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Posts com a Tag Walter Feldman

segunda-feira, 17 de novembro de 2014 Partidos | 07:30

‘Até dezembro, devemos ter todas as assinaturas da Rede’, diz Feldman

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Ex-deputado federal Walter Feldman (PSB-SP) - (Foto: Divulgação)

Ex-deputado federal Walter Feldman (PSB-SP) – (Foto: Divulgação)

À frente do processo de formalização da Rede Sustentabilidade, o ex-deputado federal Walter Feldman (PSB-SP) anda otimista sobre a criação da sigla. Atualmente, cerca de 32 mil assinaturas certificadas ainda são necessárias para que o novo partido, idealizado pela ex-senadora Marina Silva (PSB), saia do papel.

“Minha avaliação pessoal é de que, até dezembro, nós devemos ter todas essas assinaturas para a Rede”, diz Feldman. “A partir disso, a expectativa é de que a gente já possa encaminhá-las à Justiça Eleitoral no início do ano que vem”, completa o porta-voz da Rede.

Leia também: Rede Sustentabilidade se reúne para fazer balanço pós-eleitoral

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domingo, 12 de outubro de 2014 Eleições | 08:00

‘Demora no apoio de Marina valoriza decisão’, diz Aloysio Nunes

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Aloysio Nunes (foto: Agência Senado)

Aloysio Nunes (foto: Agência Senado)

Na expectativa de uma decisão favorável da ex-senadora Marina Silva (PSB) sobre um apoio aos tucanos no segundo turno, o senador e candidato a vice-presidente de Aécio Neves, Aloysio Nunes (PSDB-SP), minimiza as exigências apresentadas pela fundadora da Rede Sustentabilidade e diz que, ao contrário de enfraquecê-la, a demora num eventual anúncio de apoio por parte de Marina “valoriza” sua decisão.

“Acho que essa demora até valoriza a decisão, é uma coisa meditada, pensada”, diz o senador, em entrevista ao Poder Online. “Ainda mais levando em conta que ela não tem um partido formalmente organizado, como o PSB, o PPS, o PV. No PSDB é muito simples, a gente reúne a comissão executiva, discute, vota e acabou-se. Foi como fez o PSB. A Rede é outra coisa, ainda não tem essa estrutura formal para tomadas de decisão”, pondera.

Animado com os resultados da última pesquisa Sensus – que indicou uma vantagem de 17,6 pontos de Aécio Neves sobre a presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff -, Nunes admite que nem o PSDB esperava tamanho crescimento, mas comemora: “Pesquisa boa a gente sempre acha ótima, mas ainda tem muito chão até o fim da campanha.” Leia abaixo os principais trechos da conversa:

Senador, está previsto para esta manhã o anúncio oficial sobre o apoio da ex-senadora Marina Silva no segundo turno. Qual é a expectativa da campanha?
No segundo turno, uma candidatura como a do Aécio adquire um contorno muito mais amplo. Não é mais só da coligação, é uma candidatura de todos aqueles que querem a mudança, como é o caso da Marina, que foi nitidamente de oposição durante todo esse processo. É natural que ela venha a acompanhar o Aécio. É claro que eu espero que ela venha conosco, mas respeito os posicionamentos que ela decidir adotar.

Há em parte do PSDB uma sensação de que a demora em anunciar essa adesão enfraqueceria o apoio de Marina à candidatura. O senhor concorda?
De forma alguma. Quem diz isso? Acho que essa demora até valoriza a decisão, é uma coisa meditada, pensada. Ainda mais levando em conta que ela não tem um partido formalmente organizado, como o PSB, o PPS, o PV. É mais fácil quando um partido tem uma executiva para se orientar, então é natural que a Marina demore mais para ampliar as consultas. No PSDB é muito simples, a gente reúne a comissão executiva, discute, vota e acabou-se. Foi como fez o PSB. A Rede é outra coisa, ainda não tem essa estrutura formal para tomadas de decisão.

