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Posts com a Tag voto aberto

quarta-feira, 27 de novembro de 2013 Congresso | 08:00

Voto aberto fez até Jader Barbalho romper silêncio

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O calor da votação da PEC do voto aberto foi capaz de tirar o habitual silêncio o senador Jader Barbalho (PMDB-PA).

Ele tem adotado uma postura mais discreta ultimamente, entra e sai do plenário quase sem ser notado. Os discursos são raridades.

Tudo mudou na noite de ontem. “Com grande alegria e satisfação, registro meu voto não”, disse Barbalho.

Assista:

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terça-feira, 26 de novembro de 2013 Congresso | 22:46

Faixa por voto aberto irrita Renan e Aloysio

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Pouco antes de ser proclamado o resultado da votação do segundo destaque da PEC do voto aberto, na noite desta terça-feira, em Brasília, senadores que defendiam as votações abertas ensaiavam a abertura de uma faixa no plenário.

A faixa continha os dizeres “Voto aberto” e nem chegou a ser mostrada corretamente pelos senadores, mas provocou uma reação  do tucano Aloysio Nunes (SP), que era contrário ao voto aberto em todas as modalidades.

“Demagogos! Escondam essa faixa”, esbravejou Nunes.

O presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), também manifestou sua irritação com o gesto dos colegas.

Assista como foi:

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segunda-feira, 25 de novembro de 2013 Congresso | 17:38

‘O voto secreto é para esconder o mau hálito do parlamento’, diz Requião

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O senador Roberto Requião (PMDB-PR) estima que 80% dos senadores do seu partido votarão contra a PEC do voto aberto, cujo texto será apreciado amanhã pelo Senado.

Leia também: ‘Vitória do voto aberto será muito difícil’, diz Rodrigo Rollemberg

Ele destaca que a mudança de posição do PSDB deverá ser decisiva para a derrota da PEC.

Os tucanos fecharam questão em torno da proposta de Aloysio Nunes (PSDB-SP), que restringe o voto aberto para que ele não seja realizado, por exemplo, em apreciação de vetos presidenciais.

“Creio que 80% do PMDB votará contra. O voto secreto é para esconder o mau hálito do parlamento”, disse Requião, que afirmou que votará a favor do voto aberto, apesar de dizer que acha improvável que a PEC seja aprovada.

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domingo, 24 de novembro de 2013 Congresso | 06:00

‘Vitória do voto aberto será muito difícil’, diz Rodrigo Rollemberg

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Escalado como um dos principais estrategistas para a votação da PEC do voto aberto no Senado, Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) faz previsões pessimistas para o futuro da proposta. “Será uma votação muito difícil. Se não houver uma pressão muito grande da opinião pública até lá, a vitória do voto aberto em todas as modalidades de votação será muito difícil”, diz Rollemberg.

O senador Rodrigo Rollemberg (Foto: Agência Senado)

O senador Rodrigo Rollemberg (Foto: Agência Senado)

Ele culpa principalmente o PSDB, que fechou questão em torno da proposta de Aloysio Nunes (PSDB-SP), que prevê algumas exceções ao voto aberto, como para casos de apreciação de vetos presidenciais. “Com a mudança de posição, com o fechamento de questão do PSDB, perdemos muitos votos e isso dificultará nosso trabalho”, acredita ele.

Os defensores do voto aberto total planejam agora uma série de ações regimentais para tentar dobrar a resistência daqueles que não querem a PEC aprovada, movimento que tem apoio do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

Rollemberg fala ainda de sua pré-campanha ao governo do Distrito Federal com otimismo, apontando a formação de uma chapa com Reguffe (PDT-DF). “Temos conversado bastante e ele acha que o anúncio desse posicionamento formal deve ser feito depois do carnaval”, afirma o socialista.

Poder Online – O que o senhor espera da votação da PEC do voto aberto na próxima terça-feira?
Rodrigo Rollemberg – Será uma votação muito difícil. Se não houver uma pressão muito grande da opinião pública até lá, a vitória do voto aberto em todas as modalidades de votação será muito difícil. Já tínhamos uma situação muito apertada e esta semana o PSDB fechou questão em torno de uma posição do voto secreto para apreciação de vetos. Com isso, ficou muito mais difícil aprovar o voto aberto em todas as modalidades de votação.

Então, o que deve ser aprovado na terça-feira? Um voto aberto possível?
Eu diria que, com segurança, o plenário aprovará o voto aberto para apreciação de cassação de parlamentares, mas vamos tentar avançar no sentido de aprovar o voto aberto total. Se não for possível, pelo menos o voto aberto para outras modalidades de votação. Vamos tentar chegar a um ponto da votação em que os senadores terão de optar pelo voto total ou nada.

