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domingo, 16 de setembro de 2012 Eleições | 12:06

Eleição em São Paulo não deve mudar relação do PSD com o governo federal, diz vice de José Serra

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Secretário de Educação do município de São Paulo, Alexandre Schneider (PSD) foi pinçado pelo tucano José Serra como o candidato a vice-prefeito de sua chapa para se contrapor ao jovem ex-ministro da Educação Fernando Haddad, escolhido pelo ex-presidente Lula como candidato do PT à Prefeitura da capital paulista.

Último entrevistado da série que o Poder Online realizou com os candidatos a vice de São paulo (já foram postadas entrevistas com os vices de Soninha, Fernando Haddad, Gabriel Chalita, Celso Russomano, Carlos Gianazzi e Paulinho da Força) Schneider não aceita discutir a quem o PSD apoiará, caso sua chapa não vá para o segundo turno. Mas ele admite que o partido, em qualquer situação, continuará aliado do governo federal.

Alexandre Schneider abre as baterias contra a herança que Kassab receu da administração da petista Marta Suplicy na cidade, especialmente na área de Educação.

Poder Online – Como foi a conversa para decidir pelo seu nome na vice?
Alexandre Schneider –
O Serra me procurou na noite anterior ao anúncio. Ele me disse que tinha de finalizar algumas conversas. Disse que estava falando com o Kassab, Alckmin, Aloysio Nunes Ferreira, com os partidos da base e que a tendência era pelo meu nome. Mas ele disse que tinha de fazer algumas reuniões e que não tomaria uma decisão sem a aprovação desses principais personagens, especialmente o governador Geraldo Alckmin, que era uma pessoa que ele fez questão de consultar antes de bater o martelo. Ao longo do período, o prefeito sempre colocou o seguinte: o PSD estará com o Serra de qualquer jeito. A relação entre os dois é muito forte, uma relação política, mas também uma relação pessoal, de confiança mútua. Então o Kassab nunca se sentiu à vontade para exigir alguma posição na chapa. Ele aceitaria nomes de outros partidos. E agradeci ao Alckmin no dia seguinte ao anúncio, por telefone.

Poder Online – Por que o Serra caiu nas pesquisas?
Alexandre Schneider –
Acho que é um movimento natural das pesquisas. A eleição está começando agora. O que posso dizer é que temos muita confiança de que vamos para o segundo turno e vamos ganhar a eleição.

Poder Online – Por que tem tanto eleitor tucano declarando voto no Russomanno?
Alexandre Schneider –
Russomanno está pegando votos de todo mundo. É natural. Ele é uma pessoa conhecida, tem um perfil de comunicador. Não é um voto ideológico. Não é um voto de direita ou de esquerda, tanto que ele pega votos dos dois lados. É o voto de alguém que pega um papel olha e diz: “Vou votar neste aqui porque o conheço”.

Poder Online – Surpreendeu esse fenômeno Russomanno?
Alexandre Schneider –
Todo mundo sempre imagina que uma eleição em São Paulo se dará entre o PT e o PSDB. Sob esse ponto de vista, ele ter se desgarrado é algo novo. Mas 2008 também o Kassab acabou rompendo esta polarização histórica.

Poder Online – A área da Educação em São Paulo está boa?
Alexandre Schneider –
É infinitamente melhor do que o que o PT nos legou e acho que a colocamos num caminho virtuoso e só tende a ficar melhor.

Poder Online – Precisa melhorar mais?
Alexandre Schneider –
Tudo precisa melhorar em São Paulo. A Saúde, os transportes, a Educação. Veja, tudo está numa situação muito melhor do que recebemos, mas a cidade hoje quer e nós também queremos melhorar ainda mais. Gestor público não pode se acomodar e achar que está tudo bem.

