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Posts com a Tag USP

sexta-feira, 28 de novembro de 2014 Governo | 07:30

Governo monitora denúncias de estupro na USP

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Protesto da Frente Feminista na USP de São Carlos (Foto: Divulgação)

Protesto da Frente Feminista na USP de São Carlos (Foto: Divulgação)

A Secretaria de Políticas para Mulheres da Presidência da República começou a monitorar de perto as denúncias de estupro na Universidade de São Paulo. Os relatos foram apresentados em uma audiência pública da Assembleia Legislativa de São Paulo, no início do mês, e já existe um pedido para a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito sobre o caso.

Apesar de oficialmente a SPM ainda não ter se pronunciado sobre o tema, a secretária-adjunta de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, Rosângela Rigo, irá pessoalmente à Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – de onde vieram parte das denúncias.

Rosângela participará de uma atividade hoje à noite, realizada pelo grupo de pesquisa Saúde e Gênero da Faculdade. A intenção do grupo é criar uma rede municipal de enfrentamento à violência de gênero. Além disso, o governo também já entrou em contato com deputados estaduais paulistas, para acompanhar os desdobramentos do pedido de investigação.

Leia também: Estupro na USP é culpa da negligência da faculdade com trote, diz especialista

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domingo, 23 de novembro de 2014 Política | 08:00

‘É impossível responder qual é o maior caso de corrupção’, diz José Álvaro Moisés

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Em meio às últimas denúncias de desvio de verbas na Petrobras, investigadas pela Operação Lava Jato da Polícia Federal, o doutor em Ciência Política e professor da Universidade de São Paulo José Álvaro Moisés defende que é preciso cautela ao comparar diferentes casos de corrupção.

Cientista político e professor da Universidade de São Paulo, José Álvaro Moisés. (Foto: Divulgação)

Cientista político e professor da Universidade de São Paulo, José Álvaro Moisés. (Foto: Divulgação)

“Impressionisticamente, as pessoas dizem que é o maior escândalo do país. Diziam isso na época do mensalão e agora está se dizendo isso na Lava Jato. Agora, eu não sei dizer”, reconhece Moisés, em entrevista ao Poder Online. “Nós não sabemos, porque pode ter havido, em outras épocas da vida do país, outros fenômenos maiores de corrupção e nós não estamos devidamente informados.”

O cientista político também apresenta ressalvas quanto ao discurso petista de que um fortalecimento da autonomia dos órgãos de investigação nos últimos anos teria possibilitado a vinda à tona desses casos. “A mídia deveria (…) pegar as coisas que a Dilma falou que não foram investigadas – como a Pasta Rosa, Sivam, reeleição – e ir atrás para saber o que aconteceu”, recomenda. Leia abaixo os principais trechos da conversa.

Muitas pessoas têm dito que a Operação Lava Jato é o maior escândalo de corrupção dos últimos anos, que superaria inclusive o mensalão. Qual é a sua opinião sobre essa análise?
É impossível responder qual o maior caso de corrupção. Como você deve saber, não existe uma notícia clara para saber qual é maior ou menor. A sociedade não teve informação em nenhum dos dois casos. No primeiro caso, do mensalão, quando apareceu, a razão pela qual as pessoas consideravam que era o maior escândalo é porque envolveu desvio de algo em torno de R$ 170 bilhões. Você lembra disso?

Sim, havia pouca informação sobre valores reais.
Como tinha pouca informação, quando surgiu essa informação as pessoas consideraram ‘agora a situação é completamente diferente, o volume de recurso é muito maior’. E agora as pessoas tão considerando que esse provavelmente é o maior escândalo que já houve. Mas ninguém tinha informações sobre isso, nem o Ministério Público, nem a Polícia Federal, nem Controladoria-Geral da União.

