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Posts com a Tag Vanessa Grazziotin

quarta-feira, 26 de agosto de 2015 Congresso | 14:07

Confusão de vozes arranca gargalhadas em sabatina de Janot

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Randolfe Rodrigues (Foto: Divulgação)

Randolfe Rodrigues (Foto: Divulgação)

Ao confundir a voz aguda do senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) com a da senadora Vanessa Grazziotin, (PCdoB-PA), o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, José Maranhão (PMDB-PB), foi responsável por um raro momento de descontração na sabatina do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, nesta quarta-feira (26).

Randolfe pediu para falar logo após a longa fala do senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL). Prontamente, Maranhão concendeu a palavra: “Com a palavra a senadora Vanessa Grazziontin”.

“Não, presidente, sou eu”, corrigiu Randolfe, arrancando gargalhadas entre os presentes.

 

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Foto: Agência Senado

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Foto: Agência Senado

O amapaense teve jogo de cintura e esbanjou gentileza, ao receber o pedido de desculpas do presidente da comissão.

“Presidente, não me insulta a confusão com a senadora Vanessa até porque, meu timbre de voz é muito parecido com o da senadora”, disse Randolfe.

 

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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014 Partidos | 17:36

Clima de Natal toma conta do PCdoB

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A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Foto: Agência Senado

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Foto: Agência Senado

A bancada do PCdoB já tem programa para a noite desta terça-feira. Parlamentares e assessores do partido se reunirão na casa da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), para uma troca de presentes de Natal.

O valor não foi estipulado, mas os amigos secretos já foram sorteados. A confraternização será feita logo após um jantar de final de ano organizado pelo presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), com os líderes da Casa.

A alta concentração de festividades na terça-feira tem uma explicação: aproveitar os últimos dias de movimentação no Congresso em 2014, uma vez que a partir de quarta-feira a maioria dos parlamentares entrará no chamado recesso branco.

Leia também: ‘Não foi um fato isolado’, diz senadora sobre xingamentos de vagabunda

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domingo, 7 de dezembro de 2014 Congresso | 08:00

‘Não foi um fato isolado’, diz senadora sobre xingamentos de vagabunda

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Alvo de xingamentos durante a polêmica sessão do Congresso Nacional que tentava votar mudanças na meta do superávit primário, na última semana, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) diz que as agressões contra parlamentares mulheres são recorrentes.

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Foto: Agência Senado

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Foto: Agência Senado

“Não foi um fato isolado. Apesar de termos uma mulher na presidência, a cara do poder político no Brasil é muito masculina”, explicou Vanessa, em entrevista ao Poder Online. Prova disso, diz a senadora, é que o mesmo grupo que puxou os xingamentos no plenário da Câmara também foi denunciado por chamar a deputada estadual Cidinha Campos (PDT-RJ) de “vagabunda”.

Na opinião da amazonense, entretanto, embora seja necessário identificar e punir os responsáveis, o problema passa por uma vontade política e mudanças culturais mais amplas. “Você fazer uma voz feminina ser ouvida é muito mais difícil, mesmo porque nossos colegas são os primeiros a desrespeitarem o regimento e se intrometerem quando estamos falando. No fundo, é um pouco aquele sentimento de poder. De que eles podem tudo.” Confira abaixo os principais trechos da entrevista.

Deputada, como a senhora vê os xingamentos daquele dia. Foram algo isolado?
Não, não foi um fato isolado. Apesar de termos uma mulher presidenta, a cara do poder político no Brasil é muito masculina. Na última segunda-feira mesmo, a gente estava em uma reunião de líderes com a presidenta Dilma e só o meu partido tinha mulheres líderes – uma pelo Senado e outra pela Câmara. O resto eram homens. Então não é incomum esse tipo de manifestação, eu poderia citar inúmeros casos.