A avaliação que se tem é de que as exigências apresentadas por Marina expuseram as contradições entre ela e Aécio, o que poderia dificultar uma maior transferência de votos.
Mas aí foi um mal-entendido. O Pedro Ivo publicou aquela espécie de decálogo, listando que era fundamental isso, fundamental aquilo. Mas ele estava expondo a visão do núcleo da Rede, não queria dizer que eram condições para que Marina viesse a nos apoiar. Só que quando você tem forças políticas distintas é normal essa interpretação. Mas eu não entendi aquilo como um ultimato. Não houve essa negociação ponto por ponto não.

Ontem, Aécio anunciou que estava disposto a ceder em alguns pontos, mas não abriu mão do posicionamento favorável à redução da maioridade penal, criticado por Marina. 
Quem exprime com mais propriedade esse processo é o Walter Feldman (porta-voz da Rede Sustentabilidade). Ele fez uma declaração ontem, onde disse que são duas correntes políticas que estão buscando o ponto em comum – e não exarcebar as diferenças. O fundamental é o seguinte: a Marina, assim como seus amigos políticos, querem a mudança. Queremos tirar o PT do governo, para avançar. Para aperfeiçoar o processo de inclusão social, o combate à corrupção. A redução da maioridade penal é uma diferença. Nós somos a favor para crimes hediondos, mas há uma convergência muito grande no sentido de implantar o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente). Uma necessidade comum de ampliarmos efetivamente toda a legislação sobre juventude, que é avançada, generosa e que não é aplicada, é letra morta.

A pesquisa Sensus divulgada neste fim de semana indicou uma vantagem de 17 pontos de Aécio sobre Dilma, no segundo turno. Como a campanha recebeu essa notícia?
Pesquisa boa a gente sempre acha ótima, mas ainda tem muito chão até o fim da campanha. Mas a campanha está cada vez mais animada, é mais do que uma campanha: é um movimento com muito entusiasmo, muita alegria. Independentemente do resultado dessa pesquisa, há uma sensação de alegria nas pessoas que nos acompanham e que estão participando.

Esse resultado já era previsto internamente?
Não, de forma alguma.

Nesta reta final, qual será a estratégia da campanha? Haverá algum foco específico no nordeste, para reverter a associação que foi feita entre os eleitores do PSDB e os ataques a nordestinos?
Isso é uma conversa fiada, não vamos cair jamais nessa conversa. Não teve nenhuma repercussão essa história, a única repercussão que eu estou vendo é você me fazer essa pergunta. O que o PT está fazendo na internet é uma barbaridade. É inacreditável o que milhares de militantes pagos vêm fazendo. Eu já nem vejo mais essas coisas, dado o caráter grotesco. Não tem credibilidade nenhuma. A Dilma é uma candidata que só tem uma novidade, que é a cor do vestido. Antes era azul, agora é vermelho. Mas, como dizia minha avó, perde o pelo, mas não perde os vícios. Nós vamos nos afastar dessa atitude, não vamos nos misturar.

Qual o impacto de apoio como o da família do ex-governador Eduardo Campos, anunciado ontem, para o crescimento de Aécio num estado como Pernambuco, onde Marina venceu as eleições.
É um apoio é um apoio muito positivo, ainda mais considerando que o desempenho do Aécio foi coisa de 6% em Pernambuco, porque todo o campo da oposição estava com Marina. Então isso muda bastante o cenário. Acho muito difícil esse voto que foi pra marina, no Nordeste, ir para Dilma.

E com relação ao eleitorado em geral, existe algum segmento no qual a campanha ainda pretende crescer nestas últimas semanas?
É muito difícil uma campanha presidencial ter uma mensagem segmentada. Nossa mensagem é uma mensagem geral, do vento da mudança, que sopra aqui e sopra acolá.

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sábado, 11 de outubro de 2014 Eleições | 17:36

Marina está a um passo de anunciar apoio a Aécio

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A ex-senadora Marina Silva (Foto: Divulgação)

A ex-senadora Marina Silva (Foto: Divulgação)

O recado passado ao PSDB por interlocutores da ex-senadora Marina Silva (PSB) é de que ela estaria a um passo de declarar o apoio ao presidenciável tucano Aécio Neves.

Leia também: Exigências de Marina irritam aliados de Aécio

Marina já começou a discutir com sua assessoria os detalhes de um evento a ser realizado amanha à tarde, para anunciar sua decisão sobre o segundo turno da corrida presidencial.