Como será isso?
Por táticas e enfrentamentos regimentais como fizemos na votação passada, quando conseguimos eliminar os destaques. Com isso, conseguimos aprovar em primeiro turno a PEC do voto aberto para todas as modalidades de votação. Mas com a mudança de posição, com o fechamento de questão do PSDB, perdemos muitos votos e isso dificultará nosso trabalho.

Quem o senhor diria que está se posicionando contrariamente ao voto aberto? O Renan Calheiros é contra o voto aberto?
Sim, ele é contrário ao voto aberto em todas as modalidades de votação. Ele, o PMDB, grande parte deles, e o PSDB e alguns outros parlamentares de outros partidos. Estão a favor do voto aberto o PSB, com seus quatro senadores, o PSOL, com o Randolfe (Rodrigues) e o PT, com praticamente todos os seus senadores.

O projeto do Aloysio Nunes não é tão restritivo ao voto aberto a ponto de reduzi-lo às votações de cassação de mandato. Ele aceitava voto aberto para outros casos, mas o restringia para a apreciação de vetos e autoridades. O senhor acha que esse é o meio termo possível?
Pode ser que o Senado opte por um entendimento em que concilie posições. Tudo é possível daqui até terça-feira.

O apelo popular pode ter algum peso para modificar esse cenário?
Gostaria que pesasse. Até sugeri ao presidente Renan Calheiros que colocasse na página do Senado um enquete para que a população pudesse  – já que o Senado dispõe desse recurso – se posicionar se quer o voto aberto em todas as modalidades ou se quer o voto aberto restrito. Infelizmente, não fui atendido porque o presidente Renan é contra o voto aberto total e ele sabe qual é a posição da população. A população é amplamente favorável ao voto aberto.

Como está evoluindo sua pré-candidatura ao governo do Distrito Federal?
Bem. Dedicamos um ano a estudar em profundidade o Distrito Federal. Implementamos 12 núcleos temáticos que estão estudando o Distrito Federal com profundidade. Realizamos dois seminários nas cidades discutindo políticas públicas e um terceiro ontem na cidade do Gama. Além disso, uma comitiva de quatro integrantes que está trabalhando na elaboração do plano de governo esteve em Pernambuco para conhecer o modelo de gestão do governador Eduardo Campos. Diria que estamos agregando muito valor a esse processo de reflexão sobre o Distrito Federal e de construção de políticas públicas.

O que o senhor pretende trazer da administração Campos em Pernambuco para o Distrito Federal?
O que nos impressionou bastante é o modelo de gestão, que é baseado em planejamento, execução, acompanhamento e ajustes e isso é feito de forma regular, permanente, de perto com a participação do governador, com definição clara de responsabilidades e que tem dado resultados claros em que a população reconhece o governador Eduardo Campos como o melhor governador do Brasil.

O senhor já definiu quem será o coordenador da campanha?
Não. Temos um coordenador do programa de governo, que é o professor Paulo Sales, um pós-doutor em ecologia, pela universidade de Edimburgo (Escócia), uma pessoa muito experiente.

E o Reguffe, vem para essa chapa ou não vem?
Tenho conversado bastante com o Reguffe, temos muita afinidade e essa é a disposição comum, de estarmos juntos numa única chapa em 2014.

E como está o diálogo entre Rede e PSB, o senhor pode detalhar um pouco isso?
O diálogo com a Rede está muito bom. Nesses seminários temáticos a Rede tem participado, tem mandado representantes e aqui no Distrito Federal o entendimento é o melhor possível.

O senhor acha então que será possível formar uma chapa conjunta com a Rede no Distrito Federal?
A Rede aqui já está participando. Não tenho dúvida de que a Rede gostaria muito, como nós do PSB também e tenho convicção de que o PDT também, de estarmos todos juntos. Reguffe e eu na mesma chapa é algo que atenderia a todos, PSB, PDT e Rede.

Como ele tem reagido a essa perspectiva?
Muito bem. Temos conversado bastante e ele acha que o anúncio desse posicionamento formal deve ser feito depois do carnaval.

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sexta-feira, 22 de novembro de 2013 Congresso | 11:00

Senadores pró-voto aberto já esperam derrota

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Senadores que defendem o voto aberto têm trabalhado com uma projeção nada animadora para a votação que deverá ocorrer na próxima terça-feira no Senado.