Poder Online – O senhor é contra a política dos CEUs? O PT o acusa de não ter feito nenhum CEU além dos que já haviam sido licitados durante a gestão Marta?
Alexandre Schneider –
Não, de jeito nenhum. O PT leva tão a sério essa função de ser oposição que tem dificuldade para reconhecer o mérito de uma gestão que manteve e melhorou um projeto que era deles. Essa acusação do PT é pífia. Encontramos os CEUs com problemas de infraestrutura, piscinas quebradas, materiais sumiram, câmeras de vídeo, gravadores… Os funcionários estavam em greve porque estavam sem receber havia seis meses. Então não havia aulas nas atividades culturais. Esses eram os CEUs. Essa história de que estavam licitados é uma balela. Os terrenos não tinham sido comprados. Tivemos que comprar os terrenos. Colocamos os CEUs antigos e novos para funcionar. Acho os CEUs importantes, mas não dá para descuidar, como o PT descuidou, da educação como um todo.

Poder Online – Se não for para o segundo turno, o senhor acha que o PSD procuraria apoiar alguém em separado dos atuais aliados?
Alexandre Schneider –
Dependerá de muita coisa. Isso é uma hipótese com a qual não trabalhamos nesse momento. Essa questão não está colocada para nós. Temos certeza de que vamos para o segundo turno.

Poder Online – Independente do resultado da eleição, o senhor acha que algo muda na relação do PSD com o PT depois desta disputa?
Alexandre Schneider –
Ainda é muito cedo para pensarmos no futuro. Temos de estar focados nesta eleição e nas eleições em que o partido disputa em outros lugares do Brasil.

Poder Online – Uma vitória na eleição em São Paulo promoveria alguma mudança na relação do PSD com o governo federal?
Alexandre Schneider –
Acredito que não. O Kassab é um político muito correto e muito sincero. Ele não rompe com acordos que eventualmente tenha feito. No plano nacional não acredito que mude muito.

Poder Online – O senhor acha que o PSD deve lançar candidatura própria para o governo do estado?
Alexandre Schneider –
Não sei, não sei. O jogo de 2014 está muito distante. Não dá para pensar nisso quando estamos tão envolvidos nas eleições municipais. Hoje o principal objetivo do PSD é se fortalecer em todos os estados nesta que é a primeira eleição dele.

Poder Online – O senhor se sente a vontade para matricular o seu filho numa escola pública hoje?
Alexandre Schneider –
Meu filho mais novo está na educação infantil. Sinto-me à vontade, mas acho que essa é uma questão de foro íntimo, vamos dizer assim. A qualidade das escolas da cidade melhorou absurdamente. Colocaria meu filho numa unidade de educação da Prefeitura com tranquilidade. Por outro lado, talvez se meu filho tivesse vaga na educação infantil com 6 mil crianças para fora, essas mães não entendessem que o secretário de Educação não teve uma prioridade por ser secretário.

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domingo, 2 de setembro de 2012 Eleições | 11:52

Vice de Paulinho da Força joga a toalha: “Estamos perdendo até da Soninha”

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Médico do Corinthians, Joaquim Grava construiu o Centro de Treinamento do clube e acabou convidado para ser vice na chapa de Paulinho da Força Sindical a prefeito de São Paulo.

Aceitou o desafio. Mas sua condição, talvez temporária, de político pelo PDT não apagou algumas das principais características do médico: a capacidade de diagnosticar problemas e a disposição para falar a verdade sobre a doença.

E o diagnóstico de Grava para a campanha de Paulinho da Força não podia ser mais realístico: Já não dá mais para chegar ao 2º Turno.

“Estamos perdendo para a Soninha (PPS)”, afirma na entrevista desta semana da série que Poder Online está fazendo com os candidatos a vice-prefeito de São Paulo (já foram postadas entrevistas com os vices de Soninha, Fernando Haddad, Gabriel Chalita e Celso Russomano):

Poder Online — Como foi a sua conversa com o Paulinho para definir a posição de vice na chapa do PDT?
Joaquim Grava —
Depois que fiz aquela obra no Centro de Treinamento do Corinthians ele me procurou e perguntou como é que eu, um médido, tinha conseguido tocar uma obra daquela. Mas para administrar você não tem de ser profissional da área. Então ele me disse que eu seria uma pessoa boa para trabalhar com ele. Eu topei. As pessoas diziam que eu não sou político, mas político não é para administrar, é para representar o partido. Não tem nada a ver. O que o (José) Serra entende de saúde? E ele foi ministro.