Coordenador da campanha presidencial de Marina, Walter Feldman (PSB-SP) desconversa, mas confirma que o imbróglio se resolve neste domingo. “A decisão está sendo tomada. Nem nós, que somos próximos dela, temos essa confirmação ainda. Mas todos nós saberemos amanhã”, diz Feldman.

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segunda-feira, 1 de setembro de 2014 Eleições | 07:30

Coordenadores da campanha de Marina tentam acertar os ponteiros

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Deputada Luiza Erundina (PSB-SP) - (Foto: Divulgação)

Deputada Luiza Erundina (PSB-SP) – (Foto: Divulgação)

Quem é próximo da campanha da ex-senadora Marina Silva garante que os ânimos já andam bem mais tranquilos entre o ex-deputado Walter Feldman e a deputada Luiza Erundina (PSB-SP), que dividem a coordenação-geral da equipe.

Depois de ficar de fora de uma visita ao Centro de Tradições Nordestinas, Erundina não escondeu dos interlocutores mais próximos a insatisfação com o colega.

Feldman, agora, jura pelos corredores que o clima entre os dois está absolutamente tranquilo. Segundo ele, ambos têm comandado juntos todas as principais reuniões para definir os rumos da campanha presidencial do PSB.

Feldman tem investido até mesmo na tese de que é um “soldado” da equipe. Diz que, se Erundina mandar, ele obedece.

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quinta-feira, 28 de agosto de 2014 Eleições | 16:05

‘É como colocar maconha no seu carro. É evidente que não fomos nós’, diz Feldman sobre vídeo de Lula

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Ex-deputado federal Walter Feldman (PSB-SP) - (Foto: Divulgação)

Ex-deputado federal Walter Feldman (PSB-SP) – (Foto: Divulgação)

O coordenador da campanha presidencial de Marina Silva acusou “adversários” de terem editado e feito circular na internet um vídeo adulterado em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediria apoio à ex-senadora. O vídeo mobilizou a campanha petista nesta tarde, que acionou seu departamento jurídico para tratar do caso.

“É uma fraude tão evidente que não dá para não perceber que isso foi feito pelos nossos adversários. É como colocar maconha no seu carro, para depois te acusar de usar. É evidente que não fomos nós”, disse o ex-deputado. “Nós estamos no nosso melhor momento. Não precisamos disso.”

Feldman disse que o PSB também acionou seu departamento jurídico para que monitore o episódio. “Querer fazer barulho em cima disso é cair no ridículo”, alfinetou Feldman.

Leia também: PT aciona jurídico e sobe tom contra vídeo adulterado de Lula apoiando Marina

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sexta-feira, 11 de julho de 2014 Eleições | 10:30

‘Em hipótese nenhuma Marina subirá no palanque com Alckmin’, diz Feldman

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Ex-deputado federal Walter Feldman (PSB-SP) - (Foto: Divulgação)

Ex-deputado federal Walter Feldman (PSB-SP) – (Foto: Divulgação)

Um dos principais interlocutores de Marina Silva na Rede Sustentabilidade, Walter Feldman (PSB) afirma que a atuação em São Paulo da candidata a vice-presidente de Eduardo Campos (PSB) se restringirá à campanha nacional e em torno de alguns candidatos a deputado.

“Em hipótese nenhuma Marina subirá no palanque com Alckmin e Márcio França”, garante Feldman, numa referência ao presidente do PSB paulista e candidato a vice na chapa tucana.

De acordo com o ex-deputado federal, o mesmo ocorrerá no Rio de Janeiro, onde o PSB integra a chapa de Lindbergh Farias (PT), com Romário (PSB) na disputa pela vaga do Senado.

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sexta-feira, 25 de abril de 2014 Eleições | 07:00

Rede volta a falar em Walter Feldman e Ricardo Young para eleição em SP

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Coordenador da Rede Sustentabilidade, Pedro Ivo Batista. (Foto: Evilázio Bezerra / CMFOR)

Coordenador da Rede Sustentabilidade, Pedro Ivo Batista. (Foto: Evilázio Bezerra / CMFOR)

Agora que o PSB começou a ensaiar uma receita para resolver o impasse na eleição em São Paulo, a coordenação da Rede voltou a alardear os nomes de Walter Feldman (PSB-SP) e Ricardo Young (PPS-SP) com opções para compor uma chapa para a corrida estadual.