Leia mais: Ativistas cobram senadores por aprovação da PEC do Voto Aberto

Um levantamento feito pelos assessores do senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), por exemplo, aponta derrota da proposta, que receberia 41 votos a favor e 39 votos contrários. Para aprovar o voto aberto, a PEC precisa receber 49 votos favoráveis.

Os senadores trabalham agora contra o tempo para achar soluções regimentais que apoiem formas de impedir que o projeto seja reduzido ao fim do voto fechado somente para casos de cassação. Obstrução pode ser uma arma.

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quarta-feira, 20 de novembro de 2013 Congresso | 14:45

Senador diz que Renan quer melar o projeto do voto aberto no Congresso

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Randolfe Rodrigues (Foto: Divulgação)

Randolfe Rodrigues (Foto: Divulgação)

O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) diz abertamente que, na sua avaliação, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), estaria trabalhando contra o projeto do voto aberto no Congresso Nacional. Randolfe diz estar receoso pela votação da proposta, que deve ser realizada hoje em segundo turno no Senado.

Ele afirma que há pelo menos 15 senadores em viagem e que isso diminui significativamente a margem para que o projeto receba os 49 votos necessários para sua aprovação.

Além disso, o fato de que emendas de supressão devem ser apreciadas, uma delas transformando o projeto de voto aberto total em voto aberto somente para casos de cassação, também preocupa os defensores do fim das votações secretas.

“Acho que ele (Renan) quer votar. Ele tem intenção de votar porque não tem número suficiente. Os que são contra o projeto do voto aberto querem votá-lo agora”, diz Randolfe.

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terça-feira, 19 de novembro de 2013 Congresso | 17:00

No Senado, defensores do voto aberto buscam estratégia para evitar fracasso da proposta

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Senadores que defendem a aprovação da proposta de voto aberto estão buscando uma estratégia para a apreciação do texto que acaba com o voto secreto no Senado e na Câmara dos Deputados.

A proposta deve ser votada em segundo turno ainda hoje, mas não está descartada a possibilidade de obstrução da sessão para evitar o risco de derrota.

Além disso, os defensores do voto aberto temem que emendas de supressão possam ser aprovadas, tornando o fim do voto secreto somente para casos de cassação de mandato.

 

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sexta-feira, 15 de novembro de 2013 Congresso | 15:00

Ativistas cobram senadores por aprovação da PEC do Voto Aberto

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Ativistas ligados ao grupo Avaaz, que organiza mobilizações online e abaixo-assinados relacionados a temas diversos, têm feito bitze telefônicas nos gabinetes dos senadores.

Nas ligações, os ativistas cobram dos senadores a votação da proposta que acaba com o voto secreto em todas as apreciações no Congresso Nacional.

A PEC do Voto Aberto, como é conhecida a proposta, foi votada em primeiro turno no Senado, mas fracassou a tentativa de votá-lo em segundo turno ainda nesta semana. O texto deverá ser novamente apreciado pelos senadores na semana que vem.

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segunda-feira, 4 de novembro de 2013 Congresso | 18:22

Líder do PT no Senado acredita que voto aberto já tem apoio suficiente para aprovação

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O líder do PT no Senado, Wellington Dias (PI), acredita que já há apoio suficiente entre seus colegas para que seja aprovada a proposta que estabelece voto aberto no Congresso Nacional para todas as votações.

“Acredito que há uma maioria aqui no Senado que garante as condições de, na votação que o Renan (Calheiros) colocou na pauta, termos a aprovação do voto aberto para todas as votações”, disse Dias.

Ele destaca que dois destaques serão apresentados para discussão no Senado, para que votações relacionadas a escolha de autoridades e apreciação de vetos permaneçam secretas, porém, acrescentou acreditar que deve prevalecer a tese do voto aberto geral.

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sexta-feira, 25 de outubro de 2013 Congresso | 10:30

Wellington Dias prevê ‘forte batalha no plenário’ para aprovar voto fim do voto secreto

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Apesar de aprovado na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, o projeto que acaba com o voto secreto no Congresso Nacional deverá ainda ser alvo de disputa árdua quando for apreciado no plenário.

A opinião é do líder do PT no Senado, Wellington Dias (PI), que afirmou respeitar o argumento daqueles que se opõem à aprovação do voto aberto irrestrito.

O tucano Aloysio Nunes (SP), por exemplo, defende que o voto seja aberto para decisões relacionadas a cassação de mandato, mas que o mesmo não se aplique para análise de vetos presidenciais.

“Alguém que vota em mim lá no meu estado, deseja saber como estou me posicionando em cada votação”, disse Dias.

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