Poder Online — Um dos principais problemas apontados na cidade hoje é a questão da Saúde. O senhor, como médico, o que faria para melhorar a área?
Joaquim Grava —
Faria na secretaria de Saúde subsecretarias de especialidades (ortopedia, etc). Essas subsecretarias trabalhariam diretamente com os hospitais. Hoje não tem tratamento, tem esses engodos. Por exemplo, fazem essas campanhas de prevenção a catarata, mas quem trata? Não tem tratamento. Não adianta diagnóstico sem tratamento. Querem fazer essa central de análise de exames, mas que exames? Não tem material de sutura, tomógrafo, nada. A saúde não funciona porque há anos não tem gerenciamento. Os profissionais são mal remunerados.
Poder Online — Paulinho já se colocou contra a construção de ciclovias que liguem os bairros ao centro, o senhor concorda com isso?
Joaquim Grava —
Sem dúvida. Em São Paulo é impossível. Já pensou tirar parte dessas avenidas que existem hoje para fazer ciclovias? Não dá para fazer ciclovias nesse formato no tempo em que vamos governar. Por isso vamos concentrá-las nos bairros. Não há espaço disponível para fazer essas grande ciclovias. Imagina um motorista parado 1 hora no trânsito vendo a ciclovia vazia. Ele vai querer invadir esse espaço, como acontece nas avenidas com faixa exclusiva para motos.

Poder Online — O indice de intenção de votos da candidatura do PDT caiu muito nessa última pesquisa. Aparece hoje com 2% ou 1 %. O que deu errado na campanha?
Joaquim Grava —
Tem partidos que gastam muito. O PDT não tem esse dinheiro. É como jogar o Corinthians contra um time da quarta divisão, não por propostas, mas por dinheiro. Isso era esperado, mas podemos passar nossa mensagem. Se não der agora, voltaremos.

Poder Online — Dá para ter esperança de chegar ao 2º turno?
Joaquim Grava —
Pelo que estou vendo, vou ser sincero, acho que não. Estamos perdendo até para a Soninha.
Poder Online — Paulinho tem feito muitas idas e vindas entre São Paulo e Brasília para atuar na Câmara, o senhor acha que essa ausência dele atrapalha?
Joaquim Grava —
Atrapalha um pouco sim. Se ele estivesse mais presente, seria melhor.

Poder Online — Qual o principal problema da cidade hoje por causa de falhas da atual gestão?
Joaquim Grava —
Ensino público. É pobre, ridículo, vergonhoso para nossa cidade. O grande erro é não ter investido no ensino. É melhor ter ensino bom numa escola de lata do que não ter. O que é acabar com as escolas de lata? É acabar com o mau ensino. Estudei em escola de
madeira, mas minha professora ensinava.

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domingo, 26 de agosto de 2012 Eleições | 12:54

Vice de Soninha critica suas declarações a favor da liberação da maconha

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Em 2010, o PMN apoiou o tucano José Serra para presidente da República. Agora, rompeu com o PSDB e indicou Lucas Albano como candidato para vice na chapa de Soninha Francine (PPS) a prefeita de São Paulo.

Entrevistado da semana na série que Poder Online está fazendo com os candidatos a vice das eleições paulistanas, Albano afirma que desistiu da aliança com o PSDB porque os tucanos se juntaram ao PSD do prefeito Gilberto Kassab, que levou três deputados do partido e 50% do fundo partidário.

“Seríamos  mulher de malandro se aceitássemos” ficar numa mesma chapa que o PSD, afirma Albano. Ele insinua haver corrupção na gestão Kassab, “mas não tenho provas”.

Sobre Soninha, o vice critica as declarações de sua candidata a favor da liberação da maconha: “Ela não deve dar corda para esse tema.”