Quais, por exemplo?
Fazendo uma pesquisa para identificar as pessoas que estavam aqui ontem – que aliás não estavam aqui com o objetivo de acompanhar, mas sim de ajudar na obstrução e tentar impedir a sessão – descobrimos que alguns deles são donos de um blog de extrema direita, o Revoltados, e estão bastante enrolados com a Justiça. O (deputado) Paulo Pimenta (PT-RS) mostrou um monte de documentos, processos, em que eles incitam a violência, dizem que o (senador) Renan Calheiros (PMDB-AL) tinha de ser morto. E, olha que engraçado: um desses rapazes, que eu não sei se estava aqui ou não, mas que faz parte desse blog, responde a um processo porque chamou a deputada estadual Cidinha Campos (PDT-RJ) justamente de vagabunda.

O que a senhora achou de o grupo ter se defendido com a explicação de que os gritos diziam “vai pra Cuba” e não “vagabunda”?
Nós estamos tentando fazer a filtragem do áudio, precisamos ver se é possível porque lá não tem microfone, mas a TV Câmara também está ajudando a identificar. De toda forma, o pessoal do meu gabinete ouviu os gritos de “vagabunda” e, antes de eu falar, eu me lembro que as palavras de ordem eram “PT ladrão” e esculhambando a Dilma. Só depois, para disfarçar, é que eles começaram com o “Vai pra Cuba”. É lamentável. Todo mundo aqui foi desrespeitado, a democracia foi desrespeitada. Quando eu cheguei aqui na Câmara, as galerias tinham vidro, porque jogavam coisas lá embaixo. Quando o ex-presidente Lula foi eleito e o (deputado) João Paulo Cunha (PT-SP) presidiu a Casa é que isso mudou. De lá pra cá, acho que o episódio mais duro foi agora.

Leia também: Mulheres do PCdoB pedem punição de xingamentos contra Vanessa Grazziotin

Algumas pessoas voltaram a falar em colocar vidros nas galerias. A senhora concorda com isso?
Não, acho que não carece. O que precisa fazer é respeitar o regimento. As sessões são públicas, são abertas, transmitidas ao vivo. As pessoas que vêm aqui têm que respeitar a democracia. Por que que é proibida a manifestação? Porque quem tem de se manifestar é o plenário, não a galeria. E a gente tem que se manifestar de acordo com toda uma regra regimental. Eu não posso falar a hora que eu quiser, eu tenho de me inscrever, por exemplo. Mas eles gritando lá de cima, ainda mais de forma desrespeitosa contra uma mulher, não é algo que a gente possa caracterizar como democrático. Pelo contrário: eu tenho ouvido inclusive que essas pessoas que estavam aí são aquelas que nos movimentos populares têm defendido a volta da ditadura militar.

A senhora também se sente desrespeitada por parte de colegas parlamentares?
Sim, claro. Você fazer uma voz feminina ser ouvida é muito mais difícil, mesmo porque nossos colegas são os primeiros a desrespeitarem o regimento e se intrometerem quando estamos falando. No fundo, é um pouco aquele sentimento de poder. De que eles podem tudo. Então chegam lá, pegam o microfone, não respeitam a presidência, não respeitam ninguém e mulher principalmente, porque não temos a voz tão grave quanto eles.

E isso acontece tanto na esquerda como na direita?
Acho que o pessoal conservador, de direita, é pior. Porque eles não querem ver o avanço da mulher. Você veja, o PCdoB é o partido que mais tem mulheres aqui. E isso não é porque temos cota, nós estamos submetidas à lista aberta como qualquer uma. É porque é um partido que procura dar oportunidades, que age de forma proativa com as mulheres. Se você pega um DEM da vida, quantas mulheres eles têm? Qual é o protagonismo dessas mulheres? É quase nulo.

