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Posts com a Tag transporte público

quinta-feira, 20 de novembro de 2014 Brasil | 19:09

Dilma promete retomar agenda com prefeitos na semana que vem

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Com a notícia da morte do ex-ministro Márcio Thomaz Bastos, a presidente Dilma Rousseff decidiu convidar os prefeitos José Fortunati (Porto Alegre) e Luiz Marinho (São Bernardo do Campo), para viajarem junto com ela a São Paulo para o velório.

Os dois seriam recebidos em agenda nesta tarde, no Palácio do Planalto. Durante o voo, Dilma comprometeu-se a se reunir na próxima semana com a Frente Nacional de Prefeitos, que cobra do governo medidas como a desoneração do transporte público.

 

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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014 Cidades | 06:00

Prefeitos correm para Mercadante para pedir desoneração

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Sem apoio no Ministério da Fazenda, um grupo de prefeitos decidiu correr para o novo chefe da Casa Civil, Aloizio Meecadante, na esperança de conseguir um sinal positivo para o pedido de uma nova desoneração do transporte público urbano.

Os prefeitos afirmam não ter mais condições de subsidiar as passagens de ônibus e dizem não ver outra alternativa além se aumentar a tarifa em pleno ano eleitoral, que promete ser palco de manifestações.

O mesmo grupo que esteve nesta semana no Ministério da Fazenda para discutir o assunto já pediu uma audiência com o novo ministro da Casa Civil.

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quinta-feira, 3 de outubro de 2013 Brasil | 09:00

Empresas de ônibus torcem o nariz para abrir balanços em troca de desoneração

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Um dos pontos que tem dificultado as negociações para a aprovação de um projeto que desonere o transporte público urbano em todo o país é o fato de as empresas de ônibus torcerem o nariz para a possibilidade de terem que abrir seus balanços financeiros.

Esta é uma das exigências do chamado Reitup (Regime Especial de Incentivos para o Transporte Público Coletivo e Metropolitano de Passageiros), projeto que tramita no Congresso e propõe criar um sistema tributário diferenciado para o setor.

A expectativa era de que o relatório final fosse apresentado ainda nesta semana, mas a reunião da comissão que trata do assunto acabou sendo adiada.

Leia também: Frente de Prefeitos cobra ministros por mais desonerações do transporte

 

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quinta-feira, 23 de maio de 2013 Brasil | 11:41

Dilma queria protagonismo na desoneração do transporte público

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A presidente Dilma Rousseff queria atuar como “protagonista” da desoneração do transporte público em todo o País, o que pesou na decisão de criar um pacote de isenções para o setor por meio de medida provisória. Há poucos meses, a presidente pediu a um emissário que conversasse com alas do Congresso envolvidas na tramitação do projeto que propõe a criação do chamado Reitup, ou Regime Especial de Incentivos para o Transporte Coletivo Urbano e Metropolitano de Passageiros (Reitup). Ali, já se falava na possibilidade de a presidente tomar para si a canetada que resultaria nas isenções.

Relembre o caso: Dilma dá sinal verde para desonerar o transporte público urbano

A proposta ficou parada por vários anos no Congresso. Nas reuniões realizadas para discutir o assunto, um interlocutor de Dilma chegou a dizer abertamente que o Planalto queria as isenções fossem diretamente associadas à presidente. Assim, a medida não só ajudaria a conter reajustes na tarifa em grandes cidades, como entraria na estratégia para colar em Dilma a marca da desoneração fiscal para a campanha de reeleição no ano que vem.

A notícia de que o governo estudava isentar o transporte público urbano começou a circular ainda no início do ano. Em abril, o Poder Online noticiou que Dilma havia dado sinal verde  o projeto e  mobilizado setores do governo para preparar o anúncio da medida. A decisão de conceder as isenções de PIS e Cofins no próximo mês, por meio de medida provisória, foi revelada nesta quinta-feira pelo jornal Folha de S. Paulo.

Hoje, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, limitou-se a confirmar a isenção dos dois tributos e não deu mais detalhes sobre o conteúdo da medida provisória. Ou seja, não fica claro se as isenções virão acompanhadas de contrapartidas para as empresas que operam o transporte urbano ou não.

No projeto de lei, havia previsão para que as empresas beneficiadas implantassem o Bilhete Único e abrissem balanços financeiros à Receita Federal, que fiscalizaria a aplicação da lei.

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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012 Cidades | 07:00

Trânsito caótico custa R$650 milhões a empresas de transporte urbano

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Congestionamentos, acidentes, poluição sonora e ambiental elevam os custos das empresas de transporte urbano em R$ 650 milhões por ano.

Os cálculos são resultado de estudo que acaba de sair do forno, produzido pela Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) e reforça a necessidade de priorizar o uso de transporte público nas grandes cidades.

Segundo a entidade os incentivos à compra de automóveis, como a isenção do IPI, e a oferta do mercado, que joga nas ruas 480 mil novos automóveis por mês, tornam o trânsito das metrópoles ainda mais caótico e conspiram contra mudanças recomendadas.

O estudo aponta que embora 60% dos deslocamentos sejam feitos por transporte público, o número de usuários por quilômetro vem caindo ano a ano desde 1994. Em outubro do ano passado foram transportados 1,63 passageiro por quilometro, o menor índice dos últimos 18 anos. É reflexo do aumento da frota de carros particulares.