O senhor acredita, então, que por essa falta de informação é inviável falar que escândalos seriam menores ou maiores?
Sim. Outra coisa que é preciso considerar é que a corrupção não é uma coisa para a qual existe uma medida clara, que seja de fácil mensuração. Por exemplo, a inflação você tem uma série de mecanismos para medir. Na corrupção você não tem isso, porque é uma coisa escondida. Ela tem no mínimo dois lados, o dos corruptores e o dos corrompidos. Os dois lados escondem informação, então não dá mensurar. Então se é maior ou se é menor, não é propriamente uma questão que se possa responder com esse grau de precisão.

Durante a campanha, a presidente Dilma Rousseff falou que, em certa medida, o que possibilitou que esses escândalos viessem à tona era justamente um fortalecimento da autonomia dos órgãos de investigação, como a Polícia Federal. O senhor concorda com essa análise?
Isso é uma coisa que, como você mesma disse, foi dita na campanha eleitoral. Na campanha, as pessoas falam muita coisa que na verdade não bate com a realidade. São invenções, frases-marketing, frases de efeito. O que eu acho que a mídia deveria fazer, se vocês quiserem levar essa história a sério, é pegar as coisas que a Dilma falou que não foram investigadas – como a Pasta Rosa, Sivam, reeleição – e ir atrás para saber o que aconteceu. Seria interessante um levantamento daqueles vários casos, para ver se houve denúncia, se foi ou não desenvolvida, se alguém mandou ou não parar. Porque, se não, fica num nível de especulação em que as pessoas podem dizer qualquer coisa, o que não significa que seja baseado em fatos.

Então o senhor também não acha que seja possível afirmar que houve um fortalecimento desses órgãos de investigação.
O que eu estou dizendo é uma coisa diferente. Todos os estudiosos desse tema falam que a corrupção é algo difícil de mensurar. Agora, impressionisticamente, as pessoas dizem que é o maior escândalo do país. Diziam isso na época do mensalão e agora está se dizendo isso na Lava Jato. Agora, eu não sei dizer se é o maior escândalo. Que efetivamente envolve uma verdadeira montanha de recursos que daria para multiplicar por dez, pelo menos, as políticas sociais, eu não tenho dúvidas. Agora, se é o maior ou não nós não sabemos, porque pode ter havido, em outras épocas da vida do país, outros fenômenos de corrupção maiores e nós não estamos devidamente informados.

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terça-feira, 29 de outubro de 2013 Política | 16:00

Após ameaça de representação, reitor da USP marca audiência na Assembleia de SP

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O reitor da Universidade de São Paulo (USP), José Grandino Rodas, marcou sua participação em audiência da Comissão de Educação e Cultura da Assembleia Legislativa de São Paulo para o dia 27 de novembro.

Rodas não compareceu em reunião convocada na Assembleia e na própria USP. Os deputados da Comissão, que chegaram a falar em “afronta ao Parlamento”, prometeram acionar o reitor na Justiça.

O reitor foi convidado a prestar esclarecimentos aos deputados sobre denúncias de improbidade administrativa nos anos de 2009 a 2011, que originaram a ação movida pelo Ministério Público.

 

 

 

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quinta-feira, 24 de outubro de 2013 Política | 07:00

Deputados planejam representação contra reitor da USP na Justiça

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Depois da segunda tentativa de ouvir o reitor da USP, João Grandino Rodas, sobre denúncias de improbidade administrativa nos anos de 2009 a 2011, que originaram a ação movida pelo Ministério Público,  os deputados da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa de São Paulo prometem acionar o reitor na Justiça.

Rodas foi convidado a comparecer na reunião da Comissão na semana passada e não foi. Nesta semana, os deputados foram até a USP para ouvir o reitor, que foi avisado da audiência por ofício. No entanto, ele não foi encontrado.

Um ofício enviado pela chefia do gabinete do reitor afirmou que as informações pedidas pelos deputados “são genéricas e impedem o exercício pleno do contraditório, constitucionalmente garantido, uma vez que dificultam a coleta de dados e informações aptos a esclarecer as dúvidas existentes”.

