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Posts com a Tag Transpetro

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012 Governo | 15:23

Livre da demissão na Transpetro, Sérgio Machado esfria a cabeça em Paris

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Toda essa história de que ele poderia ser demitido deve ter estressado o presidente da Transpetro, Sérgio Machado.

Tanto que ele foi esfriar a cabeça em Paris, onde chegou hoje para se hospedar no sofisticado Hôtel de Crillon, na Place de la Concorde, cujas diárias variam de 550 a 910 euros — algo entre R$ 1.240 e R$ 2.057.

Viagem particular, com parte da familia e alguns amigos.

Inclui uma passadinha na mais cara estação de esqui do mundo: Courchevel 1850, nos Alpes franceses, de onde retorna ao mesmo hotel para descansar por mais alguns dias.

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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012 Governo | 06:01

Dilma quer Maria das Graças Foster com mão de ferro sobre toda a diretoria da Petrobras

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Apesar da permanência do presidente da Transpetro, Sérgio Machado — pelo menos por enquanto –, a presidenta Dilma Rousseff não desistiu de mexer no quadro de diretores da Petrobras.

Dilma ainda quer mexer com todos. Uns mais cedo, outros mais tarde.

Por quê? Porque acha que se estabeleceram na empresa feudos em cada diretoria.

Determinou, então, à futura presidenta da estatal, Maria das Graças Foster — com 30 anos na companhia e que conhece praticamente todo mundo –, que ela monte uma diretoria de pessoas de sua inteira confiança.

E mandou um recado aos atuais diretores:

“Essa empresa não funcionará mais com feudos autônomos. Terá agora um comando único, a Maria das Graças Fortes.”

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terça-feira, 31 de janeiro de 2012 Governo | 09:01

E Sérgio Machado salvou Pimentel de depor no Senado

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Tudo bem, o presidente da Transpetro, Sérgio Machado, ficará no cargo. Pelo menos por enquanto.

Mas o líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), fez das tripas coração para mantê-lo, movimentando praticamente toda a bancada.

Ganhou porque foi minimamente discreto. Não agiu como o líder do partido na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), que desafiou publicamente a presidenta.

Mas ficaram sequelas.

Dilma Rousseff não gostou nem um pouco da ameaça velada de o PMDB permitir que a oposição aprovasse a convocação do ministro Fernando Pimentel (Desenvolvimento Indústria e Comércio), acusado de ter beneficiado empresas para as quais prestou consultoria.

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domingo, 29 de janeiro de 2012 Partidos | 16:10

Presidente do PMDB diz que partido não pode se digladiar por cargos

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Valdir Raupp (Foto: Paulo H Cardoso - Agência Senado)

Presidente nacional do PMDB desde que o titular, Michel Temer, pediu licença do cargo para ocupar a Vice-Presidência da República, o senador Valdir Raupp (RO) dá como superado o episódio do bate-boca do líder do partido na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), com o governo por conta da demissão do presidente do Dnocs (Departamento Nacional de Obras Contra a Seca), Elias Fernandes.

Em entrevista ao Poder Online, Raupp diz que a ameaça de demissão do presidente da Transpetro, Sérgio Machado — indicado pelo líder no Senado, Renan Calheiros –, “foi boato”. E que os líderes do PMDB fizeram essas indicações não por interesses pessoais, mas para cumprir “uma complicada tarefa comum em sua região, o Nordeste”.

Ele aponta, inclusive, como o autor das “mais ferozes indicações”, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que é presidente nacional do PSB.

Apesar disso tudo, o senador diz que uma das lições a ser tirada do episódio é que “o PMDB não pode ficar de digladiando por cargos”.

Poder Online – Qual a sua avaliação final desse episódio da demissão do presidente do Dnocs em meio aos protestos do líder Henrique Eduardo Alves?
Valdir Raupp –
Nós já demos esse episódio como superado, página virada.

Poder Online – Como assim?
Valdir Raupp –
Já conversei com o Henrique, ele está tranquilo e já se acertou com o governo.

Poder Online – O acerto é que ele indicará o substituto.
Valdir Raupp
– Parece que é isso. Não sei.

Poder Online – E tem o caso da ameaça de demissão do presidente da Transpetro, Sérgio Machado.
Valdir Raupp –
Esse caso eu conversei com o Renan Calheiros (líder do PMDB no Senado) e ele disse que foi só boato. Nem existiu.

Poder Online – Mas não fica mal para o PMDB os dois líderes do partido discutindo indicações pessoais com o governo?
Valdir Raupp –
Mas não são bem indicações pessoais. É uma complicada tarefa comum em sua região, o Nordeste, que eles têm que cumprir.