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quinta-feira, 2 de agosto de 2012 Cidades | 12:00

Especialistas discutem novas alternativas de mobilidade urbana nas cidades brasileiras

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A Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (ANTU) discute, no fim do mês, em Brasília a implementação de alternativas de transporte nas principais capitais do país.

A ideia é explorar meios como o Bus Rapid Transit (BRT – em português Trânsito Rápido de Ônibus) e Bus Rapid Service (BRS – em português Serviço Rápido de Ônibus) nas cidades que receberão a Copa de 2014.

O mecanismo já foi adotado em algumas cidades como Rio de Janeiro, Uberlândia, Curitiba e Goiânia. A ideia também é discutir a nova Lei de Mobilidade Urbana.

Para isso, estarão presentes o presidente da Frente Nacional de Prefeitos, João Coser, o secretário nacional de mobilidade urbana do ministério das Cidades, Júlio dos Santos, um consultor internacional especialista no assunto Drendan Finn, além de representantes da ONG Movimento Nacional pelo Direito ao Transporte Público.

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quinta-feira, 19 de julho de 2012 Cidades | 15:13

PAC Mobilidade deve priorizar obras para periferia

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De acordo com o ministro das Cidades, Agnaldo Ribeiro, o PAC Mobilidade para Médias Cidades, lançado hoje no Palácio do Planalto, priorizará as obras voltadas para a periferia.

O governo quer melhorar o acesso de pessoas beneficiadas por programas como o Minha Casa , Minha Vida e outros programas sociais.

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domingo, 27 de março de 2011 Estados | 06:02

Vice-governador de Brasília diz que acusações de Arruda visam causar “instabilidade política” no Distrito Federal

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Foto: Brizza Cavalcante - Agência Câmara

Tadeu Filippelli (foto: Brizza Cavalcante - Ag.Câmara)

Vice-governador do petista Agnelo Queiroz no Distrito Federal, Tadeu Filippelli é o maior cacique do PMDB em Brasília e responsável pelo afastamento do partido do ex-governador Joaquim Roriz.

Em entrevista ao Poder Online, ele confirma os planos de disputar o governo do Distrito Federal, mas diz que não há hipótese de disputar contra o governador Agnelo.

Filippeli afirmou também que vê  nos novos escândalos no DF envolvendo a deputada Jaqueline Roriz e o deputado Chico Leite uma possível estratégia do ex-governador José Roberto Arruda de criar “instabilidade política” em Brasília para se defender.

Poder Online: Dirigentes partidários dizem que é o senhor que tem governado Brasília, e não o Agnelo. Eles estão certos?

Tadeu Filippelli: Não, de forma nenhuma. Eu apenas contribuo no que eu posso e no que tenho conhecimento. É o contrário. Eu acho que o Agnelo se superou ao conseguir montar um governo com todas as vertentes políticas. Foi de uma habilidade fantástica. Ele tem sido muito correto com todos os partidos, e em particular com o PMDB.

Poder Online: Mas o senhor pretende se candidatar ao governo do Distrito Federal?

Tadeu Filippelli: Esses são planos futuros. Mas, antes de ter esse plano, eu te asseguro que não há a menor possibilidade de eu ter uma disputa de votos com o Agnelo, um conflito eleitoral.

Poder Online: Como fica o governo do DF após tantos escândalos, dessa vez envolvendo o deputado Chico Leite, integrante do mesmo partido do governador Agnelo Queiroz?

Tadeu Filippelli: Uma pessoa que pertence a um partido não pode representar o partido, e nem contaminá-lo como um todo. Cada pessoa tem de ser responsável pelos seus atos e o partido, logicamente, tem de reagir. Mas o que estou vendo nos últimos dias é mais o oportunismo de usar o momento em que estamos passando como um fator de instabilidade política. Mas esses assuntos devem ficar a cargo dos órgãos competentes, que são a Justiça, a Polícia Federal e o Ministério Público.

Poder Online: Mas o que o Arruda ganha criando essa instabilidade política no governo?

Tadeu Filippelli: Talvez seja um gesto mais ligado a uma linha de defesa, a uma estratégia de advogados, do que efetivamente um gesto contra o governo.

Poder Online: Outro caso revelado recentemente foi o vídeo da deputada Jaqueline Roriz recebendo dinheiro de Durval Barbosa, pivô de escândalo de corrupção em Brasília.

Tadeu Filippelli: É outro caso que está na mesma esteira da Operação Caixa de Pandora. No momento, está sendo discutido no lugar em que deve ser discutido, que é na Câmara Federal. Seria improdutivo neste momento eu expressar qualquer opinião sobre o processo que ela sofre por quebra de decoro parlamentar. O que o governo tem que fazer agora é virar os olhos para dentro da sua estrutura e da sua máquina e não permitir erros como esse.

Poder Online: E como está sua relação com o ex-governador Rogério Rosso, ele será expulso do PMDB?

Tadeu Filippelli: Qualquer opinião minha a respeito dele pode ser entendida por uma diferença pessoal, por causa da tentativa dele de reeleição. Eu acho que o governo Rosso foi um momento infeliz para Brasília, quando todos aguardavam uma postura de respeito pela cidade. Quanto ao aspecto partidário, ele responde a um processo de expulsão, já em fase final no Conselho de Ética. Prefiro não comentar.

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