Para o presidente da Comissão, o deputado João Paulo Rillo (PT-SP), a atitude de Rodas foi uma “afronta ao Parlamento”. ” É uma reitoria frágil, formada por um grupo amador”, disse o deputado.

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sexta-feira, 18 de outubro de 2013 Política | 13:57

Reitor da USP falta a audiência e deputados decidem ir até a universidade

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A próxima reunião da Comissão de Educação e Cultura da Assembleia Legislativa de São Paulo, na quarta-feira (23), será realizada na  Universidade de São Paulo (USP).

A decisão foi tomada após o reitor João Grandino Rodas não comparecer na Casa, nesta semana, para prestar esclarecimentos “sobre o processo de criminalização e perseguição que teria sido promovido pela reitoria contra estudantes, funcionários e professores, e sobre as denúncias de improbidade administrativa, nos anos de 2009 a 2011, que deram origem à ação movida pelo Ministério Público do Estado”.

Não é a primeira vez que Rodas é chamado a comparecer à Assembleia e falta, o que motivou que os deputados se mobilizem em ir até a universidade.

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sábado, 18 de fevereiro de 2012 Brasil | 07:10

Ex-ministro do Esporte volta à universidade

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O ex-ministre Orlando Silva (Foto: Tasso Marcelo/AE)

O ex-ministro do Esporte, Orlando Silva (PC do B), está se preparando para voltar à sala de aula. Na segunda-feira, ele recomeça a frenquentar o curso de Ciências Sociais da Universidade de São Paulo (USP).

Logo depois que deixou o governo Dilma, o ex-ministro entrou com um requerimento na USP pedindo autorização para terminar o curso no qual ingressou em 1998. Segundo ele, falta um ano para concluir o curso e se formar. Será sua primeira graduação.

Orlando foi desligado da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas em 2009, depois de não renovar a matrícula por dois anos consecutivos.

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terça-feira, 10 de janeiro de 2012 Eleições | 11:02

Vídeo da USP no horário eleitoral deste ano

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Viral na internet, o vídeo do policial militar espancando o estudante da Universidade de São Paulo foi arquivado ontem nos computadores de produtoras de programas políticos de televisão que costumam trabalhar para os adversários do PSDB em São Paulo.

É dado como certo sua exibição no horário eleitoral deste ano.

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segunda-feira, 28 de novembro de 2011 Estados | 10:04

Rodas é chamado para debate com estudantes da USP

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Estudantes e funcionários da USP participam hoje de uma audiência pública com deputados estaduais na Assembleia Legislativa de São Paulo. O reitor João Grandino Rodas é esperado para o debate sobre a presença da Polícia Militar na Cidade Universitária, na zona oeste de São Paulo.

A audiência será no Auditório Franco Montoro, às 13h.

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quarta-feira, 16 de novembro de 2011 Cidades | 14:02

Na USP, a primeira UPP de São Paulo

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A polêmica base móvel que a Polícia Militar anuncia instalar na Universidade de São Paulo até o fim da semana ganhou um apelido: UPP.

Referência, claro, à Unidade de Polícia Pacificadora que o governo fluminense está espalhando pelo Rio de Janeiro para ocupar os territórios ocupados pelo tráfico de drogas.

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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010 Estados | 11:04

O futuro da TV Assembleia

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O futuro da TV Assembleia ainda é incerto. O convênio com a Fundação Padre Anchieta, que terminaria no dia 15 de novembro, foi prorrogado até 15 fevereiro de 2011. Mas não deixou os 90 funcionários, que têm vínculo com a TV Cultura, tranquilos.

Eles já estão pedindo ajuda aos líderes dos partidos da Casa para que o canal não saia do ar.

Entre as cotadas para assumir a administração da TV Assembleia está a Fundac – Fundação para o Desenvolvimento das Artes e da Comunicação, ligada à Escola de Comunicação e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo (USP).

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