Brizola Neto, por conta de o senhor ter reassumido a presidência do PDT.

Carlos Lupi – Esse caso já está superado. Conversamos e ele entendeu que eu tinha o direito de reassumir. Eu sou padrinho do Brizolinha, sou muito amigo dele, conheço-o desde que ele usava calças curtas. Nos desentendemos como se desentendem pai e filho, tio e sobrinho, padrinho e afilhado. Ele é um rapaz muito preparado, com um futuro brilhante.

Poder Online –   E, como presidente do partido, cabe ao senhor negociar com o Palácio do Planalto a nomeação do ministro. Quando a presidenta definirá o nome do PDT para ministro do Trabalho?

Carlos Lupi – Acho que, se não for nessa semana que entra, será na próxima. Ela está deixando decantar para escolher.  A presidenta quer alguém que, além de capacidade gerencial, ajude a compor a base de apoio, traga tranqüilidade ao partido.

Poder Online –   O senhor tinha falado para o Brizola Neto que ela estava em dúvida entre cinco nomes: O dele; o dos líderes do partido na Câmara, André Figueiredo (CE) e no Senado, Acir Gurgacz (RO); o do deputado Vieira da Cunha (RS); e o do secretário-geral do partido, Manuel Dias. Ainda são os mesmo nomes?

Carlos Lupi –O André e o Acir estão como líderes e declinaram. Acho que afunilou entre o Manuel e o Vieira da Cunha.

Poder Online – O Brizola Neto está fora?

Carlos lupi – Não. Ele também pode ser…

Poder Online –   E como está o partido?

Carlos Lupi – O PDT está numa fase muito boa. Vamos ter candidatos próprios em 17 capitais, com nomes muito fortes, como o de José Fortunati, em Porto Alegre, o Amazonino Mendes, em Manaus, o Gustavo Fruet, em Curitiba, e vários outros.

Poder Online –   No Rio, vocês estão fechando com o Paes. Em São Paulo, parece que o Alckmin está levando o PDT para apoiar o candidato do PSDB à Prefeitura.

Carlos Lupi – Nada disso. Nós estamos acertando a entrada do PDT na base de apoio ao governo estadual. Nesta segunda-feira estarei lá, num encontro com o governador Alckmin. Ele oficializará o convite para o PDT comandar a Secretaria do Trabalho e eu,  o apoio formal do partido ao seu governo. Mas já está acertado que isto nada tem a ver com a eleição de 2012. Nós não abrimos mão de um candidato próprio em São Paulo. E esse candidato é o deputado Paulinho da Força Sindical. Ele está candidatíssimo.

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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012 Governo | 09:01

Carlos Araújo, o conselheiro de Dilma para o Ministério do Trabalho

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É grande no PDT a expectativa pela definição da presidenta Dilma Rousseff acerca do nome do partido que irá comandar o Ministério do Trabalho.

Nas conversas entre os membros da cúpula pedetista sobre os candidatos, é sempre citado o ex-marido de Dilma, Carlos Araújo, que está internado desde o dia 3 com problemas respiratórios num hospital de Porto Alegre.

Não que Araújo esteja candidato a ministro. Mas ele é considerado figura decisiva na escolha da presidenta. Ex-deputado estadual pelo PDT no Rio Grande do Sul, foi Carlos Araújo quem levou Dilma para o partido.

Conhece, é amigo ou inimigo de boa parte dos integrantes da cúpula da legenda. Quem não se dava bem com ele é considerado carta fora do baralho da presidenta na reforma ministerial.

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domingo, 5 de fevereiro de 2012 Governo | 06:01

Carlos Lupi revela a Brizola Neto os cinco nomes do PDT para comandar o Ministério do Trabalho

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Brizola Neto (Foto: Antônio Cruz/ABr)

Divulgado o novo ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro — que irá representar o PP na Esplanada dos Ministérios –, Dilma Rousseff deve começar a fechar esta semana os seus escolhidos no PDT e no PR.

A princípio, o PDT deve continuar com o comando do Ministério do Trabalho, pasta antes ocupada pelo presidente licenciado do partido, Carlos Lupi.

Sob o fogo cruzado de denúncias, Lupi deixou o governo e reassumiu o comando do partido — também em meio a uma crise, especialmente com a ala fluminense da legenda, tendo à frente o deputado federal Brizola Neto.

Os dois conversaram na quinta-feira. Segundo Brizola Neto relata em entrevista ao Poder Online, parece que começaram a se entender.