Agora, nesses últimos dias, os movimentos falavam muito em mais representatividade política. Esse também foi um ponto central nas manifestações de 2013. Que mecanismos poderiam ser adotados para diminuir esse distanciamento entre o povo e o Congresso sem precisar recorrer a um fechamento de galerias, por exemplo?
Nós caracterizamos esse processo como o terceiro turno eleitoral. Quem está acompanhando, percebe que o problema deles não é com o mérito. Se fosse, eles teriam de explicar porque o Fernando Henrique Cardoso fez a mesma coisa em 2001, quando eles estavam no poder. O que eles querem é somente desgastar a presidente antes que ela assuma o novo governo. E eles dizem isso abertamente: que querem que ela incorra na irresponsabilidade fiscal. Mas ela já disse que isso não vai ocorrer. Agora, para aumentar a representatividade de uma maneira mais ampla, só com uma reforma política.

Assista a um trecho da entrevista:

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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014 Congresso | 17:35

Mulheres do PCdoB pedem punição de xingamentos contra Vanessa Grazziotin

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A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Foto: Agência Senado

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Foto: Agência Senado

A bancada feminina do PCdoB cobrará a identificação dos responsáveis pelos xingamentos de “vagabunda” à senadora Vanessa Grazziotin durante a sessão do Congresso Nacional da noite de ontem.

Em nota, a União Brasileira de Mulheres – braço do PCdoB no movimento feminista – exigiu “a punição dos agressores, que podem ser facilmente identificados pelas câmeras de segurança”.

A UBM defende que os responsáveis sejam impedidos de voltar às dependências do Congresso e cobra também uma resposta criminal pelas ofensas. “Violência contra a mulher é crime e lugar de agressor machista não é nas galerias do Congresso, é na cadeia”, diz a nota divulgada nesta quarta-feira.

 

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terça-feira, 2 de dezembro de 2014 Congresso | 21:35

Sob tumulto, Congresso adia votação de nova meta fiscal

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Diante da recusa de um grupo de cerca de 26 manifestantes de deixar as galerias da Câmara dos Deputados, o presidente do Congresso Nacional, Renan Calheiros (PMDB-AL), decidiu suspender a sessão em que deveria ser votado o projeto que altera a meta do superávit primário de 2014, enviado pelo Planalto. A orientação do governo era votar a iniciativa ainda hoje.

Leia também: Governo faz ofensiva para aprovar flexibilização da meta fiscal

A decisão de evacuar as galerias partiu de um pedido da senadora Jandira Feghali (PCdoB-RJ), após escutar parte dos manifestantes xingarem a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) de “vagabunda”. O grupo, entretanto, se defendeu afirmando que os gritos na realidade diziam “Vai pra Cuba”. O tumulto durou mais de uma hora, até que Calheiros decidiu suspender a sessão até amanhã de manhã – criticando ainda o fato de parte do grupo ser composta por funcionários da Casa.

Assista a um trecho da manifestação:

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sexta-feira, 10 de outubro de 2014 Política | 19:48

No dia das crianças, políticos aderem à moda das fotos de infância

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Às vésperas do dia das crianças, comemorado no próximo domingo, diversos candidatos e parlamentares também aderiram à moda de trocar suas tradicionais fotos de perfil por retratos infantis, nas redes sociais.

A presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff, foi uma das que reviveu a época de bebê, com a legenda “uma foto da Dilminha”. Os gaúchos petistas Tarso Genro, candidato à reeleição como governador, e Marco Maia, deputado federal, também entraram na onda.

O candidato à reeleição ao governo da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), compartilhou uma foto sua aos cinco anos, no município cearense de Jaguaribe. Seu aliado e candidato ao governo do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, resgatou uma foto da época de escola, para celebrar a data.

Confira algumas fotos:

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terça-feira, 24 de junho de 2014 Eleições | 10:30

Bancada feminina pede ao TSE mapeamento sobre eleição de mulheres

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Representantes da bancada feminina se reúnem com o presidente do TSE, ministro Dias Toffoli. Foto: Marcelo Favaretti

Representantes da bancada feminina se reúnem com o presidente do TSE, ministro Dias Toffoli. Foto: Marcelo Favaretti

Deputadas e senadoras pediram ao Tribunal Superior Eleitoral para a realização de uma pesquisa que identifique os principais desafios e entraves enfrentados pelas mulheres para se elegerem.