Poder Online – O PMN apoiou o Serra para presidente em 2010, mas agora não está com ele para prefeito. Não é incoerente?
Lucas Albano –
Nossa  primeira opção era continuar com a aliança de 2010, mas o PSDB se ligou PSD. O prefeito Gilberto Kassab tinha o direito de fundar um partido, mas entendemos que ele usou de todos os meios para isso. Tínhamos cinco deputados federais e ficamos com dois. E ele entrou na Justiça alegando que esses deputados teriam direito a carregar o fundo partidário. Perdemos praticamente 50% desse fundo.  O PSDB nos procurou, mas seríamos mulher de malandro se aceitássemos. Por isso formamos essa chapa com o PPS para apoiar a Soninha.

Poder Online – Com somente 5% das intenções de voto, como a candidatura chega ao segundo turno?
Lucas Albano –
Não temos muito tempo pela frente. Apostamos que pelo menos a Soninha consiga derrubar esses concorrentes mais polpudos, mas não será tarefa fácil. Temos de acreditar, senão já teríamos desistido. Eleição às vezes se decide na reta final.

Poder Online – A Soninha tem uma posição polêmica em relação à maconha. Ela já admitiu ter sido usuária e defende a legalização. O senhor concorda com ela sobre esse tema?
Lucas Albano –
Isso não deveria ser debatido nessa campanha. A mídia normalmente insiste nesse ponto. Isso é uma questão federal, não é de âmbito municipal. Para ser sincero, não tenho uma posição. Para mim isso é até uma questão mundial, envolve governos que estão comprometidos com isso.

Poder Online – Mas o senhor concorda com a opinião dela?
Lucas Albano –
Respeito a opinião dela.

Poder Online – Mas não concorda?
Lucas Albano –
Não é que não concordo. Respeito a opinião. Sinceramente não tenho posição. Ela deu essa declaração, eu respeito.

Poder Online – Não cria um desconforto isso?
Lucas Albano –
Não para mim não. A única coisa que acho é que ela não deve dar corda para esse tema. Ela devia dizer que o dia que for presidente ela responde sobre isso porque é um assunto de âmbito federal. Não adianta um candidato a prefeito ficar discutindo isso.

Poder Online – O que o senhor achou da ação da PM na Cracolândia?
Lucas Albano –
Não me inteirei muito sobre a questão, mas acho que isso não resolve. É a mesma coisa você ter um ninho de baratas na sua casa e meter a vassoura em algumas, mas não ir à causa, vai combater o efeito. O que eu vejo é que esse tipo de ação não resolve.

Poder Online – Aqui em frente ao prédio do PMN tem um prédio ocupado por moradores sem teto. Há outros na mesma situação aqui no centro, como tratar esse problema?
Lucas Albano –
Não acho que o governo tem de doar, mas vender num valor justo, de forma que o cidadão de baixa renda tenha condição de adquirir aquele imóvel num valor que ele possa pagar. Não um valor de marcado. Tem de ter um plano de habitação coerente com as condições dessas pessoas.

Poder Online – Qual o senhor acha que é o maior problema hoje em São Paulo por culpa da atual gestão?
Lucas Albano –
A questão da iluminação. Têm muitos locais que estão em completa escuridão. O Ilume só entra em ação quando as pessoas colocam a boca no trombone. As subprefeituras não atuam de forma eficiente. O problema de celeridade nas obras é crucial. Isso tem de ser revisto. Algo está acontecendo.

Poder Online – O quê? Corrupção?
Lucas Albano –
Corrupção tem, mas não posso provar.

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domingo, 19 de agosto de 2012 Eleições | 12:57

Vice de Chalita defende descriminalização do aborto

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Candidata a vice-prefeita de São Paulo na chapa encabeçada por Gabriel Chalita (PMDB) , Marianne Pinotti é filha de José Aristodemo Pinotti, um médico renomado e  ex-secretário de Educação do tucano  José Serra que também atuou na administração do prefeito Gilberto Kassab (PSD) como secretário especial da Mulher.