Poder Online – O Elias Fernandes foi apadrinhado pelo Henrique Eduardo alves, e o Sérgio Machado, pelo Renan.
Valdir Raupp –
Mas no Nordeste as bancadas regionais costumam se reunir e decidir as indicações como um todo, cabendo aos líderes a intermediação com o governo. E essas indicações passam principalmente pelos governadores. O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), é o atuor das mais ferozes indicações.

Poder Online – O senhor acha que a presidenta Dilma tratou mal o partido, contribuindo para o desgaste?
Valdir Raupp –
Não. Acho que o diálogo com a presidenta está indo muito bem, até porque é muito bem intermediado pelo vice-presidente Michel Temer.

Poder Online – Qual lição fica destes episódios?
Valdir Raupp –
Primeiro, que o partido tem que se manter unido. Unidos, nós temos crescido esses anos todos e continuaremos crescendo. Acho que nos mantivemos unidos nesse período, e isso ajudou bastante.

Poder Online – Mas essa coisa de cargos…
Valdir Raupp –
De fato, eu nunca fui muito favorável a essa coisa de cargos. Tenho defendido a tese de que o PMDB não pode se digladiar por cargos.

Poder Online – E daqui para a frente? haverá alguma retaliação?
Valdir Raupp –
Retaliação? De forma alguma. Um partido do tamanho do PMDB não pode se rebelar. Seria muito ruim para o país.

Poder Online – Mas sempre tem aquelas coisas que se pode fazer…
Valdir Raupp –
Nada disso. No início do governo Lula, passamos dois anos sem qualquer cargo e continuamos apoiando o então presidente, em nome da governabilidade, do interesse do país. E aqueles foram momentos difíceis para o Lula, mas o PMDB continuou apoiando-o.

Poder Online – Assim será com a Dilma?
Valdir Raupp –
Sim continuaremos apoiando, independentemente de cargos. Estamos no governo. Temos o vice-presidente, Michel Temer, ao lado dela. Esse é o nosso papel.

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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012 Congresso | 20:00

Renan Calheiros ainda aposta na permanência de Sérgio Machado na Transpetro

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O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), tem dito a colegas da bancada que recebeu uma sinalização do Palácio do Planalto de que o presidente da Transpreto, Sérgio Machado, deve continuar no cargo. Pelo menos por enquanto.

Ex-senadfor pelo PMDB-CE, Machado foi indicação do próprio Renan para o cargo. Sua saída seria considerada um gesto de absoluto desprestígio do senador junto à presidenta Dilma Rousseff.

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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012 Governo | 12:00

Maria das Graças Foster busca espaço para seu braço direito

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O PMDB não quer nem ouvir falar na saída do ex-senador Sérgio Machado (CE) do comando da Transpetro. Ele é bancado pelo próprio líder do partido, Renan Calheiros (AL).

Mas ontem à noite, na sede Petrobras no Rio, o grande burburinho era a notícia de que a futura presidente da estatal, Maria das Graças Foster, tentará emplacar no cargo Richard Olm, seu braço direito na Diretoria de Gás e Energia.

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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012 Partidos | 17:59

Para Renan, Sérgio Machado fica na Transpetro

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A propósito da nota Substituição de Gabrielli na Petrobras ameaça presidente da Transpetro, Sérgio Machado, publicada mais cedo pela coluna, o líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), afirma:

— Esse assunto nunca entrou em discussão. Não creio na saída do Sérgio.

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Governo | 09:57

Substituição de Gabrielli na Petrobras ameaça presidente da Transpetro, Sérgio Machado

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No rastro da reformulação na Petrobrás, por conta da substituição do presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli, por Maria da Graça Foster, outra mudança de peso é esperada: a saída do presidente da Transpetro, ex-senador Sérgio Machado (PMDB-CE).

O problema é que ele não está nada satisfeito com esta possibilidade e já acionou seus padrinhos políticos, o líder do partido no Senado, Renan Calheiros (AL), e o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE).

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sexta-feira, 22 de julho de 2011 Copa 2014 | 08:06

Transpetro faz estudo arqueológico do terreno do Itaquerão

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Canteiro de obras do Itaquerão (Foto: André Lessa/AE)

A Petrobras Transporte (Transpetro) entrega, nos próximos dias, ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o Iphan, um relatório de diagnóstico arqueológico do terreno onde será construído o Itaquerão.

O estudo foi uma exigência da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), que concedeu a lincença ambiental para que a Transpetro fizesse a remoção e realocação dos dutos que passam sob o terreno do futuro estádio do Corinthians.

A Transpetro trabalha no monitoramento arqueológico do terreno apesar de o Corinthians ainda não ter assinado um contrato assumindo os custos das obras. O valor estimado é de R$ 30 milhões.

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