Com a ideia de alocar o deputado Márcio França na coordenação da campanha, estaria aberto o espaço para um candidato mais próximo à ex-senadora Marina Silva. Assim, também acabou em banho-maria a aproximação que vinha sendo feita pela Rede com o PSOL, que planeja lançar Vladimir Safatle na eleição paulista.

“A Rede tem preferência por uma candidatura que apoie a chapa majoritária, com Eduardo Campos e Marina Silva”, afirmou Batista, citando especificamente Feldman e Young.

“O PSB não quer, em São Paulo, apoiar o PSOL. Eles querem o Márcio França e nós estamos defendendo o Feldman e o Ricardo”, afirmou.

Segundo ele, a decisão tem chances de sair em encontro da Rede, neste fim de semana.

Leia mais: Eduardo Campos usa largada da campanha para abordar polêmicas de 2010

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terça-feira, 25 de março de 2014 Congresso | 09:00

Rede teme politização eleitoral de CPI da Petrobras

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Aliado de Marina Silva, Walter Feldman defende instalação da CPI da Petrobras (Foto: Divulgação)

Aliado de Marina Silva, Walter Feldman defende instalação da CPI da Petrobras (Foto: Divulgação)

Apesar de se preocupar com o uso eleitoral de uma possível CPI da Petrobras, o ex-deputado federal Walter Feldman (PSB-SP), aliado de Marina Silva, afirmou que a Rede Sustentabilidade também defende a instalação da comissão.

“Temos defendido uma profunda investigação. Não tendo conseguido resultados nos limites institucionais – e agora com essas denúncias dramáticas de corrupção – não tem problema instalar uma CPI. Só é preciso um cuidado para que não se politize as investigações do ponto de vista eleitoral”, disse Feldman.

De acordo com o ex-deputado, que se licenciou do mandato pelo PSDB em fevereiro, a Petrobras não suportaria um excesso de politização eleitoral.

Feldman reconhece, porém, a dificuldade em evitar que isso venha a ocorrer, caso a CPI seja  instalada. “Mas não tem como ser contra. Muitos deputados da nossa base de apoio, do PSB e do PPS , já se manifestaram publicamente”, afirmou ele.

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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014 Partidos | 10:00

Rede põe Walter Feldman para percorrer o interior paulista

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Walter Feldman (Foto: William Volcov/AE)

Walter Feldman (Foto: William Volcov/AE)

A Rede Sustentabilidade decidiu colocar Walter Feldman (PSB-SP) para percorrer cidades do interior paulista.

O time da ex-senadora Marina Silva, que tenta emplacar o ex-tucano como candidato do PSB ao governo de São Paulo, diz que a iniciativa tem a ver com a retomada da articulação para a criação do novo partido.

Serão oito encontros em cidades do interior do estado. Marina não participará de nenhum deles.

Leia também: Plataforma PSB-Rede 1.300 propostas para plano de governo

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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014 Eleições | 15:00

PSB paulista faz juras a Alckmin e diz que só ‘fator novo’ poria aliança em risco

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Em meio às especulações sobre a adesão do PSB à campanha de reeleição do governador paulista, Geraldo Alckmin, o comando do PSB no estado empenha-se em dizer que nada mudou em seu plano original. O presidente do diretório do PSB em São Paulo, Márcio França, afirma que só um “fator novo”, que mudasse radicalmente o atual cenário político, poderia colocar em risco o apoio do partido a Alckmin.

A afirmação ocorre após a ex-senadora Marina Silva ter batido o pé na tese de que o PSB deve ter candidato próprio no estado. O pedido para que a posição do PSB em favor da aliança fosse reavaliada foi feito pela ex-senadora ao governador de Pernambuco, Eduardo Campos, durante a cerimônia de filiação da ex-corregedora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Eliana Calmon, realizada no mês passado.

Leia também:PSB e Rede fazem reunião em SP para aparar arestas

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