Entrevistada da semana na série que o Poder Online está fazendo com os candidatos a vice da eleição paulistana, Marianne diz comungar das críticas de Chalita ao governo Kassab, especialmente porque o prefeito não deu continuidade a “tudo que meu pai construiu na gestão Serra”.

Mas em um ponto Marianne pode causar estranheza aos militantes católicos ligados a Chalita: Ela defende a descriminalização do aborto.

Marianne Pinotti afirma que, se eleita, terá papel destacado na área de Saúde. Para ela, a Prefeitura deve ter uma política de orientação sexual que inclua mecanismos de anticoncepção.

Poder Online – A senhora era do PSB, porque seguiu o grupo do Chalita rumo ao PMDB?
Marianne Pinotti –
Era secretária de Saúde de Ferraz de Vasconcelos e o prefeito era do PSB, também tinha uma relação de amizade com o Eduardo Campos, governador de Pernambuco, e por causa disso fui para o PSB. Deu certo essa coisa de ser candidata a vice do Paulo Skaf, em 2010. Acabou que ele e o Chalita vieram para o PMDB e eu vim a convite deles e do Michel Temer.

Poder Online – Seu pai, o doutor Pinotti, fez parte da gestão Serra/Kassab. Mas o Chalita é um crítico declarado dessa administração. Não incomoda?
Marianne Pinotti –
Não, de forma alguma. Quando meu pai foi secretário de Educação ele construiu um programa muito interessante junto com o Serra que infelizmente foi interrompido pelo atual secretário,  agora candidato a vice, o Alexandre Schneider.  Então tudo que meu pai construiu na administração do Serra não continuou. Por isso não me vejo ligada a essa gestão de forma alguma.

Poder Online – O que a senhora pretende tocar como projeto seu caso seja eleita vice-prefeita?
Marianne Pinotti –
Terei uma atuação muito forte na área de Saúde como um todo e um ponto forte na saúde será a saúde da mulher. Têm alguns outros pontos críticos da Saúde em São Paulo, mas um ponto crítico é a saúde da mulher. Temos uma mortalidade materna de 45 por 100 mil mulheres, que é altíssima. Isso mostra que o cuidado com as mulheres não tem sido bom em São Paulo.

Poder Online – A senhora é a favor do aborto?
Marianne Pinotti –
Nenhuma pessoa em sã consciência é a favor do aborto. Não sou a favor do aborto, mas não podemos fechar os olhos para os cerca de um milhão de abortos que são feitos no Brasil todos os anos, clandestinamente. Ser a favor ou não ser nem vem ao caso, não sou a favor, mas a gente não pode criminalizar a mulher que desesperada em tantas situações acaba optando por esse caminho. Temos de acolher essas mulheres e prevenir para que isso não aconteça. Uma coisa fundamental é a orientação de nossas adolescentes, porque grande parte desses abortos clandestinos é de adolescentes que não tiveram uma orientação correta.

Poder Online – A senhora conduziria essa bandeira da descriminalização?
Marianne Pinotti –
Não vai ser papel da vice-prefeita. Se eu fosse ser deputada talvez pudesse ir por esse caminho. Mas é preciso organizar isso na Prefeitura, uma orientação sexual, de anticoncepção… que é uma missão do SUS. Que os postos de saúde, que os agentes comunitários de saúde, programa saúde da família façam isso com a população toda e que a gente possa diminuir esses níveis de gravidez na adolescência que temos demais e fazer com que o planejamento familiar diminua essa tragédia que temos hoje.

Poder Online – A campanha tem colocado muito peso no papel da TV para tornar o Chalita conhecido. A senhora também não é conhecida do eleitor. Como fará para ajudar nesse processo de apresentação?
Marianne Pinotti –
Estou fazendo o possível. A memória do meu pai ajuda. Vejo pelas minhas andanças que as mulheres ainda têm uma memória bem viva do meu pai. Minha impressão é que devo aparecer mais na parte de saúde, aí acho que o vínculo com meu pai é importante.