A intenção da bancada feminina é entrevistar candidatas eleitas e derrotadas para fazer esse mapeamento.

A proposta aguarda apenas o retorno do presidente do TSE, o ministro José Dias Toffoli, sobre a possibilidade de repassar ao Senado informações sobre mulheres candidatas desde 1994.

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sexta-feira, 23 de maio de 2014 Justiça | 19:30

MST e parlamentares pedem trabalho externo para condenados do mensalão

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Coordenador nacional do MST, João Pedro Stédile. (Foto: Joka Madruga / Pastoral da Juventude Rural)

Coordenador nacional do MST, João Pedro Stédile. (Foto: Joka Madruga / Pastoral da Juventude Rural)

O Movimento dos Trabalhadores Sem Terra entregará ao STF, no próximo dia 29, um documento que reivindica o direito de trabalho externo aos condenados pelo julgamento do mensalão.

Leia mais: Ao vetar trabalho a Dirceu, Barbosa endurece execução penal do mensalão

Na última quarta-feira, o coordenador nacional do MST esteve no Congresso Nacional e conseguiu a assinatura de diversos parlamentares como os senadores Eduardo Suplicy (PT-SP), Paulo Paim (PT-RS), Humberto Costa (PT-RN), Ana Rita (PT-ES), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Inácio Arruda (PCdoB-CE) e os deputados Valmir Assunção (PT-BA) e Marcon (PT-RS).

No texto, movimentos e parlamentares reafirmam o posicionamento de que todo o julgamento da Ação Penal 470 pelo Supremo Tribunal Federal teve um caráter “político”, que se manifesta ainda hoje, nas últimas decisões.

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quarta-feira, 16 de abril de 2014 Congresso | 14:00

Ipea diz não planejar nova pesquisa: ‘A gente já tirou a foto’

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Na opinião do diretor do Ipea Daniel Cerqueira, não é necessária, no momento, a realização de uma nova pesquisa acerca da percepção da sociedade brasileira sobre a violência contra as mulheres. Ele afirma que os resultados atuais já permitem identificar o problema na sociedade. Mas não descarta a realização de uma nova pesquisa “lá na frente”.

Leia também:  Senadora Vanessa Grazziotin pede que Ipea refaça pesquisa sobre violência contra mulher

“A gente já tirou a foto. E a foto diz o seguinte: ‘há uma grande tolerância à violência sexual no Brasil’. Essa questão do erro não mudou de forma alguma o sentido da pesquisa.”

Cerqueira também participou da audiência pública no Senado sobre o estupro no Brasil, na última terça-feira. Na ocasião, o pesquisador minimizou o erro na divulgação dos dados da pesquisa do Ipea – “aviões caem, erros acontecem” – e ressaltou o compromisso histórico do instituto com pesquisas sobre a temática de violência contra a mulher.

Assista: 

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terça-feira, 18 de março de 2014 Congresso | 20:00

Fechado acordo para aprovar PEC que prorroga zona franca de Manaus

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Bancada do AM se reuniu com Mercadante (foto: divulgação)

Bancada do AM se reuniu com Mercadante (foto: divulgação)

A bancada do Amazonas no Congresso se reuniu com líderes de diversos partidos e com o ministro Aloizio Mercadante (Casa Civil) e garantiu apoio para votar e aprovar a Proposta de Emenda à Constituição 506-A/2010, que prorroga por mais 50 anos os benefícios fiscais da Zona Franca de Manaus, na quarta-feira.

“Pela lei atual, a zona franca sobrevive até 2023 e nove anos é um período curto para as empresas, que têm de fazer investimentos muitos pesados, se mudarem”, afirmou a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), que participou das negociações.

No ano passado, o PSDB apresentou uma emenda que pedia a extensão dos benefícios fiscais do setor de informática por mais 50 anos e a PEC foi retirada de pauta. Só agora, os líderes entraram em acordo para vota o benefício ao setor em separado, após a PEC.

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