Tanto que Lupi revelou ao correligionário-adversário a lista de nomes para ministro que chegou a discutir com a presidenta Dilma Rousseff.

São eles: o próprio Brizola Neto; o recém-eleito líder na Câmara, André Figueiredo (CE); o deputado federal Vieira da Cunha (RS); o secretário-geral do PDT, Manoel Dias; e o líder no Senado, Acir Gurgacz (RO).

Mas Brizola Neto admite que nenhum desses nomes unirá o PDT por si só. Segundo ele, antes o partido precisa de um pacto de unidade interna.

Poder Online –  O senhor protagonizou um racha no PDT contra o ex-ministro Carlos Lupi. Mas ele voltou a presidir o partido. Qual sua expectativa agora?
Brizola Neto –
Nós protestamos foi com relação aos mecanismos de organização e de decisões dentro do partido. Nada pessoal. Tanto que nos solidarizamos a ele em relação às denúncias contra sua gestão no Ministério.  Acreditamos terem partido de setores atrasados da sociedade. Agora, do ponto de vista do futuro imediato, havia duas questões a serem resolvidas: a escolha do líder na Câmara e a definição do novo ministro do PDT. O líder já foi escolhido. É o André Figueiredo. Então só falta a questão do Ministério.

Poder Online –  Pois é. Parece que o Lupi saiu ganhando na votação do líder.
Brizola Neto –
A princípio, sim. Mas também houve uma conjunção de interesses. O André é ligado a ele, mas recebeu os votos, por exemplo, dos deputados Reguffe (DF) e Miro Teixeira (RJ) que não são alinhados com o Lupi, são independentes.

Poder Online –  Mas ele também ganhou força na medida em que reassumiu a presidência do PDT.
Brizola Neto –
O Lupi tinha se licenciado por um ato pessoal. Então, do ponto de vista formal, reconheço que sua volta também dependia apenas de um ato pessoal. E foi o que houve. O que eu argumentei é que, para ter mais legitimidade, ele deveria ter discutido esse seu retorno, dentro do partido, de uma forma mais aprofundada e democrática.

Poder Online –  E agora? O Lupi tem legitimidade como presidente do PDT?
Brizola Neto –
Tudo depende de como será a gestão daqui para a frente. Se vai haver uma democratização da organização e das decisões partidárias.

Poder Online –  E vai haver?
Brizola Neto –
Olha, eu diria que o Lupi parece disposto a mudar a forma de se relacionar. Eu e ele tivemos uma reunião na quinta-feira em que começamos a discutir isso.

Poder Online –  Então vocês estão se entendendo?
Brizola Neto –
Eu não sou obstáculo ao entendimento. A conversa foi boa.

Poder Online –  Falaram de ministérios? Nomes?
Brizola Neto –
Ele relatou que, no domingo que antecedeu a sua saída do Ministério, teve uma conversa informal com a presidenta Dilma Rousseff. E que, ali, ela perguntou sobre nomes do partido. E o próprio Lupi citou cinco, acrescentando que não há vetos a qualquer um desses.

Poder Online –  E quais foram os nomes citados?
Brizola Neto –
O André Figueiredo, o Vieira da Cunha, o Manoel Dias, o Acir Gurgacz e eu.

Poder Online –  E, entre vocês cinco, qual o nome que une o partido?
Brizola Neto –
Sinceramente, neste momento não dá para dizer. É evidente que o partido viveu uma crise. Não só pelas denúncias contra o Lupi quando ministro, como por toda essa discussão acerca da falta de democracia interna. Então, mais importante do que o nome, o PDT precisa construir um pacto de unidade interna. Sem esse pacto, nenhum dos nomes unirá o partido.

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terça-feira, 17 de janeiro de 2012 Governo | 19:02

Ministro do Trabalho: imagem indisponível

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Pois é, uma imagem vale mais que mil palavras.

Desde dezembro com um ministro cujo maior cargo até então havia sido a gerência de uma agência bancária no Rio de Janeiro, a pasta do Trabalho aparece desprestigiada na galeria de imagens dos atuais ocupantes de cargos na Esplanada.

Dos 39 ministros, o ministro interino do Trabalho, Paulo Roberto Pinto, é o único que não tem um retrato na página oficial do governo da presidenta Dilma Rousseff na internet.

Pinto substituiu Carlos Lupi (PDT), que deixou a pasta após uma série de denúncias como acumular dois empregos em assessorias do PDT no Rio e em Brasília.

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