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sexta-feira, 29 de junho de 2012 Eleições | 19:33

Em Salvador, partidos escolhem afrodescendentes como candidatos a vice-prefeito

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Olívia Santana (PCdoB) - candidata a vice na chapa de Nelson Pellegrino (PT)

Célia Sacramento (PV) - candidata a vice na chapa de ACM Neto (DEM)

Nestor Neto (PMDB) - candidato a vice na chapa de Mário Kertész (PMDB)

Salvador, a capital brasileira aparentemente com maiores raízes africanas, é onde os  três candidatos mais fortes para comandar a Prefeitura — Nelson Pellegrino (PT), Mário Kertész (PMDB) e ACM Neto (DEM) — escolheram afrodescendentes para figurarem como candidatos  a vice em suas chapas.

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quinta-feira, 21 de junho de 2012 Eleições | 19:12

Russomanno avisa aliados que precisará da vice para atrair novos parceiros

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Celso Russomanno avisou os partidos que já o apoiam que o vice de sua chapa não virá de nenhum deles.

O pré-candidato a prefeito do PRB tem apoio de PHS, PRP, PTN e PTdoB, mas sonha em ainda atrair uma legenda grande e para isso quer ter a vice livre.

Russomanno não diz quais, mas afirma que ainda negocia com dois partidos para tentar ampliar seu leque de alianças.

Ele espera fechar a questão até terça-feira, já que a próxima semana será a última antes da convenção do PRB, marcada para o dia 30, no Anhembi.

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terça-feira, 19 de junho de 2012 Eleições | 19:10

Desistência de Erundina, reunião com o partido e anúncio à imprensa: tudo muito rápido

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Segundo o próprio presidente do PSB, governador Eduardo Campos,  a reunião da cúpula do partido com Luiza Erundina foi rápida.

O anúncio que ele fez à imprensa em Brasília, idem.

Assista aqui:

Veja também: “Nada foi feito pelas costas dela”, diz coordenador da campanha de Haddad sobre Erundina

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segunda-feira, 18 de junho de 2012 Eleições | 20:03

Haddad: um candidato à procura da vice

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O candidato do PT a prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, tem entrevista marcada na TV Bandeirantes para daqui a uma hora.

Haddad sabe que será perguntado sobre a situação da ex-prefeita Luiza Erundina (PSB).

Ela havia sido anunciada como vice de sua chapa, mas estaria desistindo em função da aliança do PT com o também ex-prefeito Paulo Maluf (PP).

Haddad está desesperado. Não conseguiu falar com Erundina até agora e não sabe como responder às perguntas sobre sua vice.

Aliás, nem sabe se Erundina ainda é vice.

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segunda-feira, 11 de junho de 2012 Eleições | 19:10

Paulinho tem reunião amanhã com médico do Corinthians para fechar questão da vice

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Paulinho da Força, pré-candidato do PDT à Prefeitura de São Paulo, tem reunião marcada para amanhã de manhã com Joaquim Grava, médico do Corinthians, para fechar a questão da vice.

Com convenção marcada para a manhã deste sábado na Casa de Portugal, Paulinho quer resolver de uma vez o assunto, já que não conversa com Grava há vários dias.

O pré-candidato quer ter certeza que a empolgação de Grava com a vaga de vice continua a mesma desde a última conversa sobre o tema, feita há dois meses.

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quarta-feira, 30 de maio de 2012 Eleições | 10:00

Russomanno desconversa sobre vice, mas sinaliza contra chapa pura e diz que nome virá dos partidos aliados

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Atualmente na segunda colocação na disputa pela Prefeitura de São Paulo, de acordo com as pesquisas eleitorais, Celso Russomanno (PRB) afirma que já vem trabalhando com alguns nomes para compor sua chapa.

Desconversando ao ser questionado sobre quem seriam seus alvos para a vaga de vice, Russomanno só deu pistas que não deverá trabalhar por uma chapa pura e buscará seu vice entre os partidos aliados.

